QUAL O VALOR DA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL..??

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CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

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CERTIFICAÇÕES PROFISSIONAIS:
ISO 27002 - Segurança da Informação - 2013;
ITIL 2011 Foundation - 2014;
Formação COBIT4.1 - Redes Sociais -

Serviços Prestados:
Auditoria na Área de Informática - Auditoria do ambiente de tecnologia da informação

Consultorias de Apoio a Criação de Políticas e Procedimentos Referentes ao Uso das Redes Sociais ;

Consultoria em Gestão de Relacionamentos para TI ;

Consultoria de Apoio a Formação de Comitês de Gestão da TI;

Alinhamento estratégico TI x Rumos do Negócio ;

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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

MAIS UM ANO CHEGANDO AO SEU FINAL

A TODOS UM FELIZ 2015. MAIS UMA VEZ DEVEMOS RENOVAR AS ESPERANÇAS DE QUE POSSAMOS TODOS FAZER MAIS E MELHOR DO QUE FIZEMOS NESTE ANO.

NÃO FAZER MAIS NO SENTIDO DE "FAZER POR FAZER" MAS SIM BUSCAR O EQUILIBRIO ENTRE O "SER E O TER".

CARLOS MAIA E FAMÍLIA

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Blog do Maia - Assuntos Gerais Sobre Gestão de TI - ITIL - ISO 27002 - COBIT: A CAMINHO DA TI BIMODAL

Blog do Maia - Assuntos Gerais Sobre Gestão de TI - ITIL - ISO 27002 - COBIT: A CAMINHO DA TI BIMODAL: Este é o grande desafio que os profissionais de TI irão enfrentar nos próximos anos Por quê TI Bimodal? - Incertezas são inerentes ao ...

A CAMINHO DA TI BIMODAL


Este é o grande desafio que os profissionais de TI irão enfrentar nos próximos anos
Por quê TI Bimodal?

- Incertezas são inerentes ao mundo dos negócios digitais:

- Novas tecnologias surgindo todo dia provocando um ritmo acelerado de mudança.

- Deslocamento do poder para o consumidor . O usuário está sempre a apenas um clique de mudar de fornecedor.

- Necessidade de aprendizado e adaptação constante. O conhecimento tácito, por ser mais rápido, está se tornando mais importante que o conhecimento explícito.

E, com tudo isto, ainda temos a necessidade de manter as aplicações atuais rodando com confiabilidade e segurança. Para este cenário, a TI tradicional tem respostas muito lentas. A agenda tradicional de “alinhar TI com o negócio” já não é mais suficiente para as adaptações e transformações necessárias aos negócios digitais.

Mas, o que é a TI Bimodal? A divisão da TI em dois modos:

Modo 1: a TI tradicional, cuja agenda principal é confiabilidade e custo. Este modo é focado em processos e melhores práticas (ITIL/Cobit/PMI/CMMi, etc.).

Modo 2: uma nova TI, cuja agenda principal é a inovação e a criação de novos negócios. Este modo é focado em experimentação, aprendizado contínuo e agilidade.

É importante entender que a TI Bimodal não é a criação de um modo 2 contra a existência do modo 1, mas é os dois modos co-existindo em equilíbrio, como no Yin-Yang.

E como criar a TI Bimodal?

- Abrindo espaço na TI para o modo 2, que deve ser inicialmente protegido do modo 1. Isto pode ser feito através da criação de times multi-funcionais, com o engajamento de executivos de negócio

- Financiando estes times através de um fundo para investimentos em inovação, que não necessita de provar ROI pelos métodos tradicionais, mas precisa mostrar visão e foco estratégico.

- Se for necessário, contratando especialistas no modo 2 para trazer know-how e experiência. Para a contratação de empresas ágeis, mudanças são necessárias na área de compras, pois os modelos tradicionais de contratação de desenvolvimento de software baseadas em escopo fechado não são eficazes neste cenário.

- Construindo a credibilidade no modo 2, através de resultados rápidos e impactantes.

Ao mesmo tempo, iniciando a renovação dos sistemas core (legado). Para isto, deve-se remodelar os sistemas com o uso de SOA, substituir legados por SaaS quando possível, usar cloud para infraestrutura e serviços. O framework pace-layers pode ajudar a definir prioridades e organizar as ações.

- Aumentando, aos poucos, o tamanho do modo 2 com relação ao modo 1.

- Atingindo o equilíbrio entre os dois modos!

Conclusão
Nos próximos anos, a TI terá que responder a algumas perguntas críticas: Nossos times têm as competências e recursos necessários para enfrentar o desafio dos negócios digitais? A organização saberá lidar com as incertezas que as tecnologias digitais e as mudanças de comportamento trarão aos negócios?

A criação de uma TI Bimodal pode ajudar nas respostas. Este é o grande desafio que os profissionais de TI irão enfrentar nos próximos anos

Fonte: Bill Coutinho – CIO DIGITAL 2014.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Os 7 Erros Básicos que até Profissionais cometem em Projetos de Virtualização

Tenho trabalhado com projetos de virtualização praticamente desde que surgiram os primeiros hypervisors baremetal, e já encontrei ambientes em clientes de várias formas, alguns muitos corretos, alguns sub-dimensionados, outros super-dimensionados, algumas configurações bobas erradas, até conceitos errados aplicados.
Mas existem alguns erros que são básicos, muitas vezes feitos por falta de entendimento da tecnologia, outros por medo de errar ou por pura distração.
São esses erros que você deve observar em seu ambiente, pois há 50% de chance deles existirem. Alguns deles são muito fáceis de serem corrigidos.
Imagem via Shutterstock
Imagem via Shutterstock

1) Falta de redundâncias

É comum em pequenas empresas, ao chegar um novo servidor, decidirem iniciar o mesmo virtualizado. Até aí tudo ok, mas depois vem a demanda, e como o ambiente já está ali, subir mais 2, 3 ou 4 VMs está fácil. Quando menos se percebe, tem 10 VMs rodando no mesmo servidor físico, sem redundância nenhuma.
Pode não ter problema nenhum de performance, as VMs podem ser simples, mas são tudo que a empresa tem e precisa para trabalhar. Na falha desse servidor, vai dar muuuiito trabalho para recuperar o ambiente.
E quando chega nesse ponto, normalmente o ambiente já depende dessas VMs, o backup é inadequado e podem até existir algumas licenças irregulares.
Isso não é culpa da virtualização! Faltou um plano diretor de TI para guiar o crescimento e investimentos. A ferramenta permitiu atender a demanda do negócio, agora é hora do negócio reinvestir na infraestrutura para suportar o crescimento futuro.
Nesse caso, não tem jeito, a saída para a empresa é investir na adequação do ambiente e compra das redundâncias necessárias. Cabe à equipe de TI demonstrar os riscos existentes e a importância da infraestrutura para o negócio, daí uma análise de riscos pode ajudar bem.

2) Super Dimensionamento das máquinas virtuais

É comum em um ambiente novo de virtualização o administrador de redes querer dar todo o desempenho possível para as novas máquinas virtuais. Até numa migração é comum fazer um P2V de máquinas físicas de 2 gerações de processadores atrás, que já tinham 4 núcleos, para VMs com 4 ou mais núcleos.
Mas é incorreto entregar a mesma quantidade de núcleos em uma VM depois de um P2V; mesmo ao criar uma VM nova, também não é boa prática começar com muitos núcleos.
Só para comparação, um servidor com processadores de duas gerações atrás: Dual Xeon E5520 que roda a 2.27Ghz tem um score de processamento de 7.590, enquanto que um processador moderno Xeon: E5-2630 v2 que roda a 2.6Ghz tem um score de processamento de 15.697, é mais do que o dobro da capacidade de processamento! Sem contar que o mais novo tem 6 núcleos versus 4 do antigo, maior velocidade de transferência para a memória e quase o dobro de cache interno.
e5-2630

e5520
O processador mais novo já vai deixar a VM mais rápida, por isso a recomendação é que, depois de uma migração de ambiente, seja via P2V ou instalação nova, as VMs sejam iniciadas com o mínimo de vCPUs, memória e disco possível e vá crescendo sob demanda.
Um estudo recente indica que 95% das VMs são superdimensionadas, isso mostra claramente esse problema, e é possível que na sua infraestrutura existam máquinas virtuais superdimensionadas.
O problema que isso gera é que, ao iniciar todas as VMs consumindo todos os recursos do ambiente, sobra pouco espaço para manobras e, na prática, não é necessário. Corre até o risco de criar problemas de Ready Time (que será tratado em outro artigo) e falhas no HA (High Avaliability) por falta de recursos.
Por isso vale a pena acompanhar os indicadores de uso de CPU de todas as VMs, principalmente as menos importantes, e o tempo de CPU Ready, para entender se seu ambiente tem gargalho causado por superdimensionamento das máquinas virtuais.

3) Super Dimensionamento dos servidores hospedeiros

Por medo de errar e por não conhecer o ambiente, muitos projetos de virtualização acabam super dimensionados em recursos dos hosts físicos.
Embora não crie problemas diretos no projeto, e, se comprado, irá rodar tudo bem, a grande dificuldade dos projetos superdimensionados são os alto custos de aquisição, que podem inviabilizar o mesmo e manter recursos ociosos por vários anos até o ambiente crescer e ocupar essa capacidade.
Por isso é importante executar ferramentas de análise no ambiente antes de fazer um projeto (como o Dpack), para que o sizing do projeto não seja exagerado e possa apresentar um bom custo x benefício.
Como a virtualização permite o crescimento de Configuração das Máquinas Virtuais, Hosts Físicos, Espaço em Disco e Performance de Disco sem muito esforço, o recomendado é que os investimentos sejam feitos gradativamente, comprando uma parte da capacidade a cada ano.
Isso permite aproveitar a Lei de Moore a seu favor, pois a cada um ano e meio, cada novo host, storage ou outro componente comprado poderá ter o dobro da capacidade, pelo valor do componente da geração anterior.
Claro que isso não resolve para empresas que já tenham o ambiente muito sub-dimensionado, ou onde o financeiro não vê vantagem em ter compras constantes e prefere uma compra grande financiada. Mas se a TI puder programar as próximas compras com o decorrer do tempo, com certeza terá benefícios.

4) Subdimensionamento do ambiente, principalmente de disco

Essa é meio óbvia se pensarmos bem e muitos profissionais alocam CPU e memória em excesso para evitar, mas quando fala-se de disco, é bem comum vermos esse erro.
Existe até um ditado que diz que os projetos de Virtualização tem metade dos discos que precisam, o dobro da memória e 10 vezes a CPU que precisa.
Exageros a parte, depois de acompanhar dezenas de projetos, percebi que isso é a mais pura realidade. Por algum motivo, a CPU é a principal preocupação de muitos profissionais e acaba super dimensionada.
Normalmente a camada de armazenamento (discos e Storage) é subjulgada e é a primeira que acaba. O crescimento de discos frequentemente é calculado como linear, quando na prática é exponencial.
Outro erro básico para os discos é fazer a conta somente em Gigabytes. Olha-se o ambiente atual, por exemplo, 10 servidores com 2 discos de 144Gb em RAID 1 cada, multiplica-se, chega a 1,4Tb de espaço disponível no cenário atual, calcula-se o dobro prevendo o crescimento: 3Tb.
Para fazer 3Tb são necessários apenas 8 discos de 900Gb em RAID 10… mas existiam 20 discos anteriormente, e agora com apenas 8 discos vai ter problema de performance na certa.
Mas também não é correto fazer o projeto com 20 discos como era no ambiente original, vai voltar ao problema de superdimensionamento.
Para não errar nem para mais nem para menos, é preciso medir os IOPS (quantidade de operações de disco por segundo) usados no ambiente e fazer a projeção.
Talvez nem precise dos 8 discos, ou talvez precise de 16, aí pode-se optar por ter mais espaço em disco (16 discos de 900Gb) ou manter os custos com mais discos de menor capacidade (16 discos de 600Gb).

5) Licenciamento de Aplicações

Não é mais tão comum, mas algumas aplicações podem ter o licenciamento vinculado com a máquina física, independente do ambiente virtual. Outras aplicações podem exigir o licenciamento de todo o Cluster virtual, independente de qual servidor a aplicação está rodando efetivamente.
Esse é um item que deve ter atenção dobrada, até para não pagar exageros de licenças. Às vezes pode ser vantajoso manter uma aplicação, mesmo virtualizada, fora do Cluster, apenas para não pagar as licenças excedentes.
Outras vezes, o uso de licenças de nível Enterprise de um software permitem a instância de múltiplas VMs sem custos adicionais, diferente de licenças básicas que precisam ser licenciadas por VM.

6) Configuração de rede sem redundâncias

Esse é um aspecto bem técnico, e realmente precisa de um especialista para fazer corretamente, mas fico impressionado com a quantidade de implementações que encontro com essa falha, mesmo com tanta documentação existente.
É comum encontrar mais de uma interface de rede conectada, mas cada uma para um propósito diferente, com uma VLAN diferente que foi configurada no Switch físico, ou com um link de Internet fixo em uma porta do servidor ESX.
O problema disso é que não existem redundâncias no ambiente e, no caso de um ambiente com vMotion licenciado, não é possível fazer a movimentação das máquinas virtuais entre servidores hospedeiros sem interromper o serviço.
Essa configuração também limita a performance do ambiente, já que existe apenas um canal de comunicação entre o ESX e cada VLAN, sendo que poderiam existir dois ou mais.
A configuração a ser feita é bem simples. No VMware ESX principalmente, uma configuração recomendada é usar no mínimo duas interfaces de rede conectadas ao Switch, e com essa configuração, adicionar ambos os adaptadores no mesmo Switch Virtual, depois configurar as VLANs como Port Group e conectar as máquinas virtuais que precisam de acesso a essa VLAN no Port Group.
É uma alteração simples, mas que pode fazer toda a diferença para a disponibilidade do ambiente.

7) Não monitorar a infraestrutura adequadamente

O uso de ferramentas de monitoramento que não entendem o ambiente virtual pode levar a diagnósticos incorretos.
Ter os plugins para o ambiente virtual e capacidade de análise do mesmo é fundamental para as ferramentas de monitoramento.
Para isso, ferramentas específicas para o ambiente virtual como o VMware VCenter Operations Manager são fundamentais e devem ser consideradas na aquisição da solução.
Mesmo ferramentas tradicionais já possuem plugins para virtualização, e esses plugins devem ser instalados e configurados corretamente para monitorar todo o ambiente.

Conclusão

Alguns dos erros são menos óbvios, e podem passar despercebidos até o ambiente começar a ter problemas de performance. A solução daí será aumentar os investimentos de forma abrupta, quando poderia ser feito de forma planejada e gradativa.
Outros casos, simples configurações podem resolver, mas por falta de conhecimento da ferramenta, pode-se optar até por situações extremas, como um único Host físico com uma única máquina Virtual, ou tirar um determinado serviço da Virtualização.
Por isso recomendo a contratação de equipes especializadas, capacitadas pelos fabricantes, ou então fazer cursos especializados em ambientes virtuais para a criação e manutenção de um ambiente virtualizado profissional.
E você, já viu esses erros em algum ambiente? Acha que esqueci algum importante?

FONTE: SITE PROFISSIONAIS DE TI
FERNANDO ULISSES DOS SANTOS - LÍDER DE TI

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

TI E O MARKETING PESSOAL

 

 Uma coisa é fato: colaboradores da área de TI só são lembrados quando existe um problema. Agora, se está tudo bem, funcionando, são lembrados apenas como “os detentores do poder das máquinas e informações, enclausurados em suas salas, monitorando toda e qualquer informação ultra secreta”.
Em partes, a culpa desse “pré-conceito” com a área é dos próprios gestores, que fazem questão de se comunicar – pelo menos a maioria deles – somente por meio de e-mails, formulários, ou seja, sem qualquer contato pessoal com o restante da empresa. Atitudes que são copiadas por sua equipe.
O resultado disso é ver sua área sendo chamada de “o pessoal que libera o site”, “que conserta a internet” ou os colegas do happy hour da sexta-feira. E só. E dentro do próprio departamento, colaboradores desmotivados, estressados, verdadeiras “bombas relógio”.
Mas calma! Nem tudo está perdido! Ainda é tempo de fazer da equipe de TI uma grande amiga dos demais colaboradores da empresa: o marketing pessoal do TI!
Primeiramente essa atitude deve partir do gestor da equipe. Começando por desmistificar aquele conceito apresentado acima e mostrar que seu departamento detém tanta informação quanto os demais – apenas informações diferentes.
O próximo passo é o que chamo de TTC: Tirar o Traseiro da Cadeira. Gestor, saia de sua sala, visite outros departamentos, pergunte diretamente a cada usuário como estão os sistemas, rede e internet. Crie um canal direto com seu cliente interno, afinal, muitas vezes um simples bate papo pode virar um brainstorming para aperfeiçoamento do sistema, além de fazer o usuário se sentir importante dentro do processo.
Cada mudança, cada implantação, cada nova tomada de decisão que envolva o usuário, não divulgue apenas por e-mail, nos boletins da empresa... Faça, sempre que possível, uma apresentação formal dessa mudança, mostrando os benefícios do sistema e no que exatamente aquilo irá agregar valor no dia a dia do usuário. Mostre porque a participação dele nesse processo de implantação é tão importante. Tenha certeza de que um bate papo informal é muito mais rico em informações e sincero do que um formulário com um “sim” e um “não” sobre o que o usuário acha do sistema.
Resumindo: tente fazer com que a disseminação de coisas boas seja tão rápida quanto a disseminação da queda de rede ou da internet lenta.
Porém, nada adianta que esse Marketing Pessoal seja feito apenas com os demais departamentos da empresa. Existe um departamento em especial que deve ser tratado com ainda mais carinho: o próprio departamento de TI.
Experimente transformar todas as ações do “público externo” para o “público interno”. Mostre para cada membro de sua equipe o quão importante é a contribuição de cada um para a solução de um problema, para a sugestão de melhorias no sistema, para trazer a você algo “extraoficial” ouvido durante o almoço, mas que pode beneficiar o andamento do trabalho de sua área.
A partir do momento em que essas duas ações, internas e externas, são tomadas pelo Gestor de TI, é absolutamente normal que toda a equipe se integre dentro e fora do departamento, gerando uma rede de contatos e facilitando essas ações mais “pessoais” para o Gestor, afinal, ele terá sua equipe inteira preparada para esse networking, além de um “representante da área” em cada departamento da empresa.
Por fim, ao ser executado o Marketing Pessoal do departamento de TI dentro de uma empresa, será possível uma harmoniosa parceria com todos os departamentos, desmistificando todos os “achados” sobre a área e, mais do que isso, mostrando que os colaboradores da empresa são parte fundamental do processo como um todo, e que suas opiniões são ouvidas e analisadas por essa equipe que faz tudo funcionar.
Agora, gestor de TI, é com você. O seu marketing é o marketing do departamento. Você é o espelho da equipe. Portanto, agradeça e estimule cada colaborador e transforme o TI departamento em TI empresa.
por Renato Lopes*
*Renato Lopes é Gestor da área de TI e acredita que a humanização dessa área é a chave para conquistar equipes de alta performance e auto gerenciáveis. Palestrante e Professor Universitário, Renato busca compartilhar técnicas e soluções para formar times vencedores e entusiastas, buscando a qualidade de vida junto à satisfação do trabalho.


 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

TI: salários estagnados em 2015

         

Os salários dos profissionais de TI permanecerão estagnados em 2015, exceto para os trabalhadores com habilidades em áreas cobiçadas como como segurança, big data e mobilidade. As informações são de um relatório da Modis que avaliou os ganhos e a demanda por profissionais do setor para os próximos anos.
As projeções da Modis apontam que as empresas darão aumentos entre 3% e 18% aos profissionais de TI, segundo o PC Advisor.
“Quando olhamos para o cenário atual, o que vemos, de uma maneira geral, são muitas posições bem pagas e sem grandes expectativas de crescimento”, comenta Jack Cullen, presidente da Modis, uma empresa de recursos humanos focada em TI.
Ainda assim, um aumento menor nos salários não significa uma menor demanda por profissionais de TI. Segundo Cullen, as contratações no setor seguirão aquecidas até 2022.
O relatório da Modis, baseado em estatísticas do governo norte-americano, prevê uma expansão anual nas contratações da ordem de 18% ao longo dos próximos anos. A expectativa é que outros setores econômicos do país ampliem a criação de empregos em 10,8%, em média.
Segundo Cullen, os segmentos de segurança, big data e mobilidade são “áreas em que as companhias avaliam que não poderão economizar”, comentou.
A taxa de crescimento para posições de segurança em TI são as mais elevadas, de acordo com o relatório.
A busca por esses profissionais crescerá 37% até 2022. O salário anual base nessas posições varia de US$ 75 mil (para administrador de segurança) até US$ 115 (para gerente de segurança de dados).
As empresas, afirma a consultoria, estão especialmente preocupadas com aspectos de segurança em dispositivos móveis. A postura vincula-se ao avanço de dispositivos pessoais (como tablets e smartphones) no ambiente corporativo.
Mas a demanda por habilidades especificas não necessariamente se traduzirá em maiores salários.
Desenvolvedores de aplicações web especialistas em .Net e Java resumem esse ponto.
A busca por programadores nessa linguagem deve crescer 20% ao longo dos próximos oito anos, aponta o relatório. Contudo, os salários ficarão “provavelmente na mesma taxa do que é visto atualmente”, vê Cullen. A média salarial para essa posição subirá de US$ 66 mil para US$ 85 mil.
As posições com taxas de crescimento acelerado nos próximos anos incluem gerente de projetos (15%), analista de sistemas (25%) e desenvolvedores de software (22%). A Modis indica que muitas dessas posições serão preenchidas por mulheres, que, de acordo com Cullen, já demonstram interesse nessas posições.

Fonte: Júlia Merker    - Baguete Digital 2014

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Quem não tem competência não se estabelece

Não adianta ter carisma, conhecimento, diplomas e mais diplomas, se o profissional não tem a capacidade de colocar em prática tudo aquilo que aprendeu

O mercado está à procura de profissionais que saibam usar suas habilidades e competência em prol do crescimento e de novos resultados da organização.
O mundo dos negócios é imponente: não adianta ter carisma, conhecimento, diplomas e mais diplomas, se o profissional não tem a capacidade de colocar em prática tudo aquilo que aprendeu. Atualmente, a máxima "quem não tem competência não se estabelece" é cada vez mais próxima da realidade.
O advento da tecnologia da informação e o crescimento assustador da concorrência, fizeram com que os profissionais passassem a se desenvolver e buscar o aprimoramento cada vez mais. É de suma importância que o profissional produtivo e gerador de resultados, coloque à disposição da organização em que atua seu conhecimento e todo poder de ação, agindo sempre com o intuito de vencer os desafios estabelecidos.
É preciso compreender, também, que hoje em dia as organizações necessitam de pessoas que estejam aptas a usar suas habilidades em diferentes áreas. O profissional competente é aquele que não recusa desafios e sabe encarar de frente as mudanças iminentes.
Entender as profundas mudanças pelas quais passa o mundo dos negócios e o mercado de trabalho é fundamental para a sustentabilidade e o crescimento profissional.
Abocanhar as melhores oportunidades que se apresentam exige significativas doses de coragem, disciplina, visão de mercado e tomadas de decisões inteligentes. Agindo dessa maneira, o futuro de todo o profissional poderá ser promissor, aliado à busca incessante do desenvolvimento de habilidades e competências.
Uma pessoa tem mais condições de se estabelecer naquilo que deseja empreender, se for capaz de mobilizar seus conhecimentos para agir diante das inúmeras situações que se apresentarem na sua área de atuação. É necessário estar preparada para dar informações e respostas ágeis sobre os mais diversos temas do seu ambiente interno ou externo.
Neste mundo competitivo dos negócios, a realidade exige cada vez mais dos seus atores, pois os processos mudam rapidamente, a tecnologia fica obsoleta e a globalização é cada vez mais compartilhada e comoditizada.
Afinal, se hoje existe um grande parâmetro para se avaliar a capacidade e a obtenção de resultados satisfatórios, em qualquer ramo de atividade, este é reconhecidamente chamado de competência.

(*) Claiton Fernandez é palestrante, consultor e educador. Autor dos livros "Caminhos de um Vencedor" e "Da Costela de Adão à Administradora Eficaz"