QUAL O VALOR DA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL..??

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CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

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CERTIFICAÇÕES PROFISSIONAIS:
ISO 27002 - Segurança da Informação - 2013;
ITIL 2011 Foundation - 2014;
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Serviços Prestados:
Auditoria na Área de Informática - Auditoria do ambiente de tecnologia da informação

Consultorias de Apoio a Criação de Políticas e Procedimentos Referentes ao Uso das Redes Sociais ;

Consultoria em Gestão de Relacionamentos para TI ;

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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Por que quase ninguém quer ser CIO?

Política, remuneração relativamente baixa e falta de prestígio são apontados como os principais motivos. Mas há outras razões..

Stephanie Jurenka começou em TI como uma administradora de sistemas há mais de 10 anos atrás. Hoje, ela é uma gerente de TI com absolutamente nenhum interesse no papel de CIO.
"Ser um CIO não oferece a oportunidade de fazer as coisas legais que as pessoas de TI tanto gostam de fazer. Ao contrário. É preciso lidar mais com reuniões, orçamentos e política", diz Jurenka, que trabalha no Westway Group, em Nova Orleans.

Dan Allen, gerente de TI da Delta Children, em Nova York, se sente da mesma maneira. Com cerca de 20 anos na profissão, também não tem nenhum desejo de ser um CIO.
"Sim, você tem que aproveitar as oportunidades profssionais que surgem, por isso continuo a trabalhar nas minhas certificações [técnicas] porque quero estar em uma posição de engenharia. O papel do CIO não me atrai. Descobri, anos atrás, que prefiro ser hands-on", diz Allen.

Jurenka e Allen não estão sozinhos. Em pesquisa recente, realizada pela Computerworld norte-americana entre agosto e setembro de 2013, 55% do total de 489 profissionais de TI entrevistados disseram não aspirar a um posto de CIO. Na verdade, apenas 32% deles gostariam de assumir o cargo. Política, remuneração relativamente baixa e falta de prestígio foram apontados como os principais motivos de impedimento.

No entanto, há uma outra razão para essa mudança de pensamento na carreira de TI. Profissionais de tecnologia estão sendo recrutados para trabalhar em marketing, logística e outras funções fora da TI, com a tecnologia tornando-se mais profundamente enraizada em praticamente todos os aspectos do negócio. Essa tendência está expandindo a carreira de TI na horizontal. Em vez de uma carreira em direção ao degrau mais alto da TI _ o cargo de CIO _ há cada vez mais oportunidades de carreira nas organizações, em outras áreas.

"A onda de negócio digital reacendeu o interesse por tecnologia da informação e tem atraído as pessoas para diferentes áreas de negócio onde a TI pode ter impacto direto na receita, nos mercados e nos clientes", afirma Diane Morello, analista do Gartner. "Informação e tecnologia são a seiva das empresas, hoje."

Uma questão de estado
Para Christopher Barron , CIO da Valerus, empresa de serviços de petróleo e gás com sede em Houston, os resultados da pesquisa da Computerworld surpreenderam. "Fiquei surpreso que a porcentagem de trabalhadores de tecnologia que não querem ser CIOs não tenha sido maior", diz ele.

Barron acredita que os profissionais de TI estejam rejeitando o papel do CIO, hoje, por causa do status relativamente baixo que o título carrega na maioria das empresas. "Se as pessoas estão trabalhando duro para conseguir um título de nível C, querem dizer e fazer alguma coisa", diz ele. "O que muita gente vê é CIOs não exercendo o poder ou a autoridade proporcional a um executivo C-level".

Outro grande desincentivo: "As políticas são infinitas e não há muito respeito pelo cargo", diz Barron. "O diretoria é bastante apática em relação à posição de CIO. O que eles querem é um sistema estável para trabalhar e nenhum drama na área de TI. "
Barron gosta do papel de CIO, e acredita que o CIO moderno tornou-se um embaixador dentro do comando executivo das empresas. "O conjunto de habilidades necessárias para ser bem-sucedido não é o que um tecnólogo típico provavelmente possui ou, mais importante, o valor que dá à tecnologia", observa ele.

Espectadores interessados
A política e as lutas de poder não passam despercebidas. Os funcionários de TI dizem que não pode deixar de notar o tempo gasto com essas questões que o papel de CIO exige. Muitos profissionais de TI, especialmente os mais jovens, não estão dispostos a negociar a possibilidade de terem um trabalho flexível, que equilibre a vida vida pessoal com as funções de trabalho, para colocar o crescimento na carreira de TI em primeiro lugar.

"Assisti a transição do meu VP para o mais alto nível e o tempo que ele dedica a essa posição é muito em relação ao tempo que pretendo dedicar à minha carreira", diz Jurenka.
"A tendência para fazer mais com menos tem levado a maioria das pessoas a gastar muito mais tempo no trabalho e o nível de produtividade exigido de cada indivíduo está aumentando", observa Joseph Morgan, programador/analista da Amerigroup, divisão da WellPoint. "Há uma percepção de que quanto mais você sobe, isso só piora e você deixa de ter vida", acrescenta. "A quantidade de dinheiro que um CIO ganha não compensaa falta de vida pessoal."

Tudo isso contribui para uma espécie de beco sem saída. Ao mesmo tempo que muitos profissionais de tecnologia aspiram avançar através do foco em tecnologia, e papéis hands-on, mais e mais esses papéis estão sendo entregues a prestadores de serviços e empreiteiros. Cada vez mais, as carreiras relacionadas à tecnologia que permanecem nas empresas exigem uma espécie de papel híbrido, aliando perspicácia empresarial e experiência em TI suficiente para entender como usar a tecnologia para fazer o negócio prosperar.

O lado positivo desse cenário é que os profissionais técnicos, talentosos, têm espaço para crescer e prosperar com prestadores de serviços totalmente envolvidos com as mais recentes tecnologias e seus usos.

"Há mais planos de carreira dentro da empresa e fora da área de TI, do que costumava ter", diz Markus Bierl, CIO da Franke Foodservice Systems em Nashville. "É muito mais importante que você conheça e entenda o negócio. Tenho pessoas na minha equipe que vieram das áreas de negócio e pessoas de TI que foram transferidas para uma função corporativa. Uma carreira de TI não é mais um plano de carreira em linha reta, ", diz ele.

O resultado é que os mais técnico dos técnicos estão provavelmente perseguindo uma carreiras de TI como prestadores de serviços, enquanto que os mais orientados para o negócio estão permanecendo nos departamentos de TI para gerenciarem os prestadores de serviços e supervisionarem acordos com os provedores de serviço ou movendo-se para papéis híbridos, fora da área de TI.

"Em última análise, é a prestação de serviços que está a se transformando em commodity", diz Donnici, o vice-presidente do núcleo de TI da Quintiles.

CIOs de saúde, serviços financeiros e manufatura contam históriaa similares. As rápidas mudanças nos processos de negócios, o apetite dos consumidores para personalização, a governança sempre crescente e a regulamentação da indústria estão trabalhando para complicar o dia a dia dos negócios. O que eles precisam internamente são pessoas em TI, com conhecimento do negócio e conhecimento profundo da indústria.

"SaaS e consumerização de TI estão impulsionando uma clara separação entre os dois ramos de uma carreira de TI", diz Bill Mayo , diretor sênior de TI da Biogen Idec, em Weston, Massachusetts "Nós estamos realizando negócio voltados para TI e trocando os profissionais da área para que se reportem diretamente às áreas de negócio com uma linha pontilhada de relatórios para o líder de TI. "

Allen, da Delta Crianças, concorda com essa avaliação. "Vejo cada vez mais que, no futuro, vou acabar em uma empresa prestadora de serviço, ou em uma consultoria, oferecendo infraestrutura ou software como um serviço", diz ele. "Mais de nós [profissionais de TI sem aspirações CIO] vão acabar tendo de se deslocar para essas posições."

No fundo, uma carreira de TI ainda se resume a perseguir uma pista técnica ou gerencial, diz Bob Dulski, diretor de TI da Sociedade Zoológica de Chicago, que exerce a função de CIO. "O CIO é um tipo diferente de pessoa", diz ele.

Um problema de percepção?
"Se as pessoas de TI não estão identificadas com o título de CIO, você tem que saber se é porque elas têm alguma interpretação antiga do papel do CIO", diz Bill Mayo, diretor sênior de TI da Biogen Idec, que tem aspirações de um dia ser um CIO.
Na opinião de Mayo, o trabalho CIO mudou radicalmente na última década, tornando-se mais, não menos, atraente.

"O CIO costumava ser era uma espécie de nerd capaz de traduzir o hermético mundo de TI para os profissionais de negócios, lutando para conseguir um lugar de destaque no board executivo. Agora, com tanto foco em inovação, o CIO tem emergido como um cara estratégico, com poder de decisão, causando algum desconforto por estar empurrando os executivos e demais colaboradores da empresa para experimentarem coisas novas, processos novos", diz Mayo. "Tudo está mudando, e até certo ponto, o papel do CIO se tornou muito mais rico e muito mais emocionante. O CIO está em uma posição capaz de agitar as mudanças."

Na Biogen Idec, por exemplo, Mayo lembra que o ex-CIO, Ray Pawlicki, passou mais de um ano como chefe interino de recursos humanos, onde sua responsabilidade principal foi redefinir a cultura da empresa de biotecnologia e determinar "como poderíamos inovar e como iríamos trabalhar como empresa."

No Laboratório Nacional de Idaho, em Idaho Falls, o papel do CIO também mudou e se expandiu, de acordo com Troy Hiltbrand, arquiteto corporativo. Para começar, o CIO do laboratório, que anteriormente se reportava para o CFO, agora é um par do CFO, se reportando diretamente ao diretor-presidente.

"O papel também mudou. Afastou-se da tecnologia e passou a focar mais em como obter operações a um nível ideal e em como em fazer a tecnologia e a informação alavancarem o negócio", diz Hiltbrand.
O departamento de TI também foi renomeado para departamento de Gestão da Informação e está cada vez mais focado na aquisição de software e serviços, diminuindo a necessidade de profissionais de tecnologia altamente qualificados na equipe.
"Estamos vendo uma troca de pessoas que são hands-on para aquelas capazes de gerenciar contratos e estabelecer um nível de serviço e gerenciar um fornecedor para realizar essas diretrizes", diz Hiltbrand.

Para refletir essas e outras mudanças, segundo Hiltbrand, os funcionários do laboratório estão trabalhando na redefinição de cargos e estabelecendo planos de carreira claros para os funcionários, "para que possamos definir as expectativas quanto ao que é necessário e ao próximo passo que devemos tomar."

Entre outras coisas, as descrições de trabalho renovadas vão incluir informações sobre como as pessoas, em cada função, devem se envolver com as habilidades técnicas que vão precisar, diz Hiltbrand .
Ao todo, diz ele, os empregados de TI do laboratório necessitam ter mais habilidades de negócios e de comunicação e se voltarem mais para fora do departamento.
Um líder para seguir
Joseph Puzio, um profissional híbrido na Janney Montgomery Scott, não tinha a intenção de buscar o papel CIO quando ingressou na empresa de serviços financeiros da Filadélfia há sete anos. Formado em ciência da computação, Puzio mudou de ideia depois de Bob Thielmann, atual CIO da empresa e seu mentor, assumir o cargo de liderança.
Segundo ele, o conhecimento que Thielmann tem da indústria de serviços financeiros, bem como de tecnologia, o impressionou o suficiente para fazer com que passasse a querer seguir a mesma carreira.

"Bob participa de reuniões que outros CIOs normalmente não se sentem confortáveis em participar, desde reuniões de estratégia até reuniões sobre um novo aplicativo ou novo fornecedor", diz ele. "Agora vejo a diferença que faz quando alguém tem conhecimento em TI e do negócio. Isso realmente ajuda apontar a equipe na direção certa."
Puzio exerce atualmente um papel que também requer conhecimentos de tecnologia e do negócio. "Como profissional de ligação entre TI e negócio, sei como codificar e configurar um servidor, mas também posso sentar com o profissionais de outras áreas e descobrir o que eles precisam", diz ele.

As ligações na Janney são cada uma dedicada a seções específicas da empresa - corretagem de varejo, jurídico e compliance, e os mercados de capitais e operações.
De sua posição nesse papel híbrido, Puzio tem observado um aumento no uso de tecnologias de consumo e serviços hospedados. Essas tendências, segundo ele, têm levado a um aumento da dependência de desenvolvedores, em vez da redução da importância do desenvolvimento in-house.

"Há muita ênfase no desenvolvimento, porque é preciso personalizar um monte de SaaS plain vanilla", explica ele. "Recebemos um aplicativo SaaS e, em seguida, personalizamos ou adicionamos a nossa camada de segurança. Do outro lado, queremos ter certeza de que esses aplicativos funcionam tão rápido como se estivessem alojados aqui."
Fonte: CIO DIGITAL - 2014

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Dez profissionais de TI mais demandados em 2014

Dinâmica do mercado exige talentos aptos a lidar com as novas tecnologias
O momento é propício para profissionais de TI que estão se preparando para dar um upgrade na carreira em 2014. A pressão para que as empresas invistam em tecnologias mais avançadas vai abrir oportunidade para especialistas que estejam em linha com as necessidades do mercado. Novos cargos devem ser criados e alguns talentos serão mais disputados, com perspectivas de valorização salarial.
Projeções de consultorias em RH como Michael Page, Hays, Randstad Technologies, Robert Half e CTPartner sinalizam que o mercado de trabalho na área de TI continuará aquecido no próximo ano. Pesquisas e guias de salários para 2014, divulgados por essas empresas, apontam aumento das contratações e das remunerações para talentos qualificados.
“Das 700 empresas que entrevistamos para o nosso guia salarial, 60% disseram que vão fazer contratações em 2014”, afirma Caroline Cadorin, gerente de TI na Hays.
Como resultado disso, alguns profissionais serão mais valorizados em 2014, especialmente em indústrias de web e serviços. O Guia de Salários da Robert Half revela que especialistas em ERP, por exemplo, poderão ser reajustados em até 44%.
Caroline aponta que profissionais com conhecimento de bancos de dados, redes móveis, infraestrutura, segurança da informação e desenvolvimento de software estarão entre os mais procurados para atender projetos como de Big Data e mobilidade.
Os mais assediados serão os experientes que conhecem bem tecnologia e estratégias de negócios. Alguns serão mais difíceis de serem encontrados como cientistas de dados, recurso escasso não só no Brasil.
Outras profissões ganharão mais destaque a partir do próximo ano como o Chief Digital Officer (CDO), que Marc Gaperino, sócio-diretor da CTPartners em Nova York, considera imprescindível na transformação digital dos negócios. O Chief Mobility Officer é outro que chegará para ajudar as empresas a colocar ordem nos projetos de BYOD (Bring your Own Device).
Capacitação de talentos
Como o déficit de mão de obra qualificada mantém-se alto no Brasil, encontrar o perfil adequado para a vaga certa permanecerá sendo um dos maiores desafios das companhias em 2014. Lucas Toledo, gerente da divisão de TI da consultoria Michael Page Brasil, aponta que continuarão fortes os investimentos no próximo ano em capacitação interna de mão de obra com programas de trainee e projetos de universidades corporativas.
Surge também no mercado local o trabalho de consultoria em RH, que prepara talentos de acordo com as necessidades dos clientes como é o caso da holandesa Randstad Technologies, que opera há um ano no Brasil. Frederico Costa, gerente regional no Brasil, explica que a empresa aplica um teste aos candidatos para avaliar o conhecimento deles em determinadas tecnologias.
Caso haja algum gap de conhecimento, ele é treinado e certificado como, por exemplo, em linguagem Java. Segundo o executivo, esse trabalho faz com que a Randastad seja mais assertiva na apresentação de talentos capacitados aos seus clientes e com maior chance de contratação.
Na opinião de Sandro Melo, professor e coordenador do curso de Redes de Computadores da BandTec, faculdade de TI ligada ao colégio Bandeirantes, os talentos de TI precisam reinventar-se constantemente.
Para ajudar os jovens talentos a se preparem para o mercado de trabalho, e os CIOs a contratarem melhor, Melo lista as dez principais competências que oferecem o mix de habilidades necessárias para suprir as novas exigências das empresas.
1. Cloud computing e virtualização
A computação em nuvem possui um modelo de infraestrutura de TI que provê recursos de modo mais fácil e econômico. Dessa forma, as empresas podem pensar em ter mais aplicações para aprimorar e alavancar negócios, o que, consequentemente, demanda que os profissionais de TI e os desenvolvedores de aplicativos tenham a habilidade de explorar os recursos da nuvem.
O primeiro passo para pensar em nuvem é a virtualização. Todavia é possível ter um ambiente baseado em virtualização que não atenda todos os quesitos para ser classificado com uma infraestrutura de nuvem.
Por isso, cada vez mais, o mercado requer profissionais que conheçam virtualização e que saibam trabalhar com o modelo novo de data center, desenhado para este fim. Apesar de muita tecnologia estar sendo virtualizada, ainda “falta gente com competência apurada nesse segmento”, constata o professor da BandTech.
2. Programação e desenvolvimento de aplicativos
“Saber programar é e sempre será um grande diferencial em qualquer função de TI”, afirma Melo. Esta é uma habilidade importante, não só para quem atua com programação, mas também em outras áreas, como, por exemplo, o profissional de rede e banco de dados, em que o conhecimento de programação passa ser um diferencial para prover automação e escalabilidade.
“As empresas querem funcionários que criem tecnologias com o objetivo de aprimorar processos por meio de programação e desenvolvimento de aplicações”, complementa.
3. Armazenamento de dados
Outra competência em alta. “As pessoas falam de computação em nuvem e se esquecem que esses arquivos têm que estar armazenados em algum lugar”, explica Melo. Por isso, há uma demanda crescente de profissionais com capacidade de criar, registrar, armazenar e gerenciar grande quantidade de estoque de dados.
4. BI
As empresas já aprenderam que inteligência de dados é algo relevante. Apesar de ser uma competência consolidada, as crescentes demandas motivam um campo fértil para expansão e também especialistas com domínio em BI.
5. Big Data
É preciso tratar dados não estruturados e torná-los úteis. Isso demanda profissionais com conhecimentos arrojados, que tenham boa base educacional nas áreas exatas, como cientistas de dados. Big Data é uma das principais prioridades para muitas empresas, mas precisa de pessoas certas para analisar a montanha de informação gerada todos os dias, principalmente a produzida pelas redes sociais.
6. Mobilidade
Em um futuro próximo, as pessoas deixarão de comprar computadores e passarão a utilizar apenas dispositivos móveis. E conforme há o crescimento deste recurso, as empresas passam a precisar, cada vez mais, de profissionais que estejam aptos a lidar com as demandas relacionadas à proliferação de tais dispositivos.
7. IPv6
A “Internet das Coisas” vai gerar um outro conceito computacional, por isso é necessário existir estrutura que permita isso. No entanto, infelizmente, o Brasil ainda é um dos países que pouco fizeram. Muito disso por conta da falta de profissionais capacitados em IPv6.
8. Segurança
Garantir segurança nos ambientes atuais está cada vez mais complexo. Por isso, o mercado tem procurado profissionais que tenham a capacidade não só de construir modelos de segurança, mas também de testá-los, além de serem capaz de atuar quando o problema ocorrer.
9. Soft Skills
Além das competências técnicas listadas acima, cada vez mais as empresas têm reconhecido a importância dos fatores comportamentais no trabalho. Seja para o sucesso dos projetos e processos, ou ainda, para o próprio desenvolvimento profissional, competências globais em gestão têm tido o mesmo peso que os conhecimentos técnicos.
“O ideal é que um profissional tenha um bom equilíbrio entre os hard e os ‘soft skills”, comenta Melo. Para trabalhar essas competências com seus alunos, a BandTec oferece aos estudantes o Programa H, que integra formação humanista aos cursos de TI oferecidos pela instituição.
10. Inglês
Falar inglês na área de TI é essencial. Muitas das tecnologias são desenvolvidas nesse idioma, por isso, assim como uma boa formação, o idioma faz parte das competências necessárias do profissional que escolhe
Fonte CIO DIGITAL 2014


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Data center da Amazon cai

A Amazon enfrentou seu primeiro problema sério de serviço no Brasil em pouco mais de um ano de presença local nesta quarta-feira, 18, com a queda do data center da empresa em São Paulo.
O serviço saiu do ar as 8h e retornou no meio da tarde.
No painel de suporte da empresa, a informação era de que havia instâncias indisponíveis do Amazon Elastic Compute Cloud e problemas de conectividade no Amazonb Elastic Load e no Amazon Relational Database Service.
O data center de Campinas operou normalmente, mas, de acordo com fontes ouvidas pelo Baguete Diário, teve lentidão causada pela transferência de carga, apesar da Amazon contratar fornecedores diferentes de conectividade e energia para cada operação.
Procurada, a Amazon se limitou a confirmar a existência do problema e enviar o link para o painel de suporte.
A empresa não revelou quantos sites e empresas brasileiras que contratam os serviços no Brasil ficaram fora do ar ou tiveram enfrentaram problemas.
Para Guilhermo Hess, um dos sócios da Ionatec, empresa gaúcha especializada em cloud computing que é parceira da Amazon, os problemas que os clientes poderiam ter sido contornados com um melhor uso da infra da própria multinacional americana.
“A Amazon não é uma bala de prata que soluciona tudo”, resume Hess, destacando que não basta apenas migrar sites e aplicações para empresa sem fazer uma “arquitetura para nuvem”.
Uma das alternativas apontadas por Hess é ter um backup contratado em um data center fora do país. Apesar de ter uma latência maior, uma estrutura no exterior estaria imune a indisponibilidades no Brasil
Fonte: BAGUETE


FELIZ NATAL....VEM AÍ NOVOS DESAFIOS...AFINAL A VIDA SEGUE.....

UM FELIZ NATAL A TODOS !!!
CHEGANDO MAIS UM FINAL DE ANO, CORRERIA GRANDE DE TODOS, MUITOS COMPROMISSOS E POUCO TEMPO DISPONÍVEL.
VIVEMOS VIDAS DISTINTAS PORÉM COM UMA ROTINA MUITO PRÓXIMA.

REFLEXÃO : "FIM DE ANO, O RELÓGIO LOGO LOGO VAI APONTAR PARA O PRIMEIRO DIA DO NOVO ANO, FAÇAMOS SEMPRE O NOSSO MELHOR, O RESTO CERTAMENTE VAI NOS SORRIR" FELIZ ANO NOVO !!!!
CARLOS R MAIA

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Por que tantos projetos de TI ainda falham?

Faltam gerentes de projetos, reclamam os CIOs. Mas o motivo pode não ser bem este
Metade das empresas teve ao menos um projeto de TI que falhou durante o último ano, de acordo com uma pesquisa realizada pelo provedor de gerenciamento de nuvem Innotas. A principal razão, de acordo com 74% dos entrevistados, foi a falta de recursos para atender às demandas do projeto.
Para onde foram todos os gerentes de projeto? Só o setor de TI sofre uma escassez de funcionários com essas habilidades?
Não necessariamente, diz o presidente da Dice.com, Shravan Goli. Tanto a oferta como a demanda por gerentes de projetos têm se mantido consistentes, com o número de vagas disponíveis atualmente no Dice.com acima de 3.2 mil, diz ele.
A demanda permanece estável em quase todos os mercados verticais e com vagas disponíveis em 46 de 50 estados norte-americanos, com salários bem acima da média dos salários de TI _ 85 mil dólares para todos os outros profissionais de tecnologia _, diz Goli.
O que mudou é o lado qualitativo, explica, com mudanças consideráveis no papel dos gestores de projeto. Espera-se agora que eles possam assumir responsabilidades adicionais acima e além do escopo fundamental de gestão de cada projeto de TI.
"A descrição do trabalho permanece, fundamentalmente, a mesma: gerenciamento e monitoramento de escopo do projeto, a comunicação entre os grupos, a motivação das equipes para dirigir a entrega", diz ele . "Mas o surgimento da metodologia de desenvolvimento ágil tem determinado que os gerentes de projeto também assumam o papel de líder de desenvolvimento."
Para as empresas que adotam Agile, há uma maior necessidade de os gerentes de projetos impulsionarem a entrega de um número cada vez maior de soluções e aplicações de tecnologia baseada em software. Mas, em vez de adicionar pessoal e recursos, essas empresas estão delegando essas funções de desenvolvimento para seus antigos gerentes de projeto, diz Goli.
"Os gerentes de projetos são supervisores de todas as etapas", diz o CEO da Innotas, Kevin Kern. "Eles estão gerindo soluções e aplicações, bem como o trabalho dos desenvolvedores de software, e não há desenvolvedores suficientes, nunca. Assim, os gerentes de projeto estão sendo convidados a arcar com tantas responsabilidades que suas descrições de trabalho estão ficando turvas", diz Kern.
A escassez de recursos pode ser uma razão pela qual muitos projetos falham , diz Kern, mas pode vir a ser também a solução.
Com as organizações mudando o foco para se centrar mais no desenvolvimento de aplicativos, o número de projetos de TI aumenta, e os departamentos de TI têm dificuldade em dizer "não", diz Kern, devido ao risco de deixarem de ser vistos como um parceiro de negócios de valor.
Esta mudança coloca uma carga cada vez maior sobre os departamentos de TI para entregar esses aplicativos valiosos, mesmo que eles estejam sobrecarregados de trabalho, com dificuldades de priorizar projetos, diz ele. O valor da TI no fornecimento de soluções e aplicações para o negócio certamente aumentou, mas a percepção dos executivos C-level da TI como um centro de custo não mudou, diz Kern. E como a TI ainda é vista por muitos executivos de nível C, como um centro de custo, em vez de um valor agregado para o negócio, pode ser difícil recusar projetos, explica.
Essa visão da TI como um centro de custo remonta ao boom das pontocom, no final dos anos 1990, e suas consequências, quando os departamentos de TI previamente inchados viram seus orçamentos reduzidos e seu headcount severamente reduzido, diz Kern.
"A mudança para uma abordagem centrada em aplicativos significa que não há falta de demanda por gerentes de projetos para lidar com esses projetos. Mas que os gerentes em atividade não estão sabendo dizer "não" para o pode ser irrelevante em seis meses. Eles precisam priorizar melhor o seu pipeline.
Fonte: CIO DIGITAL 2013

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

AUDITORIA EM INFORMÁTICA

Introdução

Observamos ao longo dos anos, um amplo crescimento das bases de TI devido a sua importância estratégica, fato propulsor de maiores investimentos em relação ao aumento dos controles sobre os departamentos de processamento de dados, já que estes controlam informações vitais à empresa.

Este controle é feito através de um processo de Auditoria, que visa mitigar os riscos e descobrir possíveis irregularidades. A Auditoria de TI também identifica se a TI está alinhada ao rumo dos negócios, ponto considerado como fundamental para o sucesso de qualquer projeto de TI dentro de uma determinada organização, seja ela pública ou privada.

Como no passado, a base da investigação era restrita ao setor de finanças, as empresas não viam o porquê de manter um departamento somente de auditores, preferindo contratar empresas prestadoras deste serviço.

A prática deste tipo de auditoria iniciou-se nos Estados Unidos e na Europa na década de 80. Como as técnicas de processamentos e as maneiras de burlar os controles veem evoluindo de maneira rápida, os auditores devem estar sempre atentos a tais mudanças.
A Auditoria do Ambiente de TI “atualmente” deve abranger:

. Coordenação de Problemas;
. Coordenação de Mudanças;
. Gestão da TI;
. Recuperação de desastre;
. Capacidade dos Sistemas;
. Desempenho dos Sistemas;
. Desenvolvimento de Sistemas;
. Sistemas terceirizados;
. Integração dos sistemas (ERP, sistemas legados, sistemas específicos);
. Análise dos sistemas, infraestrutura e recursos de TI em Nuvem;
. Políticas de Segurança da informação;
. Análise do datacenter (local, segurança e acessos);
. Análise de contratos junto aos fornecedores da TI;
. Distribuição dos Custos;
. Políticas sobre o uso das redes sociais;
. Políticas sobre o uso dos recursos de TI;
. Políticas sobre o uso da rede lógica;
. Alinhamento TI x Negócio;
. Comitê de gestão da tecnologia da informação – TI;

Perfil do Profissional Auditor em Informática

O auditor de informática é aquele profissional ou empresa, que foi designado pela alta administração da empresa para avaliar, examinar e descobrir os pontos falhos e a devida eficácia dos departamentos por ela vistoriados.
O auditor deve ser um profissional de grande conhecimento da área de processamento de dados e todas as suas especificidades. Deve ter objetividade, discrição, raciocínio lógico e principalmente um sentimento real de independência, ou seja, os seus pareceres intermediários ou finais, devem “possuir uma personalidade própria”.

Posicionamento da Auditoria dentro da organização

Este setor deve ser totalmente independente dos outros setores a fim de que não tenha influências no seu desempenho. Deve estar ligado diretamente à alta administração da empresa. Outro ponto importante é a existência de um planejamento prévio, em nível de datas, de quando e como irão ocorrer as auditorias. O sigilo deste planejamento é importante para que não haja acertos de última hora que irão resultar em relatórios não condizentes com a realidade, prejudicando o desempenho da organização.

Importância da Auditoria e suas fases

Como já foi dito, a auditoria dentro de um departamento, principalmente na área de processamento de dados, é de vital importância para empresa, já que através desta a alta administração deverá ditar os rumos da empresa, além de evitar fraudes e garantir o bom desempenho dos setores aditados.
Este processo é composto de: Pré-Auditoria, Auditoria e Pós-Auditoria.

. Pré-Auditoria:
Nesta fase é enviado ao departamento a ser auditado um anúncio, através de uma notificação formal do setor de auditoria ou pelo setor de Controle Interno da empresa.
Este anúncio deve ser feito com até duas semanas de antecedência e deverá
especificar quais serão as áreas a ser auditadas, com seus respectivos planos de trabalho. Ainda dentro desta fase, serão feitas as primeiras reuniões da alta administração com os auditores visando esclarecer os pontos e planos de trabalho.
Nesta fase o grupo Auditor deve preparar as atividades administrativas necessárias para a realização da auditoria, definir as áreas a auditar, orientar o grupo de auditores quanto a estratégia a ser adotada, preparar o documento de anúncio e anunciar o setor da Auditoria.
O setor a ser auditado deve preparar as atividades administrativas de apoio ao Grupo Auditor, educar o pessoal do setor quanto ao processo que será utilizado, deliberar (resolver após a exanimação) quais informações são necessárias ao processo e fazer uma revisão final no setor.

. Auditoria:
Terminadas as reuniões iniciais e após definir as ações que serão tomadas, inicia-se a auditoria. O Auditor-chefe fará as solicitações por escrito e com data de retorno do representante do setor auditado.
De acordo com as datas preestabelecidas (na pré-auditoria) serão feitas reuniões
onde os fatos identificados serão expostos e é entregue um relatório destes fatos ao representante do setor auditado para que este emita, por meio de outro relatório as razões de estar em desacordo.
Se tais razões não forem aceitas pelo grupo Auditor, elas farão parte do relatório denominado Sumário Executivo, que é apresentado à alta diretoria da empresa. Dentro deste mesmo relatório constará uma Avaliação Global da situação da área de informática que está sendo auditada.
Geralmente a auditoria dura cerca de seis semanas.
Nesta fase, o Grupo Auditor deve avaliar os Controles(ou seja, como a área auditada funciona); documentar os desvios encontrados (falhas); validar as soluções, preparar o relatório final e apresentá-lo para a Presidência.
O Setor Auditado deve prover as informações necessárias ao trabalho da auditoria, analisar a exposição dos desvios encontrados, entender os desvios encontrados, desenvolver planos de ação que solucionarão os desvios encontrados, corrigir as exposições e revisar o Sumário Executivo.

. Pós-Auditoria:
Terminada a auditoria, o grupo auditor emite um relatório final detalhando as suas atividades. Este relatório conterá o objetivo da Auditoria, as áreas cobertas por ela, os fatos identificados, as ações corretivas recomendadas e a avaliação global do ambiente auditado. Este relatório é enviado a todas as linhas administrativas, começando pela presidência e terminando no representante do setor auditado. Nesta fase, o Setor Auditado deve solucionar os desvios encontrados pela auditoria, preparar resposta ao Relatório Final e apresentar para a Presidência, administrar conclusão dos desvios e manter o controle para que os erros não se repitam e a eficácia seja mantida. O Grupo Auditor deve distribuir o Relatório Final, revisar resposta recebida (soluções e justificativas apresentadas), assegurar o cumprimento do compromissado e analisar a tendência de correção.

Inter-Relação entre auditoria e segurança em informática

Resumindo, podemos dizer que a segurança e a auditoria são interdependentes, ou seja, uma depende da outra para produzirem os efeitos desejáveis à alta administração. Enquanto a segurança tem a função de garantir a integridade dos dados, a auditoria vem garantir que estes dados estejam realmente íntegros propiciando um perfeito processamento, obtendo os resultados esperados.
Com isso, concluímos que para que uma empresa continue competitiva no mercado, ela deve manter um controle efetivo sobre as suas áreas e isso é feito através do processo de auditoria.

Introdução

Segurança da informação é o processo responsável pela proteção dos bens da informação (dados, imagem, texto e voz no computador), e contra uso indevidos e perdas de bens de informação. Hoje em dia, a segurança de informação é o tópico mais importante em uma empresa, pois dá garantia ao que chamamos de proteção das informações da empresa em todos os aspectos.
Para se ter um ótimo controle de acesso as informações em uma grande empresa é indispensável o uso das melhores práticas em se tratando de Segurança da Informação como exemplo a aplicação da norma da ISO 27002.

É necessário que a organização siga as recomendações visando mitigar os riscos inerentes a qualquer ambiente que utilize qualquer tipo de processamento de dados.

A atividade de auditoria em segurança de informação

A auditoria tem como verificar se os requisitos para segurança da informação estão implementados satisfatoriamente, mantendo a segurança nos dados da empresa e verificando se os seus bens estão sendo protegidos adequadamente.
Inicialmente o auditor deve revisar o plano aprovado, ou seja, verificar se o método utilizado para proteção de informações é o melhor ou se precisa sofrer alguma atualização, sempre relacionado com o esquema de trabalho a seguir dentro da área que está sendo auditada.
Depois de terminado o estudo do plano, o auditor solicita os procedimentos necessários para descrever as diversas atividades que exige uma Segurança em Informática. Esses procedimentos serão confrontados com a realidade do dia-a-dia dentro do departamento, ou seja, verificando se todos os procedimentos necessários à Segurança em Informática são corretamente utilizados no departamento que está sendo auditado.

Na investigação o Auditor deverá revisar os seguintes itens, verificando se:

. O proprietário (aquele que tem permissão para acessar certo conjunto de informações), periodicamente faz uma revisão em todos os dados que ele possui acesso para verificar se houver perdas, alterações, ou outros problemas de qualquer natureza. A Gestão deve ser avisada sobre os resultados obtidos através da revisão tanto quando eles forem favoráveis (os dados estão corretos) ou quando for encontrada alguma irregularidade.

. Todos os proprietários estão identificados, ou seja, os que possuem acesso a um conjunto de informações específicas;
. Os inventários são realizados conforme requerido, padronizados e periodicamente;
. Os dados possuem a proteção necessária para garantir sua integridade, protegendo-os contra acessos e alterações indevidas;
. As documentações necessárias devem ser avaliadas pelas áreas competentes, garantindo que estas demonstrem o que realmente ocorre dentro da área a que se está referindo as documentações;
. Quando ocorrem desastres desde um erro de digitação até a perda total dos dados de um banco de dados, existe um plano de recuperação em caso de desastre que são testados conforme requerido. Por exemplo, existem os sistemas de backup e recovery,
isto é, os dados mais importantes devem possuir cópias evitando transtorno em caso de acontecimentos inesperados, verificando sempre se essas cópias estão seguras evitando problemas;
. Os programas críticos, ou seja, os programas de sobrevivência da empresa mais importantes são seguros o suficiente que qualquer tentativa de fraude não consiga alterar o sistema;
. Um terminal tem acesso somente as informações inerente àqueles que irão manipulá-lo, ou seja, um terminal no setor de Finanças só proverá informações ligadas a este setor e seus processos, não terá acesso às informações relacionadas ao setor de Recurso Humanos. Por sua vez, estes terminais podem possuir senhas próprias, podendo ser acessado somente pelos envolvidos a este setor que estejam autorizados a possuírem tais informações, estando protegido assim, contra acessos não autorizados, ou utilizado outros métodos, pois depende de que área encara como segurança da informação;
. As senhas devem possuir suas trocas automáticas garantidas, pois é muito arriscado para uma empresa, principalmente empresas de grande porte, manter uma mesma senha por um grande período;
. O processo de auto-avaliação desta área foi feito e concluído com sucesso;
. Todos os usuários estão autorizados para o uso do computador, isto é, qualquer pessoa não autorizada a manipular dados dentro do sistema possa obter informações sem influenciar o sistema. Ex.: alterações.
. Verificação do acesso físico ao ambiente de TI;
. Verificação do acesso físico ao Datacenter;
. Verificação da política de contratação de serviços na Nuvem; (aspecto físico, contrato);
. Verificação dos extintores de incêndio presentes no Datacenter (prazo de validade, extintores adequados ao ambiente);

Governança de TI

O auditor de TI deve avaliar os níveis de governança de TI aplicado na empresa, verificar se existem investimentos aplicados quanto à formação e certificação dos colaboradores da área de TI, em ferramentas como: ITIL, COBIT, ISO27002, BSC.

Comitês de Gestão da TI

O auditor deve revisar se a estrutura atual do comitê de gestão da TI está devidamente alinhada ao rumo dos negócios da empresa.
É necessário dar apoio ao comitê de gestão de TI no sentido de que o mesmo obtenha êxitos nos seus propósitos, visto que, observamos atualmente um grande desalinhamento entre tais comitês e os rumos dos negócios de acordo com a alta-administração, o que determina muitas vezes no atraso de projetos e até mesmo no fraco desempenho da empresa perante o mercado.

Artigo Autoria: Professor Pedro Carvalho – Analista de Sistemas, SP
Revisão e atualização de textos Carlos Renato Maia – Gerente de Auditoria Externa da Nardon Nasi Auditores Independentes - RS.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Profissional de TI não vale? Refaça as suas contas

As pequenas empresas perdem US$ 24 bilhões ao ano em produtividade ao atribuir a funcionários não especializados em TI, os chamados “gerentes involuntários”, as tarefas de gestão de ambiente interno de tecnologia. A cifra contrasta com os US$ 83 bilhões investidos por elas em tecnologia e comunicações.

Os dados são de um estudo com pequenas e médias empresas (PMEs) realizado pela AMI-Partners a pedido da Microsoft. Ainda de acordo com o material, no Brasil, as companhias dessa categoria gastam anualmente US$ 10,9 bilhões com TI. Das 4,6 milhões de PMEs, 35% possuem gerentes involuntários e a perda de produtividade é calculada em 286 horas. Esta perda resulta diretamente do fato de esses profissionais deixarem de trabalhar em suas atividades principais e, muitas vezes, acumularem funções diversas, tais como operações, recursos humanos, e a área financeira.

Os gerentes involuntários de todo o mundo perdem, em média, seis horas por semana (aproximadamente de 300 horas por ano) de produtividade de negócios ao gerenciarem o ambiente de TI interno. No Brasil, especificamente, 28% das empresas gastam entre seis e dez horas semanais e 10% mais de dez horas a cada semana com a gestão interna da infraestrutura tecnológica.

Dos profissionais nessa situação, 39% sentem que a gestão de TI é um incômodo, 26% indicam não se sentir qualificados para este gerenciamento. Ademais, seis em cada dez desejam simplificar as soluções de tecnologia de sua empresa para reduzir a dificuldade de gestão diária do ambiente de TI. O estudo ouviu 538 gerentes de TI involuntários na Austrália, Brasil, Chile, Índia e Estados Unidos.

Fonte: Convergência Digital