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CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

3 passos para uma campanha de sucesso na internet

Inovação é a palavra-chave para o sucesso de qualquer startup, independentemente do ramo de atuação. Mas qual é a palavra-chave da sua startup? Será que você sabe? E, se sabe, será que esse é um termo que o consumidor buscaria na Internet em uma pesquisa? Essa definição deve ser o princípio básico do desenvolvimento da sua empresa. A partir dela você consegue determinar com clareza o conceito do seu negócio, o tipo de serviço que presta e quais soluções oferece ao mercado. E mais: assim você consegue dar ao consumidor informações precisas na hora de colocar no ar as estratégias de divulgação. Isso facilita a segmentação de mercado e, consequentemente, aumenta o potencial de vendas da sua startup.
Se você já trabalha com uma campanha de SMS, provavelmente já entende perfeitamente tudo isso. A sigla inglesa é usada para o Search Engine Marketing, um conjunto de técnicas e serviços que ajudam a melhorar o posicionamento de links (em formato de anúncios patrocinados ou não) nas ferramentas de busca da Internet – como Google, Bing, Yahoo, entre outros. Muita gente não sabe, mas SEO (Search Engine Optimization) faz parte da disciplina SMS e, neste artigo, focaremos em anúncios patrocinados. Adotando as estratégias de SMS, você garante, de forma eficiente, que o público em geral e possíveis clientes tenham acesso rápido a seu site durante buscas na web. Os benefícios são enormes: com um link bem posicionado nas pesquisas, sua página terá expressivo volume de cliques, que significará aumento de tráfego e maiores possibilidades de conversão de vendas.
Claro que trabalhar com essa ferramenta de marketing exigirá uma determinada injeção de recursos. Porém saiba que você só pagará pelos acessos que conseguir e que poderá estipular uma margem máxima de dinheiro a ser desembolsado. O mais importante é ter em mente que o SMS é fundamental para as empresas que querem se manter competitivas. Tratando-se de startups, que possuem projetos embrionários e precisam garantir inserção no mercado, campanhas do tipo são obrigatórias! Lembre-se de que, bem trabalhado, marketing nunca significará gasto, mas investimento. Os resultados aparecerão naturalmente, mas dependem de muito esforço e dedicação.
Nesse momento você deve estar se fazendo inúmeras perguntas: Mas como ter certeza de que fiz as opções adequadas na hora de definir e contratar a campanha? Como me certificar de que o dinheiro terá sido bem investido? Como identificar erros e acertos? Para todas essas questões há respostas técnicas. E para consegui-las é preciso usar algumas métricas específicas. Saiba que os próprios buscadores fornecem relatórios com estatísticas. Monitorando diariamente os resultados, você conseguirá medir a eficiência da sua campanha de SMS e poderá fazer alterações que permitam melhorar ainda mais o as conversões (vendas, cadastros, …).
Abaixo estão listadas as três métricas essenciais a serem observadas em campanhas de SMS. Se interessou? Então preste a atenção!
#1: Quality Score
O Quality Score é extremamente importante. Como o próprio nome diz, essa métrica determina a qualidade do material que você está colocando no ar, de acordo com o grau de relevância que ele tem para o consumidor. Vamos supor que você esteja trabalhando com o Google, que é o mais relevante. Nem Sempre aparecerão na primeira linha ou na primeira página aquelas empresas que pagarem mais alto pelos cliques. O buscador fará uma avaliação daquilo que é mais importante também para o internauta. Afinal, ele quer oferecer um serviço eficiente e garantir que nos primeiros acessos a pessoa encontre por aquilo que está procurando.
Para balancear os interesses do buscador, dos clientes anunciantes e dos internautas existe o Quality Score. Quanto maior for esse índice, melhor posicionado ficará seu site. Mas o que ele leva em consideração? Dos diversos fatores utilizados, esses são os mais importantes:
• Click-Through Rate (CTR): Esse fator indica a taxa de cliques do link. Ele é calculado dividindo-se o número de impressões pela quantidade de cliques. Para aumentar o CTR você precisa garantir que o anúncio aparecerá de forma atrativa nas buscas. Tenha certeza de que a palavra-chave aparecerá no título e que a pessoa não precisará acessar sua página para entender do que se trata. Tudo precisa ser bem explicativo já na anúncio. Do contrário, o internauta vai passar batido e clicar no link da concorrência. Ou, pior, clicar no seu link e rapidamente voltar para encontrar o que realmente estava buscando.
• Relevância: Esse quesito indica se o site realmente será útil ao internauta. Daí, mais uma vez, a importância de escolha de uma palavra-chave adequada. Tente trabalhar com buscas menos amplas, usando para isso expressões compostas – as chamadas longtail keywords. Se escolher um termo muito abrangente, você aumentará a concorrência e ainda reduzirá a relevância do seu site nas buscas. Pense em que as pessoas digitariam se precisasSMS do seu serviço e defina uma busca para a qual seu link realmente será útil. Lembre-se: quanto mais segmentado você for, melhor será os resultados.
• Landing page: Se a sua página não for atraente, explicativa, de bom conteúdo e fácil navegação; seu link será penalizado e perderá pontos. Como já foi dito aqui, o buscador quer oferecer ao internauta um serviço de qualidade, com acesso a páginas bem construídas e profissionais. Portanto, esse é um quesito obrigatório de boa pontuação. A landing page é a sua sala de estar na web, onde você apresentará aos clientes seus serviços e oferecerá a eles a opção de apertar o botão de “comprar”. Então se ainda não investiu na construção de um bom site, inicie esse projeto desde já.
#2: Taxa de conversão
Você já entendeu que precisa ter uma landing page atraente e que deve escolher termos adequados para a palavra-chave de busca, do contrário seu link não terá relevância para os clientes e, consequentemente, não atingirá o volume de acessos esperados. Agora está na hora de darmos um passo à frente. A taxa de conversão é a segunda métrica a ser avaliada por sua startup depois que colocar uma campanha de SMS no ar. Ela vai indicar se a sua estratégia está realmente alcançando o principal objetivo de qualquer ação de marketing: as vendas.
A taxa de conversão é obtida calculando-se o número de usuários que realiza uma determinada ação, em relação ao número total de usuários do site. Vamos imaginar que a cada 100 pessoas que visitam a página, quatro contratam os serviços da sua startup. Hipoteticamente você terá uma taxa de conversão de 4%. Entenda que não existe um percentual ideal. Tudo depende do ramo que a empresa atua e do tipo de serviço ou produto que comercializa. Algumas firmas trabalham com taxas entre 1% e 2% e estão satisfeitas. O importante é ter metas para melhorar SMSpre.
Há uma série de ações que podem ser colocadas em prática para crescer a taxa de conversão. É o que os marketeiros chamam de Conversion Rate Optimization (CRO). Esse precisa ser um trabalho contínuo e diário. O primeiro passo para evoluir é ter controle dos números, o segundo, é fazer comparações com múltiplas companhas e landing pages diferentes, o famoso teste a/b. Você vai se impressionar como pequenas alterações podem trazer melhoras expressivas. Mas, antes disso, como saber se você está no caminho certo? Se suas primeiras estratégias foram bem sucedidas e se sua campanha de SMS está realmente sendo financeiramente compensatória? Uma boa forma de descobrir isso é utilizando a métrica abaixo.
#3: Custo de Aquisição de Cliente (CAC)
Calculando o custo médio de cada conversão, você terá uma ideia do quão lucrativa está sendo sua campanha. Para chegar a esse número, as empresas calculam primeiro o Custo Por Clique (CPC). Esse dado leva em conta todos aqueles que foram atraídos para dentro da página a partir de uma campanha, considerando-se que esses são clientes em potencial. Se você utilizou na sua campanha a modalidade CPC, esse dado estará disponível nos relatórios do próprio Google. Por outro lado, se você optou pela modalidade CPM – Cost Per Mille (custo por mil impressões) você terá que calcular o valor do clique manualmente. Porém quantidade não é tudo, sua maior preocupação deverá ser qualidade.
O CAC leva em conta apenas os acessos que realmente foram convertidos, seja efetuando uma venda, um registro ou qualquer que seja o objetivo da sua campanha. Por meio dele você saberá exatamente qual o custo médio de cada venda. Se o custo por conversão estiver muito alto, pode inviabilizar a campanha. Saiba que esse número nunca poderá ser igual ou maior do que oLifeTime Value (LTV), que determina em quanto tempo o consumidor vai utilizar seus serviços e quanto vai pagar por eles nesse período. Quanto menor for o seu CAC em relação ao LTV, melhor será o seu retorno financeiro. Se o seu CAC estiver muito alto, você obrigatoriamente deverá ter maior fôlego de caixa ($$$) para aguardar o retorno do capital investido no médio/longo prazo.
Vamos imaginar que, ao calcular essas métricas, você encontre números negativos. Não se desespere, é natural que seja assim no começo de qualquer campanha e para tudo há uma solução. Se sua startup tem custos de conversão muito altos, provavelmente tem uma taxa baixa de vendas. Isso indica que você precisa realizar mudanças na campanha (palavras-chave, anúncios e landing pages), SMSpre perseguindo melhorias. O céu é o limite. À procura de melhores deSMSpenhos nos buscadores, há empresas que mudam até de nome. Agora, se você chegou a resultados positivos, ótimo, está no caminho certo. Agora basta continuar otimizando e aperfeiçoando suas campanhas. Lembre-se: as métricas devem ser a base da sua estratégia. Nunca desista de melhorar, seja criativo, seja um growth hacker.
Fonte: Site administradores.com


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Empresas levam, em média, 10 horas para admitir uma falha de segurança

Empresas levam, em média, 10 horas para admitir uma falha de segurança

As empresas levam, em média, até 10 horas para reconhecer uma falha de segurança, mesmo que 35% digam que são capazes de fazer essa identificação num curto prazo de tempo, revela estudo divulgado pela McAfee. O levantamento, que ouviu CTOs nos EUA e na Europa, mostra ainda que mais de um quinto dos entrevistados (22%) afirmou que precisaria de um dia para identificar uma violação, enquanto 5% disseram que esse processo levaria até uma semana.

Quase três quartos (73%) dos entrevistados afirmaram ser capazes de avaliar seu estado de segurança em tempo real, além de terem respondido com confiança sobre sua capacidade de identificação para detectar ameaças internas também em tempo real (74%), ameaças de perímetro (78%), malware do dia-zero (72%) e os controles de conformidade (80%).

Mas das 58% das organizações que afirmaram terem sofrido violações de segurança no ano passado, apenas um quarto (24%) conseguiu reconhecê-las em poucos de minutos. Além disso, quando a questão é realmente encontrar a origem da violação, apenas 14% conseguiram fazê-lo em questão de minutos, enquanto 33% afirmaram que levou um dia e 16% disseram que levou uma semana.

Essa falsa confiança destaca um descompasso entre o departamento de TI e os profissionais de segurança nas empresas, que fica ainda mais evidente quando as conclusões da pesquisa “Needle in a Datastack” são comparadas com um recente relatório sobre incidentes de segurança, intitulado Data Breach Investigations. Este estudo de 855 casos mostrou que 63% das ameaças levaram semanas ou meses para serem descobertos. Em quase metade (46%) dos casos, os dados dessas empresas foram obtidos em questão de segundos ou minutos.

“Essa pesquisa mostrou o que suspeitávamos há muito tempo, ou seja, que muito poucas empresas têm acesso em tempo real a uma questão simples: ‘estou sendo vítima de uma violação?’ ”, afirma Mike Fey, vice-presidente executivo e CTO (Chief Technology Officer) da McAfee. “A única maneira de impedir que isso aconteça é saber que isso está acontecendo”.

A pesquisa Needle in a Datastack descobriu ainda que, em média, as empresas armazenam entre 11 a 15 terabytes de dados de segurança por semana, número que, segundo as previsões do Gartner Group, dobrará anualmente até 2016. Para colocar esse número em perspectiva, 10 terabytes equivale à coleção impressa da Biblioteca do Congresso dos EUA. Apesar de armazenar volumes tão grandes de dados, 58% das empresas admitiram retê-los por menos de três meses, anulando, assim, muitas das principais vantagens de armazená-los.

Segundo o mais recente Relatório Trimestral da McAfee sobre Ameaças, o surgimento de novas ameaças persistentes avançadas (APTs) se intensificou no segundo semestre de 2012. Ameaças desse tipo podem ficar adormecidas em uma rede por meses ou mesmo anos, e há um grande número de exemplos recentes de alta repercussão, entre eles os ataques a grandes jornais dos EUA.

A retenção de longo prazo e a análise dos dados de segurança para revelar padrões, tendências e correlações são fundamentais para que as empresas consigam identificar e lidar rapidamente com essas APTs. A pesquisa “Needle in a Datastack” foi realizada pelo instituto de pesquisas Vanson Bourne, o qual entrevistou 500 tomadores de decisões seniores na área de TI em janeiro de 2013, incluindo 200 executivos nos EUA e 100 (em cada país) no Reino Unido, na Alemanha e na Austrália.

Fonte: Convergência Digital - 2013 Junho


quinta-feira, 27 de junho de 2013

Deep Web - A internet oculta


A maioria não conhece, mas existe uma grande parte do conteúdo da internet que não está acessível ao público, são sites escondidos propositalmente para não ser acessados por qualquer usuário.

São coisas desde inofensivas, tipo faculdades compartilhando informações relevantes a Universidade, muitos hackers ficam nesse local, alguns tentando quebrar essa rede de crimes. Até mesmo o FBI conhece tal pratica e monitora para extinguir isso, mas é quase impossível. Coisas extremamente intrigantes e doentias, como por exemplo, sites de pedofilia (onde há fotos e vídeos de crianças sendo molestadas, e inclusive fórum para combinar tal pratica), coisas como sites onde pessoas se suicidam ao vivo, lugares de venda de drogas, contratação de assassinos profissionais, canibalismo, gente sendo mortas filmadas, seitas satânicas, mortes em sacrifício e muitas coisas pobres que jamais poderíamos imaginar.

Felizmente tais conteúdos não estão disponíveis na internet normal (tipo não tem como acessar o endereço sem alguma coisa própria pra isso, o Google não reconhece ou melhor nenhum site de busca indexa tais coisas, é tipo criptografado.

Estima que essa parafernália toda ocupa umas 100 vezes o que já existem na internet, coisas como centenas de bilhões de site (não sei ao certo). Inclusive é muito representado com um Iceberg, a parte de cima, são os conteúdos acessíveis novamente, agora a parte de baixo não é possível ser acessada somente com algum programa específico.

Ah relatos que existam 8 camadas na Deep Web (Dark Web) etc, a primeira dela é a Orion (como referência a casca da cebola), vários sites terminam como .orion e não .com como é o normal nesta "camada", e é considerada a camada mais simples, porém com um tempo de pesquisa da pra evidenciar coisas realmente assustadoras, coisas doentias.

É um pouco complicado encontrar conteúdos na Deep Web, porém quando os achados, realmente da uma angústia pois são coisas reais que usam o meio de comunicação mais usado a Internet para fazer coisas doentes, que jamais imaginaríamos existir.

Exemplificando melhor, achei um poste sobre essas camadas.


Superficie:
Camada 0 (Sites cotidianos)
Sites comuns, como Yahoo!, Facebook, Google…
Camada 1 (Superfície da Web)
Sites isolados, como Reddit, Digg, Bases de dados MySQL…
Camada 2 (Bergie Web)
Sites desagradáveis ou ocultos (não aparecem nos resultados do Google), como o 4chan, servidores FTP, pornografia juvenil, RSC, FreeHive. É uma boa parte da internet
Deep Web:
Camada 3 (Deep Web)
Pornografia infantil, vírus, pirataria, notícias que a mídia não divulga (como fofocas)
Camada 4 (Charter Web)
Tráfico de animais, pornografia infantil (incluindo bebês!), filmes e vídeos banidos, venda de drogas
Camada 5
Tráfico de pessoas, compra de assassinos, sociedades secretas, seitas satânicas, snuff films (filmes de assassinados gravados pelos próprios assassinos), venda de armas, compra e venda de produtos roubados, hackers… A partir daqui, é importantíssimo estar anônimo, pois ninguém quer te ver lá, e você pode começar a receber ameaças por telefone, tem grande chance de ter o computador infectado ou de ser hackeada.
Computação quântica é necessária:
Camada 6 (Muro da morte)
Aqui tudo começa a ficar seríssimo: você começa a ser caçada, ameaçada constantemente e terá muitos rivais. É impossível ler muitas das informações aqui, pois são encriptadas e somente computadores quânticos podem decifrá-las.
Camada 7 (A névoa)
Essa camada é chamada de “neblina”, pois é formada por várias pessoas poderosas que lutam para chegar até a camada 8 e não querem concorrência, e por isso o local é repleto de vírus e códigos maliciosos para evitar que qualquer pessoa chegue na 7ª Camada, para evitar concorrência.
Camada 8 (Mariana’s web)
80% do conteúdo da internet está aqui. E com “conteúdo da internet”, também estou incluindo o conteúdo da Deep Web, que soma mais de uma centena de milhares de TERABYTES (1 Terabyte = 1024 Gigabytes)

Provalmente não acredito em muitas dessas coisas, mas existe sim, coisas horríveis nesses sites ocultos que é quase a totalidade da Internet.

Para quem quer se aventurar, sugiro pesquisar mais a respeito, no inicio apenas com o navegador Tor é possível descriptografar essa parte oculta da internet.

Fonte: Blog http://worldinmovimento.blogspot.com.br/

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Participação em Grupos de Usuários fortalece atuação dos CIOs

Grupos de Usuários CIOs, ou GU-CIO, podem fortalecer o relacionamento entre profissionais de TI e efetivar a colaboração mútua. Reuniões periódicas, debater temas que giram em torno da Tecnologia da Informação e a troca de conhecimento são situações que contribuem para que a atuação do CIO se torne cada vez mais efetiva nas empresas.
Para o Presidente do GU-CIOs do Paraná, Mario Toews, participar de um Grupo de Usuários é uma oportunidade única de estar em contato direto com profissionais da área que experimentam problemas e desafios comuns, além de conhecer soluções que podem ser aproveitadas na sua empresa. “O GU CIOs-PR existe desde 2000. É uma organização sem fins lucrativos, que reúne os executivos de TI das principais empresas do Paraná”, conta. No caso paranaense, funciona através de um grupo de coordenação e um presidente, que são responsáveis pela organização dos eventos, gestão dos membros e pelo cumprimento do Regimento Interno. Para participar do grupo, há alguns requisitos, relacionados ao tamanho da empresa, e o representante deve ser o principal executivo de TI da organização.
“Regularmente são realizados eventos de confraternização, na maioria das vezes com fornecedores que apresentam suas soluções de hardware ou software”, explica. Nas reuniões, segundo Toews, também são promovidas palestras sobre carreira, gestão de pessoas, segurança da informação e outras que sejam do interesse do grupo.
Fortalecimento em época de crise
Na Argentina, a criação de um Grupo de CIOs nacional foi determinante para os executivos se unirem, mantendo-se fortes durante a crise dos anos 2000. Naquele momento, 25 CIOs se uniram e entenderam que podiam compartilhar experiências e informação. Esse grupo seguiu reunindo-se e hoje, dez anos depois, cresceu e se chama Grupo de CIOs da Argentina.
Segundo Pablo Perl, executivo do Banco de La Nación Argentina e presidente do grupo, houve debates sobre como seria possível reduzir custos para lidar com a crise e discussões no sentido de manter a TI como setor importante para as empresas. “Em toda época, há rotação e gente que fica sem trabalho. Hoje temos quase 300 membros – de 25, 30, crescemos dez vezes. E eu vejo dentro desse grupo que se dá uma rotação, porque há gente que está perdendo o emprego. E às vezes lhe custa voltar a conseguir um trabalho de CIO, ou não voltam a essa posição, começam em outros trabalhos – não porque não querem, mas porque não conseguem”, exemplifica Perl.
Segundo o CIO, o grupo é uma forma de manter contato entre executivos de TI. “Criar comunidades de CIOs, que tenham como objetivo uma comunidade de pares que se colaboram com experiências e informação, ajuda a superar a crise. Um aprende com o que os outros fazem. Mas estas comunidades precisam estar isentas de interesses econômicos”, salienta.
Fonte: IT4 CIO - 2013


quarta-feira, 19 de junho de 2013

CERTIFICAÇÃO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013

No dia de ontem em São Paulo-SP, fiz a prova de certificação na ISO 27002 - Segurança da Informação.
Eu me certifiquei e recomendo a todos CIO´s e demais profissionais de TI esta certificação.
Atualmente considero esta certificação como fundamental a todo gestor e obviamente ao pessoal de segurança da informação.
Me coloco a disposição para assuntos referentes a ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO, laudos, etc.
um abraço
Carlos Maia

terça-feira, 11 de junho de 2013

GUIA SALARIAL ROBERT HALF - 2013 -(link)


SEGUE UM LINK REFERENTE AOS SALÁRIOS PRATICADOS NO BRASIL 2013.

NÃO SE ASSUSTE !!!!!!

http://s3.amazonaws.com/IZWeb/Brazil/Guia+Salarial/Robert_Half_2013_Guia_Salarial_Brasil.pdf

Carlos Maia

sábado, 8 de junho de 2013

CONSIDERAÇÕES REFERENTES AO 6º FÓRUM INTERNACIONAL DE TI – PORTO ALEGRE


CONSIDERAÇÕES REFERENTES AO 6º FÓRUM INTERNACIONAL DE TI – PORTO ALEGRE – RS – 05 E 06 DE JUNHO DE 2013.
Local: Teatro do Bourbon Country
Primeiramente seria importante relatar que mais uma vez este fórum atingiu os seus objetivos, ou seja, apresentar debates sobre temas em evidência (este ano serviços e negócios na Nuvem), muito além de atender somente os requisitos visando as organizações bancárias.
O VI FÓRUM INTERNACIONAL DE TI, reuniu nos dias 05 e 06 de junho, um conjunto de profissionais de TI muito diversificado ou até mesmo eu diria, “composto por jovens e não tão jovens talentos de diversos segmentos da economia”.
Nos dois dias consecutivos, tivemos 10 painéis, sempre compostos por um mediador e 3 a 4 painelistas.

Painel 1 – Iniciativas de computação em nuvem na esfera governamental
Renato Martini – Presidente do ITI
Calrson Aquistapasse – Presidente Procergs
Caio Cezar Bonillha Rodrigues – Presidente TELEBRAS
Raphael Mandarino Junior – Diretor Dpto Segurança da Informação e Comunicação do Governo Federal

Painel 2 – Tendências de mercado
Cassio Dreyfuss – Country Manager do GARTNER

Painel 3 – Aspectos legais e tendências tecnológicas
Renato Opice Blum – Sócio Fundador da Opice Blum Advogados
Roberto Gutierrez – Diretor do IDC
Carlos Caetano – Diretor Trustware

Painel 4 – A visão do mercado
José Renato Hopf – Presidente da GETNET
Alberto Lemos – Presidente da BULL Brasil


Painel 5 – O Google e os serviços na nuvem
Antônio Schuch – Diretor Enterprise do Google para LATAM

Painel 6 – Produtos e serviços – A visão do fornecedor
José Luis Spagnuolo – Diretor de Cloud Computing da IBM
Milton Noguchi – Diretor de Desenvolvimento do ITAÚTEC
Daniel Domingues – Gerente Promon logicals
Samuel Rourdin Diretor de E-banking para América latina Germalto

Painel 7 – Cenários de computação em nuvem no segmento bancário
Francimara Viotti – Gerente Executiva de Segurança Banco do Brasil
Américo Rodrigues Mendes Junior – Diretor Ditec Banco de Brasília
José Vanderlei Galves – Gerente da Segurança da Informação do Bradesco
Ivandre Medeiros – Diretor Banrisul

Painel 8 – A computação em nuvem no cenário global
Johannes Luykem – Inovation Manager – Alemanha
Vadim Yanborisov – Head of card payments group (Telecom Rússia)
Kendall Hunt – Chairman /CEO/VASCO/EUA

Painel 9 – A Amazon e os serviços na nuvem
José Papo – Amazon Web Service

Painel 10 – Contexto Digital
Luli Radfahrner – Consultor de Inovação Digital – Autor do Livro: “Enciclopédia da Nuvem”,

Pontos que considerei importantes e fatos curiosos durante o fórum:

1 - Carlos Caetano – Diretor Trustware – Multinacional mais de mil colaboradores no mundo.
“antes de migrar para a nuvem, entenda os papeis e as responsabilidades do seu provedor para entender seus procedimentos de resposta aos incidentes”.
2 – GETNET - “mais de 50% dos grandes datacenters na América latina estão no Brasil” .
3,6 Bilhões de faturamento em 2012, 2.700 colaboradores.
3 – GARTNER – “ em relação a gestão da nuvem, será necessário pensar em um novo modelo de gerenciar as auditorias de TI.
Auditoria por estatística ?
Governança: como governar TI na nuvem ?
Novo profissional da TI – CDO – Chief Digital Officer
Atenção especial com os contratos em relação aos serviços de cloud.
Motivo: os contratos são “jovens” ainda e os contratos devem ser metodicamente analisados para evitar surpresas.
4 – BULL – O Google está estruturando novos datacenters na Finlândia para poder diminuir seus custos com problemas de aquecimento.
5 – GOOGLE – “baixa-se cerca de 100hrs de vídeo por minuto no youtube no Brasil.
4 milhões de busca por dia no Google.com
5 – Renato Blum – “43% das empresas já tiveram problemas de segurança na nuvem”
“Necessidades de leis específicas para CLOUD”.
6 – Roberto Gutierrez, IDC – “ Em 2016, 50% das empresas dos EUA, terá seus ativos de TI em DATACENTERS de terceiros.

Até o próximo FÓRUM INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – 2014.

Carlos Renato Maia
Nardon Nasi Auditores
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Porto Alegre RS