QUAL O VALOR DA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL..??

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CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

3 formas em que a TI ainda falha consigo mesma

Às vezes, na TI, somos nossos maiores inimigos. Os líderes de tecnologia precisam estudar esses erros de forma absolutamente honesta
Seguindo a linha dos textos “6 pontos em que TI ainda falha nos negócios” e “5 formas em que as áreas de negócios falham com a TI“, que atingiram alguns pontos cruciais dos sentimentos dos CIOs, resolvi escrever sobre uma nova maneira de olhar para esse relacionamento complexo: há horas em que falhamos com nós mesmos na TI.
A mudança começa de dentro, e os líderes de TI devem examinar com honestidade brutal as formas que atuam como seus próprios inimigos.
1. Falhamos na automatização da TI
Esta é minha implicância número 1: a TI automatiza alegremente os processos das áreas de negócios, mas não seu próprio departamento. Como observado recentemente por um colega meu, este é um ciclo vicioso: ninguém parece ter tempo suficiente para automatizar as pequenas coisas – redefinição de senhas, limpar o cache do navegador, etc.
Temos sido mais bem sucedidos na automatização das coisas grandes – sistema de gestão vem à mente. No entanto, por não existir um enorme ROI na automatização das pequenas coisas, nós as entregamos ao pessoal de TI. Grandes projetos tendem a ser complexos e levam muito tempo, então eu pergunto se automatizar cinco coisas simples não renderia mais que apenas trabalhar em uma. É difícil medir, eu sei.
2. Não pedimos ajuda aos nossos colegas de negócios
Eu ainda encontro gerentes de projetos e engenheiros de redes que se queixam de coisas como: “Eles nos pedem para fazer XYZ. Acredita? Eles querem mais e mais. Nós simplesmente não temos os recursos necessários!”. A peça que falta aqui não é responder “não, mas …”, mas dizer “sim, e …”. Estar ocupado é um grande problema.
O problema da TI é que a maioria de nós somos individualistas e queremos fazer as coisas da nossa forma. Mas às vezes não é possível.
Embora não possamos dizer não a um projeto incrível que promete ajudar a empresa a ter sucesso, podemos dar aos nossos colegas um direcionamento sobre o impacto de assumir o novo negócio. Que tal: “Sim, nós podemos fazer, e temos opções para finalizar outro projeto ..” ou “vamos precisar de X recursos adicionais para completar este pedido no tempo solicitado.”
3. Falhamos em relatar o que fazemos
Apenas 39% dos profissionais de TI em negócios delimitam métricas, como feedbacks de serviços ao cliente, afirma uma pesquisa da InformationWeek EUA. E essa porcentagem caiu cerca de 7% no último estudo.
O problema é que vários colegas da TI olham para o relatório como uma mostra irrisória, mas isso não é verdade. Essa é uma ótima maneira de consolidar o que é bom ou ruim, de comemorar o sucesso e aumentar a moral, ajustar e corrigir as coisas que não estão indo tão bem, e lembrar aos colegas quanto trabalho temos desenvolvido para eles. Talvez se nós lembrarmos nossos colegas o que fazemos por eles de uma forma mais regular, eles possam entender melhor sobre nossa carga de projeto. E talvez ofereçam algumas novas ideias sobre como corrigir alguns dos nossos desafios.
Podemos debater infinitamente sobre como “o negócio” está falhando com a TI ou o contrário. Mas eu gostaria de sugerir que os profissionais de TI tornem-se substancialmente o mundo melhor por simplesmente focar em seus próprios comportamentos autodestrutivos.

Jonathan Feldman | Colunista InformationWeek EUA

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O Dilema Águia/Galinha na TI

Para quem não conhece o livro “A Águia e a Galinha”, escrito por Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor de renome, farei um resumo introdutório a este artigo.
Certo dia um camponês encontrou na floresta um filhote de águia ferido. Levou-o para sua fazenda, tratou suas feridas e passou a criar o filhote junto com suas galinhas, como sendo uma delas. Passados cinco anos, a águia agia como uma galinha, ciscava, fazia pequenos voos rasantes, enfim, utilizando o “tecniquês” da área de tecnologia, era um hardware de águia com um software de galinha. Assim durante uma visita de um amigo naturista ao camponês, ele desafiou o camponês a testar o instinto da águia, defendendo que não importa em que ambiente ela tenha sido criada, o instinto de águia teria adormecido, mas não morrido.

Bastava desafiá-la que automaticamente ocorreria o “upgrade” de galinha para águia. Pois bem, seguiram testes lançando a águia ao ar, de cima de um telhado, e nada. Ela agia como uma verdadeira galinha, dando rasantes, voltando ao solo. Enfim, resolvem segurar a águia contra o sol, para que observe o seu ambiente natural, e soltaram-na do alto de um penhasco. Guiada pela luz do sol, e envolta pela liberdade, ela bateu suas asas até desaparecer no horizonte. Enfim, o naturista estava certo, a águia estava adormecida, mas os seus instintos a guiaram para a sua liberdade.
Enfim, você agora deve se perguntar o que isso tem a ver com gestão de TI. Bom, vamos ao que interessa.
Nossas áreas de TI nas empresas estão repletas de técnicos e analistas “águias”. Aqueles que utilizando de suas asas alçam altos voos, que não veem limites, que partem para o horizonte em busca de novos desafios a cada dia, deixando para trás tudo que o prende e tolhe sua liberdade, assim preservando sua autonomia e independência. Por outro lado temos também os técnicos e analistas “galinhas”. Esses por sua vez se mantem ao nível do chão ignorando suas asas, mantendo seus pés em terra firme, ciscando e fazendo voos rasantes, mas sem nunca sair do seu “terreiro”, o que lhe poda a liberdade e em troca lhe dá a segurança que julga necessária. Enfim, são os exemplos extremos, mas bem definidos os perfis que tratamos acima.
Porém, quero focar no perfil mais rico a ser trabalhado pelos gestores, um perfil com potencial, porém se mal trabalhado, há o risco de se subutilizar a capacidade produtiva e torna-lo refém de si mesmo e do ambiente que o cerca. Trata-se do perfil “águia-galinha”, ou seja, as águias que vivem presas em rotinas de galinhas, agindo e vivendo como se fosse uma galinha. Ciscando e bicando o chão e alçando pequenos rasantes aqui e acolá. “Que mal há nisso”, você me pergunta agora. Nenhum, eu respondo, nenhum se não estivéssemos tratando de uma águia, e consequentemente de um total desperdício potencial. Lembremos aqui das palavras célebres da admirável Carlos Drummond de Andrade: “A cada dia que vivo mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional”. Assim sendo, porque desperdiçar os dons que temos como águias, vivendo vidas de galinhas? Não seremos boas galinhas, nem tão pouco boas águias.
Mas o que podemos fazer para mudar esse paradigma? Neste ponto que entra a figura do gestor, como líder e não apenas como chefe. Um paradigma antigo, mas ainda muito presente na área de TI.
Podemos ser gestores “camponeses”, mantendo águias ciscando em nossos terreiros, com lindas asas de longa envergadura, utilizadas para rasantes ate o poleiro, com seus bicos pontiagudos e resistentes, utilizados para bicar migalhas no chão, e com suas garras afiadas e precisas, utilizadas para caminhar e ciscar. Assim teremos um belo terreiro com várias águias, cujos ovos não nos servem de refeição, tampouco sua carne é agradável ao paladar, para um assado ou ensopado. Um terreiro belo, mas pouco produtivo, afinal, não é pra isso que as águias existem. São como os departamentos repletos de profissionais brilhantes executando rotinas monótonas e maçantes, mecanizadas sem nenhum desafio.
Porém se quisermos mudar realmente o cenário aproveitando o seu potencial, devemos agir como líderes “naturistas”. Você deve me perguntar novamente: Como assim? Explico: devemos primeiro pôr a testes suas potencialidades e instintos dos águias-galinhas. Alçando-os acima, soltando-os de telhados, oferecendo desafios para instigar seus primitivos instintos de águias. Assim, podemos também segurá-los acima frente ao sol, mostrando-o seu guia. Metaforicamente aqui, mostramos os objetivos e horizontes, oferecemos o desafio, mas mostramos a recompensa, indicando o caminho. E não se trata de um obedece-ganha, mas de uma relação mérito-recompensa. Somente assim podemos extrair o melhor dos nossos liderados, em uma relação “ganha-ganha”.
Muitos gestores sabem disso, mas não aplicam, tornando-se “camponeses” com potencial para “naturistas”. Tem instinto, mas não tem ação. Como o analista “águia-galinha” é uma águia, sabe que é instintivamente, mas é levado a agir como galinha. Afinal, porque ser diferente? A resposta mais óbvia seria: “Para ser VOCÊ MESMO”.
Mas não é tão fácil como parece. Nesta jornada, alguns “águias-galinhas” estão com seu lado galinha tão entranhados em si, que não mais querem sair desta condição. É uma opção, mas devemos antes dar-lhes a oportunidade de serem o que são. O livre-arbítrio nos obriga a respeitar a sua decisão, afinal é sobre si mesmo que reflete esta deliberação.
Mas podemos dizer que vale a pena insistir, já que isso nos torna um facilitador, e no caso da TI, como gestores colhem os frutos de despertar as águias para voos mais distantes. E ainda podemos contar com o reconhecimento e gratidão dessas águias pelo curso de suas carreiras afora. E como nossa vida é baseada em relacionamentos, com certeza quem instiga esses potencias, tem retorno garantido em suas vidas. “És eternamente responsável por aquilo que cativas”, diria Saint-Exupery em sua obra “O Pequeno Príncipe”.
Enfim, quero concluir aqui, que às vezes, precisamos de um norte para usufruir de nossos potenciais, precisamos de uma fagulha, um incentivo para segui-los. E pela dualidade da natureza dos relacionamentos, que se apresentam em mão-dupla, também devemos ser a fagulha, ser o líder que se apresenta como fomentador de transformações, de mudanças. Se soubermos liberar as águias dos nossos convivas, sejam eles subordinados ou não, teremos parte de nossas missões cumpridas com louvor, e podemos nos preparar para colhermos os frutos dessa ação.
Referência Bibliográfica:
BOFF, Leonardo. A águia e a galinha, a metáfora da condição humana. 40 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997
Por Marco Aurélio – administradores.com.br

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Bahia, Ceará e Pernambuco são os que mais investem em TI no Brasil

Os três estados lideram o ranking dos "Top 5" nas compras de hardware, software e serviço em 2012, segundo estudo da IDC. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul aparecem na sequência.
O Nordeste brasileiro começa a se destacar nas compras de TI no Brasil. Estudo realizado pela IDC revela que três estados daquela região lideram o ranking dos “Top 5” em crescimento de investimento em tecnologia da informação. São: Pernambuco, Ceará e Bahia, classificados respectivamente em primeiro, segundo e terceiro lugar em volumes de gastos em hardware, software e serviços no ano passado.

Os três estados registraram crescimento de 15% nos investimentos de TI em 2012 em comparação com 2011. O quarto colocado é Rio de Janeiro e o quinto o Rio Grande do Sul. Esses dois últimos apresentaram aumento de 14,7% nas encomendas de TI no ano passado.

Os dados fazem parte do estudo Brazil IT Opportunity Map desenvolvido pela IDC e finalizado em setembro/2012, que analisou as vendas de hardware, software e serviços por região e também a distribuição dos investimentos por verticais. A consultoria de pesquisas não revelou os valores dos investimentos dos estados.

Para o analista da IDC Brasil, Anderson Figueiredo, os três estados nordestinos se destacaram no estudo em razão do aumento de investimentos pelos governos locais em tecnologia da informação.

No caso de Pernambuco ele cita o exemplo do Porto de Suape, que está passando por ampliação e pressiona as companhias a modernizem seus sistemas de infraestutura de TI.

“Pernambuco, Ceará e Rio de Janeiro são os que mais vão comprar TI em 2013”, prevê Figueiredo. Ao olhar para o Rio de Janeiro, ele observa que, além de todo processo de transformação que o estado fluminense está passando para sediar as Olimpíadas de 2016, a região está recebendo muitos investimentos em TI como da Petrobras e de indústrias do setor que decidiram instalar centros de pesquisas e desenvolvimento lá. No ano passado, por exemplo, EMC e a Microsoft anunciaram instalação de laboratórios e unidades de P&D na capital carioca.
Fonte : ComputerWorld

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Por que brasileiros se preparam pouco para entrevistas de emprego?

Profissionais britânicos e irlandeses são os que mais gastam tempo pesquisando sobre as empresas e as vagas para as quais estão se candidatando. Levantamento da consultoria Robert Walters com 2.500 profissionais ao redor do mundo mostrou que 74% dos irlandeses e 55% dos britânicos investem mais de duas horas na busca por informações a cada entrevista de emprego. Na média global, 38% relataram dispor desse tempo.
No Brasil, por outro lado, 40% afirmaram dedicar menos de 30 minutos para se informar mais sobre a vaga que almejam. Globalmente, 22% disseram que se preparam por apenas 30 minutos. Outros países têm números semelhantes aos do Brasil. Na Holanda, por exemplo, 44% também acham meia-hora suficiente e na Alemanha, 41%.
Entre os que dedicam mais de duas horas para pesquisar sobre a vaga – além de grande parte dos irlandeses e britânicos – também aparecem os chineses (50%), os profissionais de Hong Kong (42%), da Austrália (41%), dos Estados Unidos (41%) e da África do Sul (39%).
Ao divulgar o estudo, Chris Hickey, diretor geral de recrutamento da Robert Walters para o Reino Unido, disse que ele sempre recomenda aos executivos que pesquisem a companhia e a vaga para a qual estão se candidatando o máximo possível antes do encontro presencial com o recrutador. “Na entrevista, os empregadores procuram entrevistados que possam demonstrar um certo nível de entendimento da posição e das preocupações do negócio”, afirmou.
Durante a preparação, Hickey recomenda que os profissionais explorem o site da empresa para entender, com precisão, o que a companhia faz e seu recente desempenho. Segundo ele, também é uma boa ideia conversar com pessoas do setor para pegar dicas sobre a cultura organizacional do futuro empregador. Finalmente, recomenda ele, vale acompanhar a cobertura que a mídia tem feito da companhia, pois isso pode munir o candidato de informações sobre as atividades, estratégias e presença de mercado da empresa. “A habilidade de demonstrar conhecimento sobre todas essas facetas da empresa durante a entrevista pode ser um fator diferencial para os empregadores quando estão decidindo quem vai ficar com a vaga”, completa.
Lembre-se: A habilidade de demonstrar conhecimento sobre a empresa durante a entrevista pode ser um fator diferencial!
Por: Adriana Fonseca
www.whitecub.com.br

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Alinhamento entre TI e negócios é “desastroso”, diz escritor

Gosto muito deste tema. inicio 2013 com este post que certamente tem tudo a ver com o que penso na atualidade sobre "alinhamento entre TI X NEGÓCIO. FELIZ 2013. Carlos Maia

Peter Hinssen, autor do livro “The New Normal”, considera a prática de gestão “a maior fraude da indústria".
Com avaliação diferente da maioria dos analistas e empresas de pesquisa do mercado, Peter Hinssen, empresário e autor do livro “The New Normal”, constata que o alinhamento entre TI e negócios tem sido um desastre para os departamentos de tecnologia da informação. Baseado nas práticas de gestão na última década, ele considera esse discurso "a maior fraude da indústria"

Durante o Forrester IT Fórum, realizado na semana passada em Paris, o empresário disse: "Os departamentos de TI que tentaram se alinhar com os negócios tornaram-se mordomos dos pares de outras áreas”. A sobrevivência em um mundo de rápida mudança não vem de alinhamento, mas da fusão entre negócios e TI, insistiu.

Hinssen citou o editor da revista Wired, Chris Anderson, que afirmou em 2007 que os chief information officers (CIOs) não tinham mais veia inovadora no negócio e se tornaram "pesos mortos". Segundo o consultor, eles estão “impedindo os inovadores tecnológicos reais – funcionários que querem usar as ferramentas cada vez mais disponíveis na web para realizar melhor o trabalho – de liderarem os processos”.

O escritor apontou ainda que a "relevância do departamento de TI está sendo questionada todos os dias", mas ele sugere que os CIOs estabeleçam uma luta de volta. Segundo ele, o renascimento é possível "mas exige uma reformulação do departamento de TI".

Hinssen disse aos presentes no evento que eles aceitassem o "novo normal", uma combinação de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. “TI tem de ser vista como inovadora se quiser sobreviver”, afirmou.

“A TI terá de seduzir os negócios com soluções que façam sentido para o 'novo normal'. Ao mesmo tempo, os CIOS terão de ser duros para fazer as mudanças que as organizações precisam para garantir o uso adequado da tecnologia de forma mais ampla”, assinalou.

Ele aconselhou que as equipes de TI se "moldem para a mudança" e criem sistemas e arquiteturas diferenciadas se quiserem sobreviver.
fonte: COMPUTERWORLD 2012

domingo, 30 de dezembro de 2012

FELIZ 2013

HOJE, ENCERRO O ANO DIZENDO OBRIGADO A DEUS POR TUDO DE BOM QUE TIVE NESTE ANO MUITO POSITIVO.
ESPERO QUE 2013 SEJA UM ANO DE MUITO SUCESSO A TODOS NÓS.
SUCESSO, SORTE, SAÚDE....FELIZ 2013
CARLOS MAIA

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

TI falha ao conduzir crescimento dos negócios, aponta relatório

Empresas com melhor desempenho identificaram um papel diferente para a TI em áreas-chave do negócio.
Mais da metade das empresas depende dos departamentos de TI para aumentar a eficiência de suas operações. Mas essa relação, na maioria das vezes, está aquém das expectativas quando o objetivo é impulsionar o crescimento de negócios. Essa é a conclusão de um relatório conduzido pela Juniper Networksa a pedido da Economist Intelligence Unit.

A pesquisa ouviu 475 executivos seniores na Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos e mostrou que as empresas de melhor desempenho identificaram um papel diferente para a TI em áreas-chave do negócio.

Quando comparado aos seus pares, mais 20% das organizações de alto desempenho disseram que a tecnologia desempenhou um "papel muito forte" na performance financeira da organização. Além disso, mais 11% das companhias de alto desempenho concordaram fortemente que a função de TI pode suportar o crescimento do negócio por meio da identificação de oportunidades de mercado.

Oito por cento das organizações de alto desempenho dizem que a TI contribui ativamente para ajudar no desenvolvimento de produtos e serviços. Enquanto a maioria dos departamentos de TI ainda não é amplamente vista com uma área que conduz a expansão dos negócios, as empresas pesquisadas acreditam que o papel da TI vai começar a mudar "a partir de ferramentas de eficiência para conduzir o incremento".

Na pesquisa, 60% dos entrevistados disseram que TI está muito ou de alguma forma envolvida em ajudar a criar produtos ou serviços para a empresa ao longo dos próximos três anos.

Por outro lado, apenas alguns entrevistados da área de negócios tiveram sucesso na colaboração com TI em negócios estratégicos, como identificar oportunidades de mercado, identificar inovações ou o estabelecer diferencial competitivo.

“As empresas ainda veem a função de TI no papel tradicional de melhorar a eficiência do processo. Entretanto, para realmente tirar proveito de um mundo cada vez mais digitalizado, organizações precisam reconhecer o valor potencial da TI como um parceiro de colaboração na identificação de oportunidades”, acredita Rozina Ali, vice-editor da Economist Intelligence Unit.

Para Bask Iyer, CIO da Juniper Networks, as companhias têm de abraçar tecnologias disruptivas, como nuvem e mobilidade para impulsionar o crescimento do negócio. “Elas vão criar uma oportunidade para que TI deixe a função de suporte e ganhe papel mais estratégico”, conclui.
Fonte: Computerworld 2012