QUAL O VALOR DA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL..??

Total de visualizações de página

CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

COBIT 5

COBIT 5
Powered By Blogger

CONTATOS REFERENTES A TRABALHOS DE AUDITORIA E CONSULTORIA

CERTIFICAÇÕES PROFISSIONAIS:
ISO 27002 - Segurança da Informação - 2013;
ITIL 2011 Foundation - 2014;
Formação COBIT4.1 - Redes Sociais -

Serviços Prestados:
Auditoria na Área de Informática - Auditoria do ambiente de tecnologia da informação

Consultorias de Apoio a Criação de Políticas e Procedimentos Referentes ao Uso das Redes Sociais ;

Consultoria em Gestão de Relacionamentos para TI ;

Consultoria de Apoio a Formação de Comitês de Gestão da TI;

Alinhamento estratégico TI x Rumos do Negócio ;

Contatos:
51- 92022717
51- 33429388

crmaia7@gmail.com - Email





Postagens mais lidas no BLOG

Pesquisar este blog

logo da Consultoria - MAIA - TI

logo da Consultoria - MAIA - TI
copie e cole para ver no tamanho ideal

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Grupo RBS demitirá 130 funcionários


A RBS deve anunciar nesta quarta-feira, 06, a demissão de 130 funcionários, principalmente na área de jornais.

A informação é do site especializado Coletiva.net, que teve acesso ao conteúdo de uma videoconferência feita pelo presidente da empresa, Eduardo Sirotsky Melzer, nesta segunda-feira, 04.

Ainda segundo o Coletiva, Melzer fez o anúncio em meio a uma explicação sobre o “processo de renovação da empresa”. O site não deu maiores detalhes.

O jornalista Políbio Braga disse em seu site, sem citar fontes, que uma eventual mudança do comando da empresa para São Paulo pode estar nos planos.

A reportagem do Baguete procurou a RBS, mas a empresa não respondeu até o fechamento desta matéria.

O anúncio de um corte grande vinha sendo aguardado há uma semana, quando a RBS fez algumas dezenas de demissões na área de jornalismo, muitos deles na TVCom e nos jornais catarinenses.

O número divulgado é significativo. A redação da Zero Hora, o maior jornal do grupo RBS, emprega 200 profissionais no jornalismo entre a sede em Porto Alegre e sucursal em Brasília. 

O Pioneiro, sediado em Caxias do Sul, tem 80. No Rio Grande do Sul, a empresa mantém ainda os jornais Diário Gaúcho, na região metropolitana da capital e o Diário de Santa Maria, em Santa Maria, no interior. 

A RBS tem ainda jornais em Santa Catarina: A Notícia, Jornal de Santa Catarina, Diário Catarinense e a Hora de Santa Catarina. No seu site, a empresa não divulga em seu site o número de jornalistas nesses veículos.  

É difícil prever onde será feito o corte. Segundo dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC) de 2012, a Zero Hora é líder absoluta em circulação no Rio Grande do Sul, com 184 mil exemplares em média.

A título de comparação, o jornal líder do ranking, a Folha de São Paulo, tem 297 mil, circulando no país inteiro. O concorrente mais próximo em Porto Alegre é o Correio do Povo, com 149 mil [o Diário Gaúcho, focado nas classes C e D, circula mais, com 166 mil].

Com o domínio na mídia impressa [que se extende também para o rádio, pelo menos no caso da Rádio Gaúcha no Rio Grande do Sul] e limitada na cobertura de TV a Rio Grande do Sul e Santa Catarina pelo seu acordo com a Globo, a RBS vem a tempo sinalizando que busca outros horizontes desde 2011 pelo menos. 

O principal deles é o mercado digital, através da plataforma proporcionada pelo fundo de investimentos eBricks, que, aliás, já é sediado em São Paulo, o que pode ter sido a origem do rumor divulgado por Braga em seu blog.

Os investimentos feitos pelo eBricks não tem a ver diretamente com jornalismo, mas todos eles tem se aproveitado do alcance do grupo como uma forma de alavantagem de negócios por meio de publicidade gratuita.

O grupo de empresas digitais da RBS inclui a agência Predicta aos sites de entretenimento Guia da Semana, ObaOba e Hagah, além das companhias de marketing e publicidade Grupo.Mobi e Hi-Midia. 

Completam a lista os sites de comércio eletrônico Wine.com.br, de vinhos, e Lets, de moda, a startup mineira Everwrite, dona de uma plataforma de otimização para produção de conteúdo na web e o serviço de gestão financeira online GuiaBolso. 

Ao todo, as participações adquiridas pela RBS custaram R$ 300 milhões.

A empresa bancou a vinda de executivos de mercado como Fabio Bruggioni, ex-vice-presidente do Grupo Telefônica, hoje à frente do eBricks e Deli Matsuo, ex-gerente de RH do buscador na América Latina, para assumir a vice presidência de Gestão e Pessoas do grupo como um todo.

O conselho de administração passou a contar no começo do ano com Nelson Mattos, vice-presidente de Produtos e Engenharia da Google para Europa e Mercados Emergentes.

Se funcionários estão saindo do lado da redação, parecem estar entrando pelo lado digital.

A RBS abriu em abril de 2011,a Unidade de Desenvolvimento de Produtos Digitais no Tecnopuc.

Na épóca, foi divulgado que a meta era ter 100 funcionários nos 1,1 mil metros quadrados do local em "poucos meses".

Em março, Antonio Coelho, ex-COO dos sites da RBS Guia da Semana, hagah e Oba Oba, assumiu o comando da operação divulgando a meta de dobrar o número de funcionários, sem revelar quantos empregados o centro tem atualmente.

Fonte BAGUETE DIGITAL 2014

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Troca de comando na TI da Tigre


Pedro Balista, ex-CIO da Positivo Informática, assume na segunda-feira, 04 de agosto, o cargo de CIO da CIO da Tigre, empresa de tubos e conexões sediada em Joinville.
Balista substitui Sandro Tavares, que recentemente deixou o cargo. As informações são de fontes de mercado e foram confirmadas pela reportagem do Baguete.
Procuradas, Tigre e Positivo não se posicionaram até o fechamento dessa matéria.
Balista estava na Positivo Informática [não confundir com o Grupo Positivo, que tem outro CIO, Paolo Chiarlone], desde setembro de 2011.
Antes, foi gerente de TI na Compalead, empresa de manufatura de eletrônicos também sediada na capital paranaense, por quase dois anos.
Balista fez carreira na Medley, onde foi CIO por 10 anos.
Tavares, que está em busca de recolocação, havia assumido a posição de CIO na Tigre em maio de 2009, vindo da Karsten. O executivo também foi coordenador de projetos da Bunge e gerente de TI na Portobello. 
À frente da TI da Tigre, Tavares foi responsável pela substituição do sistema de gestão da Oracle pelo SAP, em um projeto que envolve as 13 empresas do Grupo Tigre no Brasil e América Latina.
O contrato com a SAP foi fechado no final de 2012, quando foi revelado com exclusividade pelo Baguete. 
A Tigre confirmou a informação, mas não comentou o assunto na época. Nem a empresa nem a SAP fizeram uma divulgalçao oficial sobre o status do projeto desde então.
Durante sua passagem na Medley, Balista conduziu uma implantação de sistema de gestão da SAP. 
A Positivo Informática também é usuária do ERP dos alemães e é uma das primeiras clientes no Brasil da americana Rimini Street, empresa que faz outsoucing de manutenção e suporte do sistema.
A Tigre estimava no começo do ano passado um avanço de 12% no faturamento em 2013, atingindo, aproximadamente, R$ 3,5 bilhões no ano. Não foi feita uma divulgação de resultados depois.
Fonte Baguete Digital 2014.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Vonpar Alimentos troca Totvs por SAP


A Vonpar, empresa gaúcha responsável pela produção e distribuição da linha de refrigerantes Coca-Cola e Heineken na região sul, estendeu o uso da solução SAP para a Vonpar Alimentos, unificando o gerenciamento de suas informações e deixando o Microsiga, da Totvs, que era usado na empresa de alimentos.

Cliente do ERP SAP há 14 anos na divisão de bebidas, a organização estendeu o sistema para sua operação de produtos alimentícios, onde possui as marcas Neugebauer, Mu-Mu e balas Walerius. Juntas, as três empresas faturam R$ 300 milhões ao ano. O valor do contrato não foi divulgado.

“Precisávamos de uma solução que suportasse nosso crescimento e ao mesmo tempo, contar com o apoio de uma consultoria com know how em soluções de tecnologia para o segmento alimentício”, destaca Ricardo Nizoli, Gerente de TI da Vonpar, empresa que em 2012 (último resultado aberto), teve uma receita de R$ 1,7 bilhão.

A implantação do ERP foi realizada pela ITS Group, em um projeto iniciado no segundo semestre de 2013 e finalizado em março deste ano. Cerca de 30 consultores participaram do projeto, assim como 25 funcionários da Vonpar.

Antes de adotar a solução SAP, a Vonpar Alimentos usava desde 2011 o Microsiga, implantado com consultoria da Totvs-RS. No entanto, na época Nizoli afirmou que a decisão por manter um ERP na Vonpar Bebidas, usuária SAP, e outro na Vonpar Alimentos não afetaria a operação.

No entanto, parece que a empresa mudou de ideia. Com o novo ERP, a distribuidora afirma que passou a ter melhor controle, informações mais confiáveis e maior sinergia entre os processos, assim como redução do tempo de fechamento contábil.

Além do sistema de gestão, o projeto envolveu a implementação do Warehouse Management System (WMS) para automatizar a gestão dos centros de distribuição da companhia.

Sediada em Porto Alegre e Gold Partner SAP, a ITS Group tem regionais em Curitiba e São Paulo, atendendo cerca de 200 grandes empresas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

Fonte Baguete Digital 2014

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Prefeituras não tem CIOs


Mais da metade (54%) das prefeituras brasileiras não tem um departamento ou área de TI dedicados.

É o que aponta uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que ouviu 334 municípios brasileiros, cerca de 6% dos 5,5 mil existentes hoje no país.

Nas cidades com mais de 500 mil habitantes a presença do departamento dedicado à tecnologia da informação está universalizada (100%). O país tem 39 municípios nessa faixa de população.

A tendência parece ser que esse número aumente e, com ele, as cidades com profissionais dedicados específicamente a ti.

Os municípios com menos de 500 mil habitantes são os que mais crescem no país. Entre os 8% de cidades com altas taxas de crescimento, nenhuma possui mais de meio milhão de habitantes. 

A pesquisa também aponta que 96% dos órgãos federais e 83% dos órgãos estaduais declararam possuir uma área ou departamento de TI. 

Além disso, entre as organizações que possuem departamento de tecnologia da informação, 89% dos órgãos federais e 57% dos órgãos estaduais contam com um plano estratégico de TI.

Foram entrevistados 572 órgãos públicos federais e estaduais, entre outubro e dezembro de 2013.

INTERNET

A pesquisa TIC Governo Eletrônico 2013 indica que 100% dos órgãos públicos federais e estaduais utilizou computador e teve acesso à Internet nos 12 meses que antecedem a realização da pesquisa. 

A penetração do acesso à Internet banda larga é alta entre os órgãos públicos federais e estaduais, mas existem singularidades quanto ao tipo de conexão utilizada. 

Enquanto a grande maioria dos órgãos apresenta conexão via cabo e fibra ótica (98% nos órgãos públicos federais e 93% dos órgãos públicos estaduais), a conexão via modem 3G é citada por 84% dos órgãos públicos federais e 64% dos órgãos públicos estaduais. 

Já a conexão via linha telefônica (DSL) está presente em 33% dos órgãos públicos federais e 38% dos órgãos públicos estaduais. 

Entre os tipos de conexão menos citados estiveram os acessos via rádio (28% dos órgãos federais e 32% dos estaduais) e a conexão via satélite (3% dos órgãos federais e 6% dos órgãos estaduais).

Nas prefeituras, 100% declarou utilizar computador e ter acesso à Internet nos 12 meses que antecedem a pesquisa. 

Entre as prefeituras com conexão à Internet, os tipos de banda larga citados foram: conexão via cabo e fibra ótica (69%); conexão via rádio (64%); conexão via linha telefônica – DSL (55%); conexão via modem 3G (30%); e conexão via satélite (13%).

SERVIÇOS

Os resultados da pesquisa indicam que 94% dos órgãos públicos federais e estaduais declararam possuir website ou página oficial na Internet. Em relação aos serviços on-line, 90% dos órgãos públicos federais e estaduais prestaram pelo menos um serviço público, através do website ou página oficial da Internet.

A pesquisa revela ainda que 84% das prefeituras estão presentes na Internet por meio de um website ou página oficial e 66% declararam que o site da entidade permitia a prestação de algum serviço público.

REDES SOCIAIS

A TIC Governo Eletrônico 2013 constatou que a presença nas redes sociais é significativa entre os órgãos públicos federais (88%) e estaduais (73%). 

Quando analisado o tipo de rede social, 66% dos órgãos públicos federais e estaduais estão presentes em redes de relacionamento, tais como Facebook ou Google+, 59% estão em plataformas de microblog, a exemplo do Twitter e 43% estão presentes em plataformas de vídeos, como YouTube e Vimeo.

Entre as prefeituras brasileiras, mais da metade (56%) está nas redes sociais, segundo a pesquisa. Quando esse indicador é analisado por rede social, verifica-se que 50% das prefeituras estão presentes em redes de relacionamento, 22% adotaram plataformas de vídeo, e 13% estão presentes em microblogs.

PARTICIPAÇÃO

Nos 12 meses anteriores à realização da pesquisa, 53% dos órgãos públicos federais e estaduais declararam realizar consulta pública on-line, 28% adotaram enquetes e 18% possibilitaram a interação por meio de fóruns ou comunidades de discussão.

Entre as ferramentas de participação através da Internet mantidas pelas prefeituras brasileiras estão as consultas públicas on-line (40%), as enquetes (25%) e os fóruns ou comunidades de discussão (10%
Fonte : Baguete Digital 2014

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Re-envio " A necessidade da TI melhorar os seus relacionamentos"

Boa tarde,

Venho insistindo muito neste tema: "necessidade da TI melhorar seus relacionamentos". Vejo que aos poucos, observa-se uma tendência neste sentido.
boa leitura,
Carlos Renato Maia
Gestão de TI - Auditoria do Ambiente da Gestão de TI

A integração de diversas áreas e o bom relacionamento entre pares são fundamentais para o sucesso dos projetos de TI
Executivos de tecnologia vivem em um mundo de mudança no qual as únicas constantes parecem ser a busca por melhora contínua do desempenho, aumento de produtividade e colaboração com os pares. Neste ambiente altamente integrado e matricial, existem muito poucas pessoas e muito trabalho para que a gente se afaste dos outros. Nós nos apoiamos em nossos colegas para compartilhar conhecimento, resolver problemas em conjunto, fornecer dados e encontrar suporte para nosso trabalho.
Mas a colaboração bem-sucedida demanda tempo e esforço concentrado.
Por onde começar? Veja algumas dicas:
Comece com o ‘por que?’
As pessoas têm muito a fazer. Se eles não entenderem a verdadeira importância da colaboração, não farão nada. Por exemplo, alguém pode até concordar que a colaboração irá melhorar o atendimento ao cliente. Mas isto não é motivo suficiente para insistir na colaboração e trabalhar além dos limites de sua área quando o deadline se aproxima e a pressão aumenta. Porque perder tempo com um conceito que pode ter resultados ou não?
Um argumento muito mais convincente seria “o departamento X trabalha com os seus clientes todos os dias. Se nós não desenvolvermos um relacionamento próximo com eles, nunca saberemos o suficiente para atender nossos clientes da maneira correta.” Com isso, fica claro o que é crítico, o que é necessário e quais as consequências de não colaborar.
Este tipo de argumento é o primeiro passo para construir relações bem-sucedidas entre as áreas da companhia. Para entender a motivação, responda às perguntas abaixo:
1 - O que está em jogo para a empresa e para os clientes se as divisões não colaborarem?
2 - O que cada grupo tem que os outros precisam?
3 - Porque alguns precisam de outros para melhorar o desempenho?

Construa relações pessoais
Simplesmente concordar com a colaboração não faz ela acontecer. Para ser bem-sucedida, a colaboração leva tempo, interação e esforço.
Se uma organização precisa de sinergia entre divisões, as pessoas devem construir bom relacionamento com as outras equipes. Isto não acontece na noite para o dia. Relacionamentos se fortalecem quando as pessoas criam confiança umas nas outras. Isto vem com o tempo, conforme um sabe o time do coração do outro, a paixão por filmes antigos ou a preferencia por comida vegetariana.
Isto é a fundação para que se crie a confiança no relacionamento. Confiança existe quando as pessoas podem contar com as outras para fazer o que querem fazer e para agir com intenções positivas. A melhor maneira de construir confiança é sendo confiável. Se um compromisso não puder ser honrado, aja proativamente e explique a situação, e desenvolva um plano de contingência para manter a parceria positiva.
Com confiança, as pessoas percebem que têm poderosos aliados na organização. Estas pessoas são aquelas com quem irão converser quando as políticas organizacionais estiverem confusas, as prioridades mudarem ou circustancias especiais demandarem atenção diferenciada. Existe um benefício adicional em desenvolver esses relacionamentos entre as divisões: as pessoas podem fazer amigos no trabalho, o que, de acordo com um estudo do Gallup, é um dos principais indicadores de satisfação no trabalho.
Fique atento à execução
Ficar atento à execução não precisa ser algo difícil. Em uma reunião com representantes-chave de diversos grupos, indentifique:
1 - Quais são os objetivos de curto e de longo prazo para a colaboração?
2 - Como os envolvidos saberão que as metas foram atingidas?
3 - Quais processos terão de ser estruturados para que o trabalho dê certo?
4 - Qual o papel e as responsabilidades de cada grupo?
5 - Qual será a periodicidade dos encontros? Quem é o responsável pelas reuniões?
6 - Como as decisões serão tomadas? Quais decisões precisam ser levadas a superiores? A quem?
Prepare-se para o inesperado
É rara a organização que não tem uma mudança de planos no meio do caminho e é rara a aliança que esclarece todas as duvidas. Para desenvolver uma parceria realmente boa, saiba como lidar com mudanças organizacionais no meio do caminho e com mal-entendidos.
Dê tempo ao tempo
A última dica para desenvolver boas parcerias entre departamentos é simples, apesar de ser um desafio para muitos: dê tempo para que funcione. Os grupos devem ficar em contato para resolver tensões acumuladas, compartilhar melhores práticas, avaliar o progresso do trabalho e identificar oportunidades. Essas conexões constantes farão a aliança funcionar.

Fonte: CIO Digital 2012(*) Maya Townsend é fundadora e consultora da Partnering Resources


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Sonda: SAP na CEEE por R$ 130 milhões


O projeto, que tem duração de 36 meses, mobilizará uma equipe de 200 profissionais da Sonda IT e da CEEE. A meta é que as novas soluções estarão em operação num prazo de 16 meses.

Além do ERP da SAP, serão implementadas as soluções de billing e gestão fiscal da Sonda. Tudo rodará sobre servidores e storages, com tecnologia IBM risc.

O processo para licitação do ERP começou ainda em abril de 2012. Os custos serão financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pela Agência Francesa de Desenvolvimento.

A nova interface tecnológica da CEEE impactará diretamente no atendimento ao cliente final, atingindo cerca de 1,6 milhões de consumidores ou uma população de 4,8 milhões de pessoas. 

Com área de concessão que compreende a região Metropolitana, Sul, Litoral e Campanha gaúcha, a CEEE Distribuição atende a 72 municípios, abrangendo 73.627 km², o que corresponde aproximadamente a 34% do mercado consumidor do Rio Grande do Sul.

A novidade em relação ao projeto é o implementador. Desde o começo das discussões sobre a mudança do ERP da CEEE, a SAP sempre foi apontada por fontes próximas como a franca favorita para levar a migrar o Synergia, adquirido da chilena Synapsis e implantado no final de 1999.

A multinacional alemã é a fornecedora de sistemas de gestão do Grupo CPFL, o maior player do setor no Brasil, controlador da RGE, além de clientes como Copel, Cemig, Light, Itaipu, Eletronorte e Furnas.

A Oracle, em troca, tem a Tractebel Energia, maior empresa privada de geração de energia elétrica do país.

Os valores também estão dentro do previsto. Desde o começo, a CEEE falou em fazer um inestimento de US$ 60 milhões, ou R$ 133 milhões no câmbio de hoje, com o dólar a R$ 2,22.

O preço pode parecer salgado, mas é preciso ter em conta que consultores SAP especializados em billing para utilities são considerados “mosca branca” no mercado. A implantação do SAP na Light, anunciada há mais de uma década, em 2001, custou R$ 100 milhões.

Quem vai estar à frente do processo por parte da CEEE é Valter Skorupski Junior, nomeado no final do ano passado como CIO da CEEE. Skorupski é um funcionário com 27 anos de casa e passagens pelas áreas de  engenharia, infraestrutura e TI da estatal. 

Fonte: Maurício Renner Baguete.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Como a TI faz a liga com negócios na era do Social Business


Ao combinar uso de analytics com estratégias de marketing social, empresas de diferentes áreas da economia celebram bons resultados.

Mark Fidelman, autor do livro “Socialized! How the Most Powerful Business Harness the Power of Social” (Socializado! Como as empresas mais poderosas tiram proveito do poder do social), tem testemunhado uma grande confusão na arena do marketing social nas corporações, decorrente principalmente da idéia de considerar as redes sociais um apêndice das estratégias tradicionais de marketing.

O marketing fica preso ao mero conceito da geração de leads de negócios, diz ele, ao invés de usar as mídias sociais pelo seu valor real e único. “O marketing social é menos sobre a conversão de cliques em negócios e mais sobre a criação de relacionamentos. Eventualmente, a confiança construída leva as pessoas a comprar e é assim que você rentabiliza o marketing social”, diz Fidelman, embora não existam números que comprovem de fato essa afirmação .

Segundo Fidelman, as empresas devem livrar-se dos obstáculos internos, como a tendência de acumular informações e manter silos departamentais.
O marketing social se baseia na colaboração interdepartamental para extrair o máximo de valor a partir do feedback e análise.

Para o marketing social atingir a maturidade máxima, a TI deve ser envolvida na estratégia, o que não é uma prática comum nas organizações de hoje. Equipes de marketing querem ir sozinhas ou contratar terceirizados para atender necessidades de TI.

O primeiro e mais importante ponto para manter a TI a bordo é que os dados colhidos a partir das plataformas de mídia social devem ser alimentados em sistemas de back-end para análise que podem ser distribuídos por toda a organização para garantir tomada de decisão mais informada. Manter os dados fora do alcance de todos destrói sua finalidade e diminui o seu poder, garante Fidelman.

Ao fazer a parceria com a TI desde o início, diz ele, as empresas podem alcançar o Santo Graal do marketing social: proporcionar aos clientes a mensagem certa no momento certo na plataforma certa e no contexto certo.

Confira a seguir a história de quatro empresas que descobriram como aliar TI a marketing para alavancar o social business.

 

O homem do analytics

Com dezenas de pontos de contato e iniciativas diferentes de marketing social para suas divisões e subdivisões, a General Electric consegue manter uma visão geral e centralizada dos resultados, em grande parte por meio do uso de analytics.

Na medida que novas plataformas sociais sobem e descem na preferência dos usuários, Paul Marcum, diretor de marketing digital global e programação da GE, consegue manter uma estreita vigilância sobre o cenário geral e, com isso, testar livremente diferentes alternativas e sua eficácia para seus objetivos de negócio.

Por exemplo, a empresa deixou de participar da rede social Foursquare quando percebeu que a plataforma não era páreo para as necessidades de marketing da GE.

Ele distribui as divisões e subdivisões da marca com presenças diferentes em mídias sociais como Facebook, Twitter, LinkedIn, YouTube, Pinterest, Google+ e outras, terceirizando a produção do conteúdo.

Isso permitiu à empresa focar-se no desenvolvimento de uma estratégia global de mídia social que tira proveito correto da força específica de cada plataforma.

Marcum considera o Facebook como “a GE mais acessível”, porque a plataforma oferece os tempos de resposta mais rápidos para os conteúdos ali oferecidos. Já, segundo ele, o YouTube é uma avenida para celebrar com vídeos envolventes o impacto que a tecnologia e a fabricação da GE oferecem.

Em conjunto, diz Marcum, esses canais “humanizam a organização como nunca tinha sido possível fazer antes”.

Terceirização de conteúdo


O executivo seleciona agências de publicidade com base em sua experiência com formatos específicos de mídia social. Por exemplo, a uma agência especializada na apresentação visual e ofertas de vídeo ele delega conteúdo para o Instagram, enquanto que para uma outra que é conhecida por sua capacidade de gerar micro-conteúdo fica trabalho para Facebook e Twitter.

Marcum reconhece que essa mistura complexa requer mais cabeças em termos de gestão de tudo mas, em última análise, garante que o tempo é bem gasto.

Ele continua a aperfeiçoar a abordagem de marketing social da GE principalmente através da melhoria dos resultados de analytics. No início da estratégia, Marcum recebia um PDF a cada semana, com resultados básicos, como quantidade de “likes”, número de fãs e seguidores. Mas isso era inadequado, porque “não refletia o tempo real, portanto não tirava proveito do real valor das mídias sociais”, diz ele.

Hoje em dia, a GE utiliza analytics caseiros e software de visualização que rastreia todas as APIs de mídia social coletoras de dados, incluindo o Google Analytics, Facebook e Twitter. Os gestores podem acessar painéis personalizados em tempo real que ilustram a performance em cada rede com base em dados do dia.

Marcum diz que este modelo é muito melhor para a determinação das plataformas de mídia social ideais para segmentos específicos de clientes. Seu objetivo final: conseguir enxergar o custo por engajamento em cada uma delas.

Os dados afetam o conteúdo

A empresa Publishers Clearing House (PCH), especializada em loterias e jogos online, acredita que o conteúdo certo, no lugar certo, no momento certo virá do conhecimento gerado pelos dados colhidos nas plataformas sociais, por isso dá ao marketing social o mesmo peso e visibilidade que dá à publicidade online, à televisão, aos eventos e ao marketing direto.

A PCH envolve seu público por meio do Facebook, Twitter, Pinterest, YouTube, Google+ e outras plataformas populares. A empresa já acumulou mais de 1 milhão de fãs em suas várias páginas no Facebook.

“A tecnologia continua a ser estratégica na captação de mais e mais dados a serem alimentados em nosso armazém de dados para melhor identificar os segmentos de clientes e construir melhores experiências de envolvimento dos usuários que atravessam todas as nossas propriedades e programas”, diz Deborah Holland, vice-presidente executiva da Publishers Clearing House.

“Nosso objetivo é ter um público em grande escala, altamente engajado”, diz a executiva. Holland e sua equipe avaliam o sucesso do marketing social com o software de analytics Salesforce Marketing Cloud (conhecido como Buddy Media, antes da compra da empresa pela Salesforce). Os usuários podem analisar os comentários, tweets e outros tipos de mensagens com base em filtros e tags pré-determinadas, juntamente com métricas populares, como os “likes”do Facebook e fãs e seguidores do Twitter.

Embora as ferramentas de relatórios em mídia social da PCH não tenham interface com os outros sistemas da empresa,  se um usuário de uma plataforma social se registra em alguma página da empresa ou se cadastra para receber algum tipo de e-mail da PCH, ele consegue ser identificado para o sistema como tendo vindo de algum canal social.

Todas as despesas do orçamento de mídia social estão integradas manualmente com sistema de gestão de orçamento geral da empresa. Os dados de engajamento em mídias sociais fornecidos pelo analytics são reunidos usando software específico para isso, como Facebook Insights, Salesforce.com e WordPress. Os gerentes recebem um relatório completo semanal sobre engajamento da audiência, enquanto que os executivos recebem um relatório mensal elaborado manualmente, que inclui volumes de mídia social e níveis de engajamento.

Holland credita à estrutura corporativa o fato da empresa ter se voltado tão amplamente para as mídias sociais. Como responsável pela promoção de todos os departamentos da PCH, Holland conseguiu combinar perfeitamente as estratégias de marketing social em todos os tipos de operações.

“Temos quatro pessoas em nossa equipe de mídia social e que estão em rede com outras pessoas chave de toda a organização, incluindo designers e escritores que desenvolvem conteúdo para todos os canais”, diz ela. A PCH, acrescenta ela, criou uma rede fluida de empregados que colaboram e sabem que a mídia social é parte de seu trabalho.

Este trabalho em equipe é testado frequentemente, já que a PCH distribui prêmios a cada 10 minutos. Em média, o percentual de engajamento de fãs no Facebook comentando sobre os prêmios varia de 10% a 15%, mas pode chegar a até 80% antes da divulgação de grandes prêmios, como os que são concedidos pelo jogo Prize Patrol. Esses acontecimentos têm de ser coordenados em todos os canais de marketing com as mídias sociais prontas para reagir em tempo real.

Dividir para conquistar

A necessidade de interação do ser humano é uma das lições mais difíceis que a mídia social está dando para as empresas. Quatro anos atrás, quando a rede de hotéis Best Western International estabeleceu pela primeira vez sua presença no Facebook, ela incentivou os operadores de cada uma de suas 2.200 propriedades nos Estados Unidos a também criar uma página no Facebook.

Mas a empresa rapidamente aprendeu que nem todos os gerentes de hotel têm tempo ou experiência em relações públicas para lidar com as nuances dos meios de comunicação social, como, por exemplo, o post de um cliente insatisfeito. “Se a página não é gerida, então você poderá potencialmente transformar uma boa experiência em uma experiência muito ruim e prejudicar a marca “, diz Michael Morton, vice-presidente de serviços aos clientes da Best Western.

A Best Western “ouve” o que acontece dentro das mídias sociais, utilizando o software de customer experience da Medallia. O programa analisa no texto o que está sendo dito sobre a marca em geral e sobre a experiência específica em um determinado hotel. A Best Western usa esta inteligência, organizada através de painéis e relatórios personalizados, para entender seus sucessos e falhas, assim como os de seus concorrentes.

“Controlar a mídia social é uma ótima maneira para entendermos o que está impactando positivamente um hóspede e quais são suas maiores preocupações com os nossos hotéis”, diz Morton. “Essa informação, combinada com o feedback que os hóspedes deixam no hotel, ajuda-nos a definir a direção para a marca.”

O grupo de Morton iniciou a implantação do Medallia “sem depender de TI”, explica ele. “Mais tarde,  quisemos envolver a TI na medida em que precisávamos implantar o sistema em mais e mais propriedades.”

A TI também teve papel importante em agregar dados de outros sistemas. Por exemplo, ela ajudou a equipe de negócios a incluir dados comportamentais ligados à decisão de compra, como de onde vinham as reservas dos clientes - diretamente com o hotel, agente de viagens, sites de terceiros e assim por diante. Essas informações ajudam a identificar, por exemplo, porque hotéis com pontuações mais altas têm mais reservas.

A Best Western acredita tanto na sabedoria das redes sociais que elevou seu peso mesmo com relação às pesquisas diretas que também são feitas via Medallia, e outros tipos de coleta de dados. Morton acredita que a influência dos meios de comunicação social só vai ficar mais forte. “Nós ainda não conseguimos tirar dólares de outros investimentos de marketing em favor das mídias sociais, mas estamos investindo nisso”, diz ele.

Embora a Best Western atualmente deixe os gestores de hotel livres para definir como gerir suas estratégias de mídia social, a maioria dos hotéis optou por engajar-se em mídias sociais através do Medallia.

O software envia alertas para o funcionário do hotel responsável por mídias sociais sempre que um comentário, tweet ou outro post requer sua atenção imediata, por exemplo. Se os clientes reclamam no Facebook sobre a falta de toalhas de piscina em uma propriedade, o gerente do hotel é alertado para que ele rapidamente possa resolver o problema.

Os hoteleiros também pode acessar as estatísticas e insights sobre o seu desempenho em relação aos concorrentes locais.

 

Quando centralizar é bom

A gigante de tecnologia de defesa e aeroespacial Raytheon, com presença principalmente no Twitter, Facebook e YouTube, está começando a medir o interesse dos clientes no Google+, Pinterest e outras plataformas emergentes.

Como a Best Western, a Raytheon fez alguns ajustes estratégicos desde sua estreia na mídia social e o mais fundamental foi centralizar todas as propriedades de mídia social.

“Tudo era montado e operado de um jeito diferente em cada área da empresa”, diz Pam Wickham, vice-presidente de assuntos corporativos e comunicação. “A área de recursos humanos era dona da página no Facebook e seu foco estava em recrutar estudantes universitários e outros potenciais funcionários”.

Enquanto isso, a equipe de comunicação estava operando o Twitter como um canal de difusão de notícias corporativas. E o canal do YouTube da companhia não tinha um coordenador central, portanto o upload dos vídeos corporativos era feito de forma aleatória, sem estratégia.

Nos últimos 18 meses, a fiscalização da mídia social foi passada para o grupo de Wickham, permitindo o alinhamento do conteúdo distribuído na mídia social e um trabalho cuidadoso aliando a interação do usuário com a empresa com o trabalho de marca e reputação da companhia.

“Nós sempre consideramos TI o nosso parceiro mais forte – mesmo bem antes
das mídias sociais se tornarem uma parte tão importante da nossa estratégia”, diz Pam Wickham.

Wickham diz que o ponto de inflexão para a verdadeira transformação está em compreender a diferença entre simplesmente ter uma presença nas mídias sociais e ter uma prática de marketing social. “Marketing social é o uso estratégico de canais de mídia social para entregar e ampliar mensagens de marca específica para um público-alvo”, diz ela. “É muito mais deliberado. Uma é alvo, o outro é simplesmente a transmissão da sua mensagem.”

Raytheon utiliza uma combinação de ferramentas caseiras de  análise de mídia social com as ferramentas usualmente disponíveis nas plataformas de mídia social para manter o controle sobre as mensagens e o seu sentimento com relação à empresa.

Como a presença na mídia social da Raytheon cresce, também cresce seu risco de exposição a um evento negativo de relações públicas. Portanto, Wickham inclui gerentes de mídia social em todo o planejamento e treinamento de estratégia de crise corporativa.

Um caso recente envolvendo uma questão de responsabilidade corporativa colocou à prova a resposta social da Raytheon. A empresa tinha uma parceria com um grande time de futebol americano para oferecer entradas gratuitas de jogos para um grupo de veteranos de guerra. Um dos veteranos convidados publicou em sua página do Facebook que ele só recebeu um dos dois ingressos prometidos, agregando a isso um comentário negativo.

A equipe de Raytheon entrou imediatamente em contato com ele e descobriu que o distribuidor, ao invés de pedir mais ingressos para a empresa, apenas entregou um bilhete para cada pessoa. A Raytheon foi capaz de regularizar a situação a tempo para o jogo – algo que Wickham diz que não teria acontecido se a página do Facebook não estivesse tão bem monitorada.

Hora de melhorar

Para realizar plenamente sua visão, Marcum da GE, diz que as plataformas de mídias sociais precisam adicionar atribuição, assim as marcas podem ligar o conteúdo aos indivíduos rastreando retweets e compartilhamentos. “Uma vez que tivermos o quadro total, poderemos calcular melhor os custos de conversão – ou o que precisa ser gasto de fato para adquirir um cliente – diz ele.

Morton, da Best Western, afirma que a melhor atribuição ajudará a rentabilizar os esforços de marketing social mostrando a origem das vendas – por exemplo, um blogueiro influente compartilhando um post de um hotel oferecendo desconto. O grupo quer ver “quando e onde o cliente converte a compra”, diz ele.

Um dos grandes complicadores para ter essa visão é “ter certeza de que conseguiremos obter os dados operacionais gerados”, diz Morton. “A TI desempenha um papel crucial aqui porque o Medallia reúne uma grande quantidade de dados de feedback do cliente, mas quanto mais pudermos juntar o feedback dos clientes com as métricas operacionais, mais potencial haverá para idéias de impacto nos negócios. Esperamos que, com o crescimento dos sistemas mais integrados, poderemos automatizar melhor alguns desses processos, permitindo-nos tirar mais valor da informação”.

De sua parte, a PCH planeja usar atribuição não apenas para avaliar o ROI de publicidade, mas para identificar influenciadores no universo da mídia social da PCH, bem como identificar membros do público que são mais ativos.

Também por causa do grande número de seguidores móveis da empresa, a PCH pretende melhorar a qualidade de suas aplicações móveis. “Um terço do nosso público é móvel e esse número está crescendo rapidamente”, diz Holland.

Morton da Best Western, por sua vez, está estudando formas de integrar a análise de mídias sociais no sistema de gestão de propriedades da empresa. Sua esperança é que um dia, se um cliente escrever um tweet dizendo que ele gostaria de ter um quarto no primeiro andar do hotel, essa informação de alguma forma seja agregada automaticamente como uma preferência ao perfil desse cliente.

Wickham, Holland, Morton e Marcum todos são otimistas sobre o futuro do marketing social e têm certeza de que ele vai gerar muito valor para suas marcas. “Há muito trabalho a ser feito, mas não é uma área de frustração – é uma área de excitação e antecipação”, diz Marcum.

Fonte: Sandra Gittlen, IDG Enterprise/EUA

ComputerWorld