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CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

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CERTIFICAÇÕES PROFISSIONAIS:
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Auditoria na Área de Informática - Auditoria do ambiente de tecnologia da informação

Consultorias de Apoio a Criação de Políticas e Procedimentos Referentes ao Uso das Redes Sociais ;

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Dicas para Maximizar o Uso do Linkedin

Dicas para Maximizar o Uso do Linkedin
As redes socais têm sido cada vez mais fonte de recrutamento de funcionários ou de consulta de perfis, pelo menos. Aprenda as dicas de Danielle Restivo, gerente de comunicação do LinkedIn, para usar a rede a favor da sua carreira:

O que fazer para que meu perfil seja facilmente encontrado?
Existem várias maneiras de destacar seu perfil. Uma delas é garantir que ele esteja completo. Seu perfil do LinkedIn é a sua chance de mostrar habilidades e talentos e ajudar as pessoas e oportunidades certas a encontrar o caminho até você.

Você pode configurar alguns detalhes que o tornarão mais visíveis aos motores de busca: Membros com pelo menos um antigo trabalho listado em seu perfil são 12 vezes mais visíveis; pessoas com pelo menos uma formação educacional listada têm sete vezes mais chances de serem encontradas; profissionais com um que têm foto em seu perfil também têm sete vezes mais chances de serem vistas.

Inclua palavras-chave através das quais você gostaria ser encontrado. Por exemplo, se você é um advogado especializado em direito imobiliário, certifique-se que essas palavras e frases estão no seu perfil do LinkedIn.

Como fazer uma rede melhor com as pessoas na minha área?
Ter uma forte rede é essencial. Ela representa aqueles que você conhece e confia e você pode utilizá-la para dar e receber oportunidades de emprego. Não importa como vai a economia ou a sua carreira, ter um bom networking é uma ótima maneira de ter alguma de segurança de emprego. Não espere a necessidade chegar para formar a sua rede.

Quais informações são realmente importantes no meu perfil?
Inclua postos de trabalho que você ocupou durante toda a sua carreira e não apenas o mais recente. Também não se esqueça de falar da sua formação e escrever um bom resumo do seu currículo com palavras-chave que melhor descrevem quem você é como profissional.

Adicione uma foto no perfil e escreva um título capaz dizer aos outros membros do LinkedIn o que você faz como profissional. Quanto mais informações você fornecer no seu perfil, mais provável de ser encontrado para potenciais negócios ou oportunidades de emprego.

Que tipo de imagem devo usar no meu perfil?
É importante ter uma foto profissional em que esteja sozinho. Isto é especialmente importante se você quer entrar em contato com pessoas que não conhece ou não vê há muito.

Atualize seu status
Deixe seus contatos saberem o que você está fazendo: atualize seu status regularmente. Use as atualizações de status para anunciar novos produtos e postar artigos.

Participe de grupos
Os grupos são uma ótima maneira de se envolver com pessoas que têm interesses parecidos aos seus, podem te dar apoio e responder perguntas. Participe dos grupos relacionados com a sua área de trabalho, cidade ou estado. Procure grupos onde você pode obter informações sobre clientes em potencial, oportunidades de negócios ou oportunidades de carreira.

Siga Empresas
Busque empresas onde você pode querer trabalhar no futuro e descubra se algum dos seus contatos conhece pessoas que trabalham lá. Seguir as empresas também te mantém informado sobre oportunidades de carreira, novos produtos, anúncios ou eventos.

Fonte: Você S.A 15.12.2011

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

6 funções de TI que serão bem remuneradas em 2012

Em todo o País, e no exterior, com exceção da Europa, companhias estão competindo por talentos em TI.
Apesar das previsões sinistras sobre como a computação em nuvem vai reduzir os departamentos de TI, 2012 pode vir a ser um grande ano para alguns profissionais. O próprio modelo de cloud computing criou novas funções para profissionais de TI, e a proliferação de smartphones e tablets despertou demanda por desenvolvedores de software.
O mercado de trabalho de TI, que experimentou forte recuperação em 2011, após a recessão, deve ser ainda mais brilhante em 2012, apesar dos desafios econômicos globais. Especialmente no Brasil, onde os profissionais mais qualificados já têm salários acima da média mundial para as respectivas funções.
Quer mais uma boa notícia? Em todo o País, e no exterior, com exceção da Europa, as companhias estão competindo por talentos em TI. Abaixo estão seis empregos de TI que os especialistas dizem que terão maior demanda e os melhores salários em 2012. A melhor parte: muitos desses trabalhos também são divertidos.
1. Desenvolvedores de aplicativos móveis
Profissionais de TI que possam desenvolver aplicações para dispositivos móveis são commodity em TI hoje em dia. Especialistas em RH concordam que esse grupo irá permanecer nessa posição invejável até 2013, como as empresas correndo para adaptar seus sites e aplicativos para smartphones e tablets.
A demanda por desenvolvedores de aplicativos móveis é óbvia na Dice.com, onde anúncios de emprego para Android e iPhone cresceram 129% e 190%, respectivamente, em relação a 2010. Nos Estados Unidos, um desenvolvedor Android pode exigir entre 70 dólares por hora a 100 dólares por hora em um contrato.
2. Os desenvolvedores de software
Desenvolvedores de aplicativos baseados em PC não devem se sentir desprezados por seus colegas móveis. As empresas precisam de sua quota de Java, .NET, C#, SharePoint, e desenvolvedores web. Java continua sendo uma plataforma quente, por ser aberta, falar com qualquer sistema de back-end, e ser usada em grandes organizações para transferir dados de sistemas legados.
Consequentemente, a faixa salarial para os desenvolvedores Java nos Estados Unidos parte de 60 mil dólares por ano até 150 mil dóalres por ano, dependendo da experiência. A taxa média dos contratos para os desenvolvedores Java é de 90 dólares por hora. Salários-base para os desenvolvedores web variam de 61 mil dólares por ano a 99 mil dólares por ano, de acordo com a Robert Half, empresa de recrutamento e seleção.
3. Designers de UE
Como muitas das empresas estão desenvolvendo aplicativos para PCs ou dispositivos móveis, voltados para o cliente, precisam de interfaces com usuário ou designers de UE (User Experience) para garantir aplicações intuitivas e divertidas de usar. A Robert Half afirma que os salários iniciais para os designers de UE vão subir 6,7% em 2012.
4. Profissionais de segurança
Como as ameaças à segurança da informácão e as crescentes violações de dados, as organizações precisam de profissionais de TI que possam afastar ataques de malware e ladrões cibernéticos. A oferta de anúncios de emprego na Dice.com para vários tipos de profissionais de "cibersegurança" aumentaram 141% em 2011 sobre o ano anterior.
Organizações que começam a migrar para o modelo de computação em nuvem também estão estimulando a demanda por profissionais de segurança de infraestrutura, diz Jerry Irvine, CIO da Prescient Solutions, companhia de outsourcing em TI. "Ao colocarem aplicativos na nuvem, as empresas têm mais caminhos na internet", diz ele. "Eles têm de ter um ambiente mais seguro para controlar entradas e saídas de um ambiente para o outro."
A Robert Half projeta aumento de 6% nos salários-base para analistas de segurança de dados.
5. Arquitetos de data warehouse, analistas e desenvolvedores
O desejo das empresas para extrair percepções dos petabytes de dados em seus sistemas de back office impulsionam a demanda por arquitetos de data warehouse, analistas e desenvolvedores. As empresas farão um grande esforço em 2012 para limpar e organizar seus dados para que possam fazer melhor uso deles.
A Robert Half espera que os salários-base para os analistas de data warehouse subam 6,7%, podendo atingir o patamar de 119 mil dólares por ano em 2012. Já os salários dos desenvolvedores de data warehouse poderão ter contratos com taxas variando de 65 dólares a 85 dólares por hora. Arquitetos de data warehouse podem ganhar 160 mildólares por ano ou 80 dólares (ou mais, dependendo da experiência) por hora em contrato.
6. Profissionais de infraestrutura
Computação em nuvem não vai eliminar empregos em infraestrutura. Agora e em 2012, as migrações para cloud computing e Windows 7 aquecem a demanda por engenheiros de rede e administradores de sistemas.
As empresas estão procurando profissionais de TI que possam configurar e gerenciar servidores virtuais e ambientes virtuais de armazenamento, que possam identificar quais aplicações são as mais utilizadas, e que sabem como realocar armazenamento em disco rígido entre as várias aplicações.
Engenheiros de rede devem ver seus salários subirem 5,8% devido ao aumento da demanda em 2012, para uma faixa de 75 mil dólarea a 108 mil dólares por ano, de acordo com a Robert Half.
By Audit Safe - Matéria de Robert Half - Analist

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Redes sociais, como tirar o melhor proveito nas empresas

No mundo das redes sociais corporativa, entender quem usa o quê e como usa é a chave para ampliar a adoção e o sucesso das ferramentas.
na medida em que o Facebook e outras redes sociais ganham popularidade, as empresas começam a estudar formas de usar essa tendência favoravelmente dentro do ambiente corporativo. O resultado: uma enxurrada de companhia de software social para uso corporativo brigando por um lugar no portfólio de TI e dezendas de executivos de TI e de negócios, tentando mapear o cenário e desenhar planos de longo prazo.
Um novo estudo da Forrester Research mostra, no entanto, que essa tendência ainda está muito incipiente. A chave para ampliar a adoção e o sucesso das novas ferramentas sociais, segundo o levantamento, está em entender quem as usa agora, como está usando e que políticas as empresas precisam criar e colocar em prática para dar suporte a esse uso.
A seguir, você verá um cenário desenhado pelas principais descobertas da pesquisa da Forrester, chamado de “The Enterprise 2.0 User Profile: 2011”, junto com algumas recomendações de como a empresa pode tirar melhor proveito dessas ferramentas. O estudo foi realizado a partir das respostas de quase 5 mil profissionais de TI nos Estados Unidos.
Quem usa e por que usa
Dos 4.985 profissionais de tecnologia da informação ouvidos, 28% usam algum software
Há três tipos de pessoas usando software social com frequência na empresa atualmente: os early adopters; os mais atarefados e ocupados; e os funcionários mais jovens. Isso não é nenhuma surpresa, diz Keitt, porque esses grupos são os candidatos óbvios a adotar a mídia social. Os chamados early adopter são geralmente usuários de tecnologia assíduos, sempre abertos a ser os primeiros a testar novas soluções. Os mais ocupados na empresa sempre procuram encontrar formas de acelerar processos. E os mais jovens são os que naturalmente ajudam a levar ferramentas sociais para dentro da corporação.
Segundo o levantamento, 39% das pessoas que usam mídias sociais dizem que o fazem porque são fáceis de manusear e relevantes. “A principal razão para os trabalhadores em tecnologia da informação utilizarem ferramentas sociais é porque as barreiras para chegar até elas são poucas e a mídia social resolve os problemas de trabalho”, diz Keitt. A segunda razão mais importante é que “são jeitos eficientes de realizarperceptível no trabalho”, diz Keitt.
A pesquisa identifica que mesmo os early adopters ainda não fazem uso amplo do recurso. Mais da metade dos ouvidos (55%) disse utilizar no máximo uma ferramenta de social media, o que é interessante, argumenta Keitt, porque muitas empresas desse mercado oferecem plataformas sociais que consistem de uma série de aplicativos sociais.
Isso quer dizer que redes sociais públicas – especificamente o LinkedIn e o Facebook— são ainda as ferramentas corporativas padrão que os funcionários recorrem durante o trabalho. “Isso sugere que muitos profissionais descobrem o valor do social para os negócios não por trás de um firewall corporativo, mas por conta de poderem interagir com colegas e clientes na esfera social pública”, escreve Keitt.
Como um CIO deve desenhar sua estratégia social
Profissionais que lidam com conteúdo e colaboração enfrentam alguns desafios na hora de criar um mapa de adoção de software social: parcela pequena da força de trabalho adotou essas ferramentas e mesmo dentro desse grupo há limite para o uso da tecnologia. Diante disso, a Forrester sugere cinco ações iniciais nas quais vale a pena concentrar os esforços nessa primeira fase.
1- Avaliar políticas corporativas
A pesquisa é clara nesse sentido: mesmo que muitas empresas ainda imponham restrições aos empregados para acesso a redes sociais públicas, como o Facebook e o Twitter, isso não necessariamente tem impedido o acesso por meio de equipamentos pessoais e smartphones. Se você não pode impedi-los, junte-se a eles, diz o ditado.
Nessa linha, a Forrester recomenda gerar políticas internas que estimulem o uso responsável das tecnologias sociais no trabalho. Isso deve incluir mudar regras que descrevem o que é um comportavmento aceitável ou não e criar incentivos para que as pessoas ajam de acordo.
2 - Encorajar e engajar os early adopters
Para a Forrester, será muito difícil replicar os efeitos da rede de milhões de usuários engajados em ferramentas sociais públicas. Mas você pode convocar os usuários mais antigos e experientes de redes sociais para ajudar a criar páginas de perfil social corporativo, assim como eles foram capazes de criar suas páginas pessoais no LinkedIn ou no Facebook, para facilitar a criação de uma cultura de uso dessas ferramentas.
3 - Junte-se aos seus funcionários socialmente ativos
Comece identificando os profissionais mais ativos em redes sociais internas e externas. Faça entrevistas com eles para entender como e por que usam as redes sociais.
Segundo a Forrester, o conhecimento coletivo identificado nessas conversas vai prover elementos para criar a fundação do plano de negócios para o uso eficiente de redes sociais na empresa.
4 - Convoque os gestores
Para tornar o software social valioso para a maioria dos empregados, a Forrester sugere que a gestão se envolva diretamente, investindo tempo e recursos para criar e alavancar a estratégia. Isso pode representar a convocação do diretor de Marketing ou do CEO para ajudar a escolher a plataforma, agir como elemento de ligação na divulgação das expectativas e também ser usuário ativo da tecnologia para dar o exemplo.
5 - Com os fornecedores, mais, algumas vezes, é menos
Segundo a Forrester, pode ser muito bom prover um portfólio vasto de ferramentas sociais para dar mais flexibilidade aos funcionários, contudo é mais importante escolher aquela que mais atende aos interesses coletivos e focar nela. Quando for avaliar fornecedores, certifique-se de que a pergunta será sobre como o que eles oferecem atende aos seus interesses, em vez de ficar fascinado pela quantidade das ofertas.
Fonte: Revista CIO

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Marketing de Relacionamentos para TI: Empresas pedem senha do Facebook em entrevistas de...

Marketing de Relacionamentos para TI: Empresas pedem senha do Facebook em entrevistas de...: Empresas pedem senha do Facebook em entrevistas de emprego Candidato à vaga na polícia dos Estados Unidos fotografou formulário em que dado...

Empresas pedem senha do Facebook em entrevistas de emprego

Empresas pedem senha do Facebook em entrevistas de emprego
Candidato à vaga na polícia dos Estados Unidos fotografou formulário em que dados eram pedidos
Especialistas na área de recrutamento costumam alertar sobre a necessidade de se filtrar o que é postado nas redes sociais, mas há meios de escolher o que só os contatos veem e o que ficará aberto ao restante do mundo. E é isso que as empresas dos EUA começaram a combater
São Paulo - Quais suas apitdões? Se acha preparado para a posição oferecida? Possui contas em redes sociais?
O candidato a uma vaga de emprego está acostumado a esse tipo de questionamento. Porém, os empregadores norte-americanos agora vão além na quantidade de informações que desejam extrair e incluíram um novo pedido: login e senha das contas em sites como Facebook e Twitter.

Especialistas na área de recrutamento costumam alertar sobre a necessidade de se filtrar o que é postado nas redes sociais, mas há meios de escolher o que só os contatos veem e o que ficará aberto ao restante do mundo. E é isso que as empresas dos EUA começaram a combater.

Uma pessoa que procurava emprego na polícia da Carolina do Norte, inconformada com a exigência, tirou uma foto do formulário em que estava escrito: "Você tem alguma conta em páginas como Facebook, MySpace etc.? Se sim, liste seu nome de usuário e senha."

O candidato divulgou o caso com o seguinte questionamento: "Você concordaria com uma busca total em sua casa e em suas posses para conseguir um trabalho? Se a resposta é não, então você deve hesitar em relação a uma busca em sua atividade online."
Fonte: EXAME DIGITAL 2011

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

IT Manager 3 - O jogo do Gerente de TI

IT Manager III: Forças Invisíveis, jogo onde você representa o papel do Gerente de TI e deverá coordenar, apagar incêndios e planejar o ambiente de Tecnologia da Informação.
No IT Manager 3: Forças Invisíveis, você representa o gerente de TI de uma pequena empresa com ambições globais. Parte do seu trabalho é assegurar que os PCs desktop, laptops e servidores de todas as pessoas se mantenham funcionando adequadamente. Muitas coisas podem dar - e darão - errado. Existem várias falhas diferentes de software e hardware para resolver. Algumas vezes elas são fáceis de resolver, outras vezes não.
Naturalmente, você nunca dominará o seu universo de TI se tiver que gastar o seu tempo apagando esses incêndios. À medida que a sua empresa cresce, ela apresenta cada vez mais exigências para a TI e você precisa assegurar que as tecnologias estejam disponíveis para aguentar a pressão. Você precisa avaliar as tecnologias disponíveis e garantir que você e sua equipe recebam o treinamento adequado. Somente através da implementação efetiva da tecnologia e das capacidades você pode assegurar que a sua empresa obtenha um bom retorno sobre o investimento.
Se você utilizar o seu orçamento de maneira inteligente, implementar as tecnologias apropriadas e prestar atenção aos 'trouble tickets' trazidos pelos funcionários, sua empresa vai prosperar e se expandir. Ela abrirá um novo escritório, um escritório maior, um escritório capaz de lidar com problemas mais complexos. E é para esse escritório que você será enviado. Sim, o seu prêmio por realizar um bom trabalho em um escritório será fazer um sucesso ainda maior no próximo escritório.
Confira o quadro de classificação, e veja quem já jogou: http://bnuti.com.br/qJ9fmE
Dica: se posicionar bem no ranking é algo interessante, vai que um HeadHunter resolve procurar um novo talento com base neste game.
Alguns ítens/benefícios interessantes:
• Teste o seu conhecimento de TI
• Implemente as mais recentes tecnologias da Intel
• Mantenha o seu escritório funcionando adequadamente
• Crie um império de TI global
• Crie a rede mais avançada
• Seja reconhecido pelas suas realizações
Veja mais detalhes e jogue o game: http://bnuti.com.br/pMTMmm

terça-feira, 29 de novembro de 2011

As redes sociais e as exigências legais de auditoria em TI. Como agir

Sites como Facebook e Twitter tomaram o lugar do e-mail e do IM na lista de preocupações do CIO. Como controlá-los sem perder o melhor
Sites populares de redes sociais, como Facebook, Twitter e LinkedIn, vêm sendo alvo de polêmica no setor de serviços financeiros e em outros mercados altamente regulamentados à medida que as empresas buscam modos de controlar como os sites são usados para se comunicar com colegas e potenciais clientes. Não atoa, grande parte das instituições financeiras brasileiras seguem resistindo às redes sociais e não possuem não qualquer plano de usá-las como ferramenta de negócio em 2011, segundo pesquisa da IDC. Tanto que 75% não têm a Web 2.0 no cronograma de investimento em 2011.
Ainda assim, as redes sociais têm mostrado sua importância na geração de vendas, em ações de marketing e nas relações entre corretoras e seus clientes. Mas os órgãos reguladores já perceberam este fenômeno e começam a reforçar os mesmos alertas que foram utilizados, décadas atrás, com o e-mail e as mensagens instantâneas (Instant Messages, ou IMs), quando elas passaram a se tornar comuns.
Mas o controle das comunicações em sites de rede social é, de longe, bem mais complexo, pois a realidade é que esse controle envolve sites que estão do lado de fora da muralha que cerca os sistemas internos de TI da empresa. E com uma complicação: a cada dia surgem aplicações novas ou melhoradas para que as pessoas se mantenham conectadas com essas redes.
“Essa é uma questão importante. De fato, eu vejo que é uma questão maior [que a do e-mail e IM]”, avalia o analista da Nemertes Research, Ted Ritter. “Para IM e e-mail, você costumava usar portas e protocolos padrões. Já nas redes sociais você precisa estar no lugar certo para capturá-la e monitorá-la.”

História se repete
As redes sociais têm semelhanças com os serviços de webmail. Nos dois casos, há muitas formas diferentes de acessar os sites, o que torna o controle mais difícil sob o aspecto da tecnologia, disse Ritter.
“Por exemplo, o que você faz em relação a pessoas que têm atualizações móveis no Facebook? Do ponto de vista da auditoria, à medida que os auditores se familiarizam com essas questões, eles vão atrás de controles”, explica o analista.
Ritter disse que não basta monitorar as comunicações via redes sociais. As empresas precisam capturar esse tráfego, auditá-lo e registrá-lo.
Na virada do século, a indústria de serviços financeiros começou a aplicar controles ao tráfego de IM e de e-mail. Assim que os meios eletrônicos de mensagens tinham se tornado populares, um padrão emergiu entre as empresas: o setor financeiro decidiu primeiro bloquear todas as comunicações eletrônicas externas à empresa; depois, adotou aplicações proprietárias de e-mail para as comunicações dentro da corporação, e restringiu as portas pelas quais o tráfego de IM poderia circular - tudo para monitorar e capturar as comunicações.
Um padrão parecido está emergindo com as redes sociais, dizem os especialistas, e alimenta uma crescente indústria de fornecedores de software e serviços para controlar e capturar o tráfego desses ambientes. Entre esses fornecedores estão a empresa de segurança em mensagens instantâneas corporativas FaceTime Communications, a fabricante de firewall PaloAlto Networks, a empresa de arquivamento de mensagens de texto e IM DexRex Gear e o provedor de middleware Saas Socialware.

Bloqueio furado
Hoje, muitas empresas simplesmente tentam bloquear todos os acessos a sites de rede social por empregados que são potenciais alvos de auditoria, como corretores de negócio e representantes de vendas e marketing, mesmo que esses empregados achem tais sites inestimáveis.
“O primeiro passo que as organizações precisam dar é no sentido de uma verificação da realidade”, disse Ritter. “Eles precisam se apropriar do que está acontecendo na rede social. O simples bloqueio dos sites não funciona. Funcionários sempre encontram um jeito de contorná-lo. E deixar passar tudo é muito arriscado.”
Ritter e outros especialistas dessa indústria dizem que os sites de rede social apresentam um desafio de supervisão bem maior que o do IM ou e-mail – e mesmo do webmail – porque há muitas aplicações associadas a eles, incluindo ferramentas de mensagens instantâneas e applets de jogos - como o Farmville ou o Mafia Wars, do Facebook.
O simples bloqueio de sites como Twitter ou Facebook com um filtro de URL não é difícil. “O problema são todas as aplicações de tunelamento que podem contornar esses controles”, disse Chris King, diretor de marketing de produto da PaloAlto Networks. “Pesquise na web pelo termo ‘circumventing URL filtering’ (contornando filtragem URL) e você vai entender o que quero dizer. Alguns blogs, como o Lifehacker.com, e mesmo o Wall Street Journal, vivem publicando coisas como os 10 melhores modos de passar por cima dos controles de segurança.”
King explica que o empregado de uma empresa poderia simplesmente instalar um proxy em um computador doméstico e conectá-lo a um cable modem. Quando esse empregado estiver no trabalho, poderia se conectar ao IP de sua casa e contornar o filtro corporativo.
“O site Proxy.org tem tudo: de uma aplicação chamada UltraSurf, que é a queridinha dos estudantes de colegial, até uma coisa chamada Core, que é a favorita dos espiões”, conta King. Há muitas aplicações feitas para facilitar o contorno dos controles tradicionais.

Muito valiosas para bloquear
As redes sociais são um modo muito popular de se comunicar com possíveis clientes e gerar vendas, particularmente entre os empregados mais jovens do setor financeiro, dizem especialistas.
“Nós ouvimos histórias de que, entre os melhores consultores financeiros [de uma grande firma de planejamento de investimentos], os números um e dois da lista são alguns dos que mais dominam o uso de mídia social”, disse Chad Bockius, vice-presidente de marketing e estratégia de produto da Socialware, uma fornecedora de ferramentas de gestão e monitoria de redes sociais na modalidade SaaS.
Bockius disse que a Socialware está prestes a publicar os resultados de uma pesquisa com mais de 200 consultores financeiros, que foram questionados sobre quantos novos clientes foram conquistados e novas vendas foram geradas por meio de mídia social. “Os resultados são impressionantes, na casa de 20%”, disse.
“Você ainda encontra gente dizendo ‘não precisamos usar o Facebook ou estar no LinkedIn. Essas ferramentas são para garotos do ginásio, ou para entreter pessoas que gastam tempo na Starbucks’. Não é mesmo o caso”, continuou Bockius. “Há realmente valor tangível de negócio que você pode extrair dessas ferramentas.”
King disse que o problema com as redes sociais é que, pelo lado do negócio, a empresa quer interagir com uma geração mais jovem de clientes por meio de seu canal preferido; mas, pelo lado de TI, a empresa tem dificuldade em encontrar as ferramentas necessárias para controlar esse tráfego.

Novas ferramentas
“O pessoal de normas e de segurança diz ‘ei, estamos completamente impedidos de adotar esses canais de comunicação por causa das exigências regulatórias”, disse King. “Estamos em uma posição única porque nós somos uma empresa de firewall e podemos ver e controlar essas aplicações.”
A PaloAlto usa software de gerenciamento de política de firewall para controlar comunicações externas na camada de aplicação, por meio do ID do usuário e do tipo de conteúdo.
O banco de investimentos globais Greenhill & Co. usou o software da PaloAlto para monitorar e capturar o webmail usado por seus empregados, o que levantou questões sobre segurança de dados e sua posição geral de adequação às normas.
“Precisamos de melhor visibilidade em nossa rede para bloquear acesso a certas aplicações – especialmente Gmail sobre HTTPS”, disse o diretor de sistemas globais da Greenhill, John Shaffer, em declaração. “Nós notamos que os usuários contornavam nossa solução de bloqueio por meio do uso de versões encriptadas SSL de aplicações webmail.”
As atividades de filtragem URL, spyware e firewall da Greenhill estavam sendo gerenciadas por aparelhos separados, e a empresa estava buscando um meio de consolidar esses serviços em um painel de controle, para reduzir complexidade e gastos.
A empresa permitiu à PaloAlto demonstrar seu firewall, e “ele instantaneamente revelou usuários acessando Facebook, Gmail, RSS, Google Desktop, AOL Instant Messenger (AIM), Meebo, Skype e Yahoo! Mail.”
“Pela primeira vez nós pudemos ver exatamente quais usuários estavam acessando que aplicações específicas”, disse Shaffer.

Startups
O mercado potencial para fornecimento de software de monitoria de rede não tem passado despercebido aos empreendedores.
A DexRex, por exemplo, foi lançada em um dormitório da Universidade de Massachusetts em Amherst em 2005 por dois ávidos usuários de mensagens de texto, Derek Lyman e Richard Tortora. A empresa recentemente levantou 1 milhão de dólares em investimentos privados.
Em 2010 a DexRex lançou o ChatSync v2.2, que usa APIs (interface de programação de aplicações) extensíveis para plugar em aparelhos dos usuários, clientes de messaging ou servidores, para arquivar as comunicações em redes sociais. O serviço é oferecido por meio de um dispositivo instalado na empresa ou no modelo de nuvem, tipo SaaS. O software fornece captura em tempo real de comunicações de redes sociais, empurrando conteúdo e seus metadados de portais de acesso à web.
O ChatSync 2.2 também pode monitorar e capturar, para auditoria, e-mail, IM, SMS e comunicações em mídia social, incluindo LinkedIn, Twitter e Facebook, de acordo com Lyman.
Lyman disse que o mercado para captura de mensagens é dirigido por requerimentos de retenção de dados exgidos por regulamento, com a necessidade de descobertas legais em segundo lugar.
“Nós estamos capturando toda a categoria de comunicações alternativas baseadas em texto e fazendo parcerias com os provedores de serviço de e-mail existentes”, disse Lyman. “A exigência legal de apresentação de documentos realmente dita por que eles querem esses registros, e é isso que os reguladores esperam ver.”
Dan Srebnick, comissário associado de segurança de TI para o Departamento de Tecnologia de Informação e Telecomunicações (DoITT) da cidade de Nova York, disse que a cidade usa software da FaceTime para malware, spyware e filtragem web e não para controlar as tentativas de empregados de usar redes sociais. A agência também está monitorando essa atividade para assegurar que ela é consistente com as políticas de marca, marketing e comunicações da cidade.
“Nossa questão com a mídia social é menos sobre como restringi-la e mais sobre como habilitá-la”, disse Srebnick.
O DoITT age como câmara de compensação, ou registrador, de agências municipais que têm páginas em sites de rede social para publicação de avisos e para interagir com os moradores. Agências que têm tais páginas devem declará-las e fornecer ao DOITT seus Ids e senhas para assegurar que tais páginas possam continuar a ser mantidas se o funcionário encarregado deixar a agência.
“Esses sites não são sobre a pessoa. Eles são um mecanismo oficial de comunicação da cidade de Nova York”, disse Srebnick. O DoITT também desenvolveu uma política de mídia social válida para a cidade e que fornece regras gerais de governância sobre como as agências devem usar as redes sociais.
Srebnick disse reconhecer que no futuro, ele provavelmente terá de examinar os recursos de segurança do FaceTime. Ele apontou para a falha da última semana do Facebook, onde um bug permitiu que usuários vissem sessões de chat de seus amigos, como uma das razões para isso.
“Se tivéssemos esse tipo de controle disponível e soubéssemos que havia um problema em um site específico de mídia social que pudesse comprometer a capacidade da cidade de fazer negócios de maneira segura, nós poderíamos tomar o controle sobre ele ou teríamos a habilidade de auditá-lo”, disse. “A ideia de ter controles flexíveis sobre um site de mídia em termos de que recursos podem ser utilizados e como eles são usados poderia ser uma coisa muito poderosa sob uma perspectiva de segurança.”
Fonte: CIO DIGITAL 2011