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CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Navegador Tor pode ter sido utilizado pelos EUA para infectar computadores

Programa normalmente é utilizado para navegação anônima, com objetivos que vão do acesso à pornografia ao comércio de drogas.
Você conhece o browser Tor? Se a resposta for negativa, saiba que ele é um navegador voltado para a “Darknet” e que tem o objetivo de tornar o seu acesso a diferentes sites e serviços algo completamente anônimo. O problema é que o software foi utilizado para que um vírus possa chegar aos computadores dos adeptos dessa ferramenta.
Por incrível que pareça, há sinais de que o responsável pela disseminação do malware seja o próprio FBI. Diversas fontes internacionais afirmam que o ataque deixou vestígios de que se trata de uma operação do governo dos Estados Unidos para encontrar a identidade de uma quantidade bastante significativa de pessoas.
Além do fato de que os EUA estão utilizando iniciativas um tanto quanto suspeitas e talvez até mesmo antiéticas, outro problema é que o objetivo do Tor vai totalmente contra a exposição da identidade dos seus adeptos. Apesar de ser utilizado para o acesso à pornografia ou comércio de drogas, por exemplo, há pessoas inocentes que apenas utilizam o browser para se proteger de regimes ditatoriais.
Pode ser tudo por um bom motivo...
Para que esse ataque pudesse acontecer e infiltrasse malware em diversos computadores, os responsáveis pela iniciativa utilizaram uma brecha de segurança proveniente do JavaScript no Firefox 17 — programa que serviu de base para o Tor. Com isso, foi possível entrar em diferentes máquinas e coletar evidências.
Toda essa situação pode parecer bem estranha e ruim, mas há grandes chances de que o FBI esteja trabalhando para conseguir encontrar responsáveis pela disseminação de material pornográfico infantil — que, como você já deve saber, é um crime muito sério. O foco talvez seja a identificação da rede criada por Eric Eoin Marques, que foi preso por conta do delito citado acima.
Além de tudo isso, é claro que não podemos confirmar que o responsável por tudo isso seja o governo dos Estados Unidos ou que as intenções por trás desse episódio sejam realmente boas, já que o FBI ou qualquer outro órgão ainda não se pronunciou sobre o caso.
Fonte:Tecnomundo.com.br



sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Contratos de SaaS são vagos sobre níveis de serviço, diz Gartner


Em 100 SLAs analisados pelo Gartner, fornecedores são extremamente vagos e até "banais", levando à insatisfação dos clientes.

A grande maioria dos profissionais gerindo compras de TI nas empresas está “significativamente insatisfeita” com a forma como os fornecedores de SaaS (software como serviço) lidam com a definição dos níveis de segurança nos contratos, afirma o Gartner. Um estudo da consultoria prevê que essa percepção deverá manter-se até 2015.

“Aparece muito pouco texto sobre segurança nos contratos de SaaS,” dizem os analistas do Gartner, Jay Heiser e Alexa Bona. “Normalmente, a seção de segurança contém pouco além de banalidades, afirmando que o fornecedor vai utilizar ‘os esforços comercialmente razoáveis para estabelecer e manter as garantias de segurança’”. Estes, por sua vez, são declarados como estando “de acordo com as normas da indústria”, e na sua maioria, nunca definidos e detalhados.

Fornecedores de SaaS também tendem a dar-se o direito de alterar o texto sobre segurança à vontade, em vez de aderir a uma versão específica, segundo o Gartner.

A consultoria fez uma revisão de 100 principais acordos de nível de serviço – Service Level Agreements (SLA) – e descobriu que os fornecedores “são extremamente vagos sobre as formas de prestação do serviço e, especialmente, os níveis do mesmo”. “Aceitam pouca ou nenhuma responsabilidade financeira sobre cumprimento desses compromissos vagos, e por isso mesmo no caso de as obrigações não serem respeitadas, deixando o comprador sem recursos”, acrescenta o estudo.

Embora haja um conjunto de normas de transparência para fornecedores de SaaS sendo elaborado, "esse conjunto não pode ser considerado amadurecido, adequado“, sustenta o Gartner.

Por exemplo, não há nenhuma opinião consistente sobre o que constitui um acordo de nível de serviço, segundo o estudo. Geralmente, os termos dos SLA referem-se ao tempo de disponibilidade das aplicações, assim como à rapidez da resposta a pedidos de suporte, facilmente mensuráveis com números concretos. Mas outras medidas, tais como os “objetivos estabelecidos de tempo de recuperação”, em caso de indisponibilidade “não são comuns a toda a indústria”, afirma o Gartner.
fonte: COMPUTERWORLD 2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

TI feita em casa ainda é prioridade no Brasil

O Brasil foi um dos países em que o mercado de tecnologia da informação mais cresceu no ano passado – as estimativas dão conta de que já virou o 4º maior do planeta – mas segue grande o peso dos desenvolvimentos feitos dentro das próprias empresas.
Segundo números apresentados pelo diretor infraestrutura da Brasscom, Nelson Wortsman, no Fórum TIC Brasil, evento realizado no dia 20/03, o país avança em ritmo acelerado - o crescimento em 2012, de 10,8%- representa praticamente o dobro da média mundial, de 5,9%.
Prevalece, no entanto, a chamada TI in house, que representou 54% dos US$ 123 bilhões (cerca de R$ 240 bilhões) movimentados pelo setor no ano passado. A seguir aparece o segmento de hardware (35,3%). Softwares responderam por 9,5%.
Fonte: Convergência Digital - 2013

Nova Softex tem de ser parceira e não dependente de governos

Após completar 16 anos de trabalhos, a nova Softex quer adotar um novo modelo de governança que seja mais sustentável e não dependa diretamente do governo. A ideia é transformar a Associação num "escritório de projetos", que estimule maior coparticipação dos 20 Agentes Regionais e das mais de 2 mil empresas associadas ao sistema.
“A nova identidade visual reflete essa nova proposta baseada em uma atuação mais descentralizada, valorizando o papel dos Agentes Regionais. As ações programadas pela Softex estão totalmente aderentes às diretrizes do Programa TI Maior e estamos estruturados para sermos o braço executor dessa iniciativa do Governo Federal, que é vital para o fortalecimento da indústria brasileira de software e serviços de TI”, destaca Marcos Mandacaru, vice-presidente executivo da Softex.
Utilizando as cores que remetem à bandeira nacional, a nova marca é composta por três esferas integradas, simbolizando que as ações da Softex atendem igualmente aos membros da tríplice hélice - academia, governo e empresas. Ela também está alinhada à marca Brasil IT +, que representa a indústria brasileira de TI no exterior.
O website da entidade foi totalmente reformulado e trará matérias especiais abordando temas de interesse para a indústria. Com layout moderno e dinâmico, ele permite que o internauta navegue de forma bastante simples e conheça em detalhes todos os projetos desenvolvidos. Uma empresa pode, inclusive, encontrar de forma ágil os programas que mais se adequam às suas necessidades de acordo com seu perfil, através de uma navegação rápida e personalizada.
Um dos destaques é a criação do Blog da Indústria Brasileira de TI, que terá seu conteúdo produzido de forma colaborativa com os Agentes Regionais e instituições parceiras. O vice-presidente da Softex, Marcos Caramuru, fez uma apresentação do novo modelo estratégico de atuação da entidade e pediu apoio do empresariado no sentido de dinamizar a presença da TI brasileira, seja no país ou no exterior. Assistam.
Fonte: Convergência Digital * Com informações da Softex.

terça-feira, 30 de julho de 2013

PESSOAS ARDILOSAS




Um profissional assim é capaz de arruinar o trabalho de outro para que o seu sobressaia

Claro que muitas pessoas pensam em ganhar mais e ser bem sucedidas na carreira. O problema é quando, para se conseguir o que quer, o indivíduo se torna capaz de fazer qualquer coisa. Não digo que a maioria das pessoas é assim, mas os que são sempre conseguem se sobressair nas situações. Infelizmente, suas conquistas são provenientes de artimanhas e armações. Essas pessoas são capazes de tramar e arquitetar as piores trapaças para se dar bem em uma situação, até mesmo lesar e prejudicar outras pessoas. Dou, a seguir, algumas dicas para que essas pessoas não lhe influenciem na vida profissional:

Cinismo

Todos sabem (ou pelo menos deveriam saber) o que é uma conduta profissional digna e honrosa. Porém, nem todos agem de acordo (por isso que tem tanta gente perdida nesse mundo e sem saber o que fazer). Uma pessoa ardilosa engana, descobre seus gostos, preferências e te manipula para conseguir uma informação ou favor. O que pode parecer um dado qualquer para nós, para um espertalhão é uma mina de ouro. Por isso, deve-se cuidar com o que fala e para quem fala. A melhor coisa é escolher bem as palavras, ocultar informações sigilosas, não se abrir sobre sua vida pessoal e evitar dar quaisquer subsídios para alguém lhe passar a perna. Escolher bem as amizades que se faz já é um ponto importantíssimo para não cair em mãos falsas e cínicas.

Interesse

Fazer amizades por interesse é uma das principais armas de uma pessoa ardilosa. Depois de conquistado, certamente ele terá forte armas contra você. Eles chegam de mansinho, mostrando-se amigáveis e dispostos a lhe prestar grandes favores, normalmente essas pessoas: fingem que não sabem das coisas, enganam, maltratam, fazem amizades por puro interesse, usam e jogam fora, não se importam com o sentimento das pessoas e não são leais. São frequentemente levados pela razão para conseguirem seus objetivos (nem que para isso tenham que fazer algo que a sociedade compreenda como errado ou de má conduta). São trapaceiros, jogam para ganhar, passam por cima, convencem pessoas, são sagazes, bolam armadilhas, querem sempre mais. Normalmente, não são acomodados, deixam a razão dominar a emoção e não há um equilíbrio entre o bom e o mau senso, a conduta correta e a errada.

Uma pessoa assim, no ambiente de trabalho, faz o quê? Rouba contatos, negócios prósperos, amizades e utiliza a ideia de outros para se promover, como se fosse o autor dela. É capaz de arruinar o trabalho de outro para que o seu sobressaia ou simplesmente para que seja o único a conseguir reconhecimento. Trama e arquiteta artimanhas.

Recomendações

Atenção com as amizades que você faz. Cuidado ao compartilhar informações sigilosas, deixando para fazer isso apenas com pessoas de extrema confiança. Busque ter relações saudáveis com os demais profissionais que trabalham com você e saiba diferenciar os que são apenas colegas e os que podem se tornar grandes amigos. Se perceber que estão fazendo algo de errado, não ajude a encobrir ou executar certas ações duvidosas (como conseguir ou dar informações específicas, mudar algum relatório, etc).

São tantas as formas que se tem para fraudar ou prejudicar alguém para promover sua autoimagem, que somente com extrema cautela e atenção não se cai na mão desse tipo de pessoa (ardilosa). Assim como somos cuidadosos com pessoas de aparente má índole, o cuidado com a vontade e intenções desse tipo de pessoa (influenciadora, tendenciosa, enganadora, manipuladora) é fundamental. Essas pessoas são desprovidas de coração.
Fonte: Revista amanhã por Bernt Entschev





quinta-feira, 18 de julho de 2013

3 passos para uma campanha de sucesso na internet

Inovação é a palavra-chave para o sucesso de qualquer startup, independentemente do ramo de atuação. Mas qual é a palavra-chave da sua startup? Será que você sabe? E, se sabe, será que esse é um termo que o consumidor buscaria na Internet em uma pesquisa? Essa definição deve ser o princípio básico do desenvolvimento da sua empresa. A partir dela você consegue determinar com clareza o conceito do seu negócio, o tipo de serviço que presta e quais soluções oferece ao mercado. E mais: assim você consegue dar ao consumidor informações precisas na hora de colocar no ar as estratégias de divulgação. Isso facilita a segmentação de mercado e, consequentemente, aumenta o potencial de vendas da sua startup.
Se você já trabalha com uma campanha de SMS, provavelmente já entende perfeitamente tudo isso. A sigla inglesa é usada para o Search Engine Marketing, um conjunto de técnicas e serviços que ajudam a melhorar o posicionamento de links (em formato de anúncios patrocinados ou não) nas ferramentas de busca da Internet – como Google, Bing, Yahoo, entre outros. Muita gente não sabe, mas SEO (Search Engine Optimization) faz parte da disciplina SMS e, neste artigo, focaremos em anúncios patrocinados. Adotando as estratégias de SMS, você garante, de forma eficiente, que o público em geral e possíveis clientes tenham acesso rápido a seu site durante buscas na web. Os benefícios são enormes: com um link bem posicionado nas pesquisas, sua página terá expressivo volume de cliques, que significará aumento de tráfego e maiores possibilidades de conversão de vendas.
Claro que trabalhar com essa ferramenta de marketing exigirá uma determinada injeção de recursos. Porém saiba que você só pagará pelos acessos que conseguir e que poderá estipular uma margem máxima de dinheiro a ser desembolsado. O mais importante é ter em mente que o SMS é fundamental para as empresas que querem se manter competitivas. Tratando-se de startups, que possuem projetos embrionários e precisam garantir inserção no mercado, campanhas do tipo são obrigatórias! Lembre-se de que, bem trabalhado, marketing nunca significará gasto, mas investimento. Os resultados aparecerão naturalmente, mas dependem de muito esforço e dedicação.
Nesse momento você deve estar se fazendo inúmeras perguntas: Mas como ter certeza de que fiz as opções adequadas na hora de definir e contratar a campanha? Como me certificar de que o dinheiro terá sido bem investido? Como identificar erros e acertos? Para todas essas questões há respostas técnicas. E para consegui-las é preciso usar algumas métricas específicas. Saiba que os próprios buscadores fornecem relatórios com estatísticas. Monitorando diariamente os resultados, você conseguirá medir a eficiência da sua campanha de SMS e poderá fazer alterações que permitam melhorar ainda mais o as conversões (vendas, cadastros, …).
Abaixo estão listadas as três métricas essenciais a serem observadas em campanhas de SMS. Se interessou? Então preste a atenção!
#1: Quality Score
O Quality Score é extremamente importante. Como o próprio nome diz, essa métrica determina a qualidade do material que você está colocando no ar, de acordo com o grau de relevância que ele tem para o consumidor. Vamos supor que você esteja trabalhando com o Google, que é o mais relevante. Nem Sempre aparecerão na primeira linha ou na primeira página aquelas empresas que pagarem mais alto pelos cliques. O buscador fará uma avaliação daquilo que é mais importante também para o internauta. Afinal, ele quer oferecer um serviço eficiente e garantir que nos primeiros acessos a pessoa encontre por aquilo que está procurando.
Para balancear os interesses do buscador, dos clientes anunciantes e dos internautas existe o Quality Score. Quanto maior for esse índice, melhor posicionado ficará seu site. Mas o que ele leva em consideração? Dos diversos fatores utilizados, esses são os mais importantes:
• Click-Through Rate (CTR): Esse fator indica a taxa de cliques do link. Ele é calculado dividindo-se o número de impressões pela quantidade de cliques. Para aumentar o CTR você precisa garantir que o anúncio aparecerá de forma atrativa nas buscas. Tenha certeza de que a palavra-chave aparecerá no título e que a pessoa não precisará acessar sua página para entender do que se trata. Tudo precisa ser bem explicativo já na anúncio. Do contrário, o internauta vai passar batido e clicar no link da concorrência. Ou, pior, clicar no seu link e rapidamente voltar para encontrar o que realmente estava buscando.
• Relevância: Esse quesito indica se o site realmente será útil ao internauta. Daí, mais uma vez, a importância de escolha de uma palavra-chave adequada. Tente trabalhar com buscas menos amplas, usando para isso expressões compostas – as chamadas longtail keywords. Se escolher um termo muito abrangente, você aumentará a concorrência e ainda reduzirá a relevância do seu site nas buscas. Pense em que as pessoas digitariam se precisasSMS do seu serviço e defina uma busca para a qual seu link realmente será útil. Lembre-se: quanto mais segmentado você for, melhor será os resultados.
• Landing page: Se a sua página não for atraente, explicativa, de bom conteúdo e fácil navegação; seu link será penalizado e perderá pontos. Como já foi dito aqui, o buscador quer oferecer ao internauta um serviço de qualidade, com acesso a páginas bem construídas e profissionais. Portanto, esse é um quesito obrigatório de boa pontuação. A landing page é a sua sala de estar na web, onde você apresentará aos clientes seus serviços e oferecerá a eles a opção de apertar o botão de “comprar”. Então se ainda não investiu na construção de um bom site, inicie esse projeto desde já.
#2: Taxa de conversão
Você já entendeu que precisa ter uma landing page atraente e que deve escolher termos adequados para a palavra-chave de busca, do contrário seu link não terá relevância para os clientes e, consequentemente, não atingirá o volume de acessos esperados. Agora está na hora de darmos um passo à frente. A taxa de conversão é a segunda métrica a ser avaliada por sua startup depois que colocar uma campanha de SMS no ar. Ela vai indicar se a sua estratégia está realmente alcançando o principal objetivo de qualquer ação de marketing: as vendas.
A taxa de conversão é obtida calculando-se o número de usuários que realiza uma determinada ação, em relação ao número total de usuários do site. Vamos imaginar que a cada 100 pessoas que visitam a página, quatro contratam os serviços da sua startup. Hipoteticamente você terá uma taxa de conversão de 4%. Entenda que não existe um percentual ideal. Tudo depende do ramo que a empresa atua e do tipo de serviço ou produto que comercializa. Algumas firmas trabalham com taxas entre 1% e 2% e estão satisfeitas. O importante é ter metas para melhorar SMSpre.
Há uma série de ações que podem ser colocadas em prática para crescer a taxa de conversão. É o que os marketeiros chamam de Conversion Rate Optimization (CRO). Esse precisa ser um trabalho contínuo e diário. O primeiro passo para evoluir é ter controle dos números, o segundo, é fazer comparações com múltiplas companhas e landing pages diferentes, o famoso teste a/b. Você vai se impressionar como pequenas alterações podem trazer melhoras expressivas. Mas, antes disso, como saber se você está no caminho certo? Se suas primeiras estratégias foram bem sucedidas e se sua campanha de SMS está realmente sendo financeiramente compensatória? Uma boa forma de descobrir isso é utilizando a métrica abaixo.
#3: Custo de Aquisição de Cliente (CAC)
Calculando o custo médio de cada conversão, você terá uma ideia do quão lucrativa está sendo sua campanha. Para chegar a esse número, as empresas calculam primeiro o Custo Por Clique (CPC). Esse dado leva em conta todos aqueles que foram atraídos para dentro da página a partir de uma campanha, considerando-se que esses são clientes em potencial. Se você utilizou na sua campanha a modalidade CPC, esse dado estará disponível nos relatórios do próprio Google. Por outro lado, se você optou pela modalidade CPM – Cost Per Mille (custo por mil impressões) você terá que calcular o valor do clique manualmente. Porém quantidade não é tudo, sua maior preocupação deverá ser qualidade.
O CAC leva em conta apenas os acessos que realmente foram convertidos, seja efetuando uma venda, um registro ou qualquer que seja o objetivo da sua campanha. Por meio dele você saberá exatamente qual o custo médio de cada venda. Se o custo por conversão estiver muito alto, pode inviabilizar a campanha. Saiba que esse número nunca poderá ser igual ou maior do que oLifeTime Value (LTV), que determina em quanto tempo o consumidor vai utilizar seus serviços e quanto vai pagar por eles nesse período. Quanto menor for o seu CAC em relação ao LTV, melhor será o seu retorno financeiro. Se o seu CAC estiver muito alto, você obrigatoriamente deverá ter maior fôlego de caixa ($$$) para aguardar o retorno do capital investido no médio/longo prazo.
Vamos imaginar que, ao calcular essas métricas, você encontre números negativos. Não se desespere, é natural que seja assim no começo de qualquer campanha e para tudo há uma solução. Se sua startup tem custos de conversão muito altos, provavelmente tem uma taxa baixa de vendas. Isso indica que você precisa realizar mudanças na campanha (palavras-chave, anúncios e landing pages), SMSpre perseguindo melhorias. O céu é o limite. À procura de melhores deSMSpenhos nos buscadores, há empresas que mudam até de nome. Agora, se você chegou a resultados positivos, ótimo, está no caminho certo. Agora basta continuar otimizando e aperfeiçoando suas campanhas. Lembre-se: as métricas devem ser a base da sua estratégia. Nunca desista de melhorar, seja criativo, seja um growth hacker.
Fonte: Site administradores.com


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Empresas levam, em média, 10 horas para admitir uma falha de segurança

Empresas levam, em média, 10 horas para admitir uma falha de segurança

As empresas levam, em média, até 10 horas para reconhecer uma falha de segurança, mesmo que 35% digam que são capazes de fazer essa identificação num curto prazo de tempo, revela estudo divulgado pela McAfee. O levantamento, que ouviu CTOs nos EUA e na Europa, mostra ainda que mais de um quinto dos entrevistados (22%) afirmou que precisaria de um dia para identificar uma violação, enquanto 5% disseram que esse processo levaria até uma semana.

Quase três quartos (73%) dos entrevistados afirmaram ser capazes de avaliar seu estado de segurança em tempo real, além de terem respondido com confiança sobre sua capacidade de identificação para detectar ameaças internas também em tempo real (74%), ameaças de perímetro (78%), malware do dia-zero (72%) e os controles de conformidade (80%).

Mas das 58% das organizações que afirmaram terem sofrido violações de segurança no ano passado, apenas um quarto (24%) conseguiu reconhecê-las em poucos de minutos. Além disso, quando a questão é realmente encontrar a origem da violação, apenas 14% conseguiram fazê-lo em questão de minutos, enquanto 33% afirmaram que levou um dia e 16% disseram que levou uma semana.

Essa falsa confiança destaca um descompasso entre o departamento de TI e os profissionais de segurança nas empresas, que fica ainda mais evidente quando as conclusões da pesquisa “Needle in a Datastack” são comparadas com um recente relatório sobre incidentes de segurança, intitulado Data Breach Investigations. Este estudo de 855 casos mostrou que 63% das ameaças levaram semanas ou meses para serem descobertos. Em quase metade (46%) dos casos, os dados dessas empresas foram obtidos em questão de segundos ou minutos.

“Essa pesquisa mostrou o que suspeitávamos há muito tempo, ou seja, que muito poucas empresas têm acesso em tempo real a uma questão simples: ‘estou sendo vítima de uma violação?’ ”, afirma Mike Fey, vice-presidente executivo e CTO (Chief Technology Officer) da McAfee. “A única maneira de impedir que isso aconteça é saber que isso está acontecendo”.

A pesquisa Needle in a Datastack descobriu ainda que, em média, as empresas armazenam entre 11 a 15 terabytes de dados de segurança por semana, número que, segundo as previsões do Gartner Group, dobrará anualmente até 2016. Para colocar esse número em perspectiva, 10 terabytes equivale à coleção impressa da Biblioteca do Congresso dos EUA. Apesar de armazenar volumes tão grandes de dados, 58% das empresas admitiram retê-los por menos de três meses, anulando, assim, muitas das principais vantagens de armazená-los.

Segundo o mais recente Relatório Trimestral da McAfee sobre Ameaças, o surgimento de novas ameaças persistentes avançadas (APTs) se intensificou no segundo semestre de 2012. Ameaças desse tipo podem ficar adormecidas em uma rede por meses ou mesmo anos, e há um grande número de exemplos recentes de alta repercussão, entre eles os ataques a grandes jornais dos EUA.

A retenção de longo prazo e a análise dos dados de segurança para revelar padrões, tendências e correlações são fundamentais para que as empresas consigam identificar e lidar rapidamente com essas APTs. A pesquisa “Needle in a Datastack” foi realizada pelo instituto de pesquisas Vanson Bourne, o qual entrevistou 500 tomadores de decisões seniores na área de TI em janeiro de 2013, incluindo 200 executivos nos EUA e 100 (em cada país) no Reino Unido, na Alemanha e na Austrália.

Fonte: Convergência Digital - 2013 Junho