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CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

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CERTIFICAÇÕES PROFISSIONAIS:
ISO 27002 - Segurança da Informação - 2013;
ITIL 2011 Foundation - 2014;
Formação COBIT4.1 - Redes Sociais -

Serviços Prestados:
Auditoria na Área de Informática - Auditoria do ambiente de tecnologia da informação

Consultorias de Apoio a Criação de Políticas e Procedimentos Referentes ao Uso das Redes Sociais ;

Consultoria em Gestão de Relacionamentos para TI ;

Consultoria de Apoio a Formação de Comitês de Gestão da TI;

Alinhamento estratégico TI x Rumos do Negócio ;

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

As competências necessárias para trabalhar em TI no ano de 2020

Meio técnico, meio executivo; em parte tecnólogo com orientação comercial, especialista em segurança e marqueteiro. Você está pronto?
No ano de 2020, a expertise técnica deixará de ser a pedra fundamental dos departamentos de TI. Funcionários de todas as seções nas empresas terão relativo domínio acerca do emprego de recursos tecnológicos para desempenhar as atribuições.
Ainda assim, visionários e experts da informática preveem uma busca expressiva por profissionais com capacidade de interpretar volumes enormes de dados. Aqueles que dominarem técnicas de segurança, souberem gerenciar questões críticas em sistemas recentes e transmitirem com clareza como a TI pode impulsionar os negócios, também sairão na frente.
1. Análise de dados
Lá por 2020, o volume de dados gerados anualmente estará na casa dos 35 zettabytes, ou 35 milhões de petabytes, informa o departamento de pesquisas da IDC. Para ter uma ideia, isso seria o suficiente para construir uma torre de DVDs alta o bastante para chegar até a lua e voltar, afirma John Gantz, principal executivo de pesquisas da IDC.
A demanda por profissionais capacitados para a depuração de um volume monstruoso de informações será igual à estabelecida por gente habilitada para cooperar com unidades de negócios na definição da natureza dessas informações.
Este profissional, híbrido de tecnólogo com visão para negócios, terá excelentes conhecimentos acerca dos processos e das operações comerciais. “Essas pessoas saberão identificar o tipo de informação necessário para as empresas e como transformar essas informações em lucro”, afirma o presidente e CEO da Foote Partners LLC, David Foote. “Você poderá contar com um contingente expressivo de pessoas com bons conhecimentos sobre a dinâmica da cadeia produtiva de transformação de informação em dinheiro”, diz.
2. Avaliação de riscos
Segundo o visionário David Pearce Spyder, a gestão de riscos deverá apresentar demanda estável em toda a década de 2020, especialmente na hora em que as empresas travarem batalhas com a complexidade da TI. Uma comparação pode ser traçada entre as complexidades que se aproximam no front da TI e os esforços hercúleos da British Petroleum em cessar o vazamento de petróleo no Golfo do México, ou com a luta da Toyota em eliminar a repentina aceleração de alguns de seus veículos, diz Snyder.
“Em épocas de grandes avanços como a atual e que deve se manter até os anos 20 do atual milênio, você inevitavelmente se depara com efeitos indesejados cada vez que realiza um ensaio em um ambiente totalmente novo. Esteja certo de que pelo caminho irão surgir consequências inesperadas”, afirma. As empresas irão caçar profissionais com capacidade de prever e de reagir a esses desafios.
3. Domínio da robótica
De acordo com o consultor de inovações Joseph Coates, do Estado de Washington (EUA), robôs exercerão cada vez mais tarefas - um prato cheio para os profissionais de TI com especialização em robótica.
“Você pode pensar em robôs como dispositivos humanos, basta ampliar o conceito da palavra e abrigar em seu escopo tudo que funciona de forma automatizada”, diz Coates. Esses dispositivos irão executar pesquisas, cuidarão da manutenção e de reparos. Os especialistas irão explorar o uso da tecnologia em mercados verticais. Por exemplo, determinados profissionais em robótica deverão se especializar no atendimento à saúde, desenvolver equipamentos para reabilitação, ao passo que outros poderão criar dispositivos para deficientes ou soluções voltadas para a educação.
4. Segurança da informação
Já que passamos cada vez mais tempo conectados, a verificação de identidades e a proteção da privacidade deverão constituir grandes desafios em 2020. Haverá cada vez menos interações diretas e o volume de informações pessoais na internet será maior. Novas tecnologias vão tornar o furto de identidade cada vez mais sofisticado, informa um estudo realizado pela PriceWaterhouse Coopers. Haverá mais profissionais voltados ao trabalho de call centers, o que deixará as organizações mais expostas e vulneráveis.
“Vivemos uma época de riscos”, e isso se deve ao fato de muitos funcionários terem bons conhecimentos de tecnologia. Ainda assim, estes não têm noção sobre a importância da proteção de dados. “Em 2020 isso mudará. Terá chegado a hora em que as empresas blindarão o contingente de dados de maneiras robustas – de data centers, passando por interfaces com a Internet e por formas de acesso remotas”, prevê.
5. Administrar redes
Os segmentos de administração de redes e gestão de transmissão de dados permanecerão no topo das ocupações em 2020. Mas, à medida que as organizações fogem do aumento nas folhas de pagamento, elas vão buscar os serviços de consultorias para lhes orientar sobre maneiras de incrementar a eficiência e manter a produção. Para fazer essa afirmação, Snyder baseou-se em informações obtidas junto ao departamento de estatísticas laborais dos EUA.
“Você já estará operando em um ambiente extremamente enxuto no que se refere à mão-de-obra, tudo que restará será aumentar a produtividade”, diz. “Eu vou precisar que alguém venha até mim para explicar como usar as tecnologias de que disponho a fim de seguir nessa rota”.
Fonte: IDG now, 2010

domingo, 22 de agosto de 2010

OS 3 ERROS QUE PODEM DERRUBAR UM CIO (Chief Information Officer)

Durante esta minha jornada nos últimos anos entre trabalhos de consultorias e auditorias pelo Brasil, entre tantas anotações, reuniões, e observações realizadas durante os processos de auditoria do ambiente de TI que realizei, eu poderia citar 3 erros de Gestão como sendo os mais críticos:

1 ---> Dirigir a TI "desconectada" do rumo dos negócios da sua organização;
2 ---> Não divulgar os indicadores da TI e não investir em "Gestão de Relacionamentos, junto aos usuários, Direção e até mesmo fornecedores";
3 ---> Não estabelecer políticas de gestão de TI, devidamente elaboradas, atualizadas, e divulgadas;

Apesar de observarmos que a literatura sobre Gestão de TI bem como as ferramentas de melhores práticas em gestão de TI, evoluiram muito durante os últimos anos, ainda observa-se pontos de fragilidade e portanto representando risco ao negócio para as empresas devido a falta de observação quanto aos ítens acima citados.

É necessário que os CIO´s de um modo geral fiquem atentos ao alinhamento estratégico entre os recursos de TI e os objetivos do negócio em suas companhias. Seguir os principios da Governança de TI e da Gestão dos Relacionamentos é necessário, e só faz bem.
A cada dia fica evidente que a função do Gestor de Relacionamentos para TI é fundamental no sentido de contribuir sistematicamente com o alinhamento da TI aos objetivos de negócio nas companhias. Fiquem atentos!!!

CARLOS RENATO MAIA

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Gestores de TI temem efeito das Redes Sociais e da Web 2.0

Levantamento apura que até 82% dos administradores de segurança de TI pesquisados acreditam que as redes sociais, aplicativos de internet e widgets baixaram significativamente a postura de segurança de suas organizações.

Os entrevistados citaram vírus, malware e perda de dados como as principais preocupações da Web 2.0, com até 77% das empresas planejando implementar uma solução que trate de tais vulnerabilidades dentro dos próximos cinco anos. O estudo foi conduzido pela Check Point e pelo Ponemon Institute.

Na pesquisa, que ouviu mais de 2.100 administradores de segurança de TI em vários países ao redor do mundo, a maioria dos entrevistados acredita que os funcionários são essenciais para ajudar as empresas na mitigação dos riscos de segurança associados a aplicativos emergentes de internet nas empresas.

Todavia, os administradores de TI acreditam que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as ameaças de segurança corporativa em suas comunicações comerciais diárias — ao baixarem aplicativos de internet, navegarem na Web, abrirem links, assistirem a streaming de vídeos, utilizarem sites de compartilhamento de arquivos peer-to-peer (P2P) e participarem de redes sociais.

Como resultado, educação e conscientização são necessárias para ajudar os usuários finais a perceberem seu importante papel em manter o perfil de segurança da organização.

“Nossa pesquisa revelou que a segurança pode ser vista como uma consideração tardia para os usuários corporativos de aplicativos Web 2.0. O número crescente e a sofisticação das ameaças de segurança, associados à proliferação de ferramentas online que são facilmente baixadas da internet, estão exacerbando os desafios da proteção de informações privilegiadas”, disse Dr. Larry Ponemon, presidente do conselho e fundador do Ponemon Institute.

“Está claro que os administradores de segurança de TI estão preocupados com o impacto dos aplicativos de Web 2.0 em suas empresas, mas também precisam de melhores ferramentas para entender quais aplicativos os funcionários estão usando para fins comerciais”, disse Juliette Sultan, chefe de marketing global da Check Point Software Technologies. O estudo também detectou que:

Senso de Urgência – Quase 50% dos entrevistados colocam um alto senso de urgência em minimizar os riscos de segurança associados a aplicativos de internet e widgets.

ecessidade de Maior Prestação de Contas dos Usuários – A maioria dos entrevistados acredita que os funcionários devem ser mais responsabilizados por mitigar os riscos de segurança de Web 2.0 nas empresas.

Falta de Educação em Segurança Corporativa – Uma média de 20% dos entrevistados acredita que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as questões de segurança ao usarem redes sociais e aplicativos de internet em suas comunicações comerciais diárias.

A Maioria dos Problemas Comuns – Produtividade no local de trabalho, malware e perda de dados são os problemas mais preocupantes no uso de novos aplicativos de internet no local de trabalho.

A pesquisa Web 2.0 Security in the Workplace foi realizada independentemente pelo Ponemon Institute em junho de 2010, pesquisando administradores de segurança de IT nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão e Austrália.

A amostragem da pesquisa representa uma grande gama de organizações com variação de porte — de pequenos e médios negócios a grandes corporações — e em doze diferentes setores, incluindo o financeiro, industrial governamental, varejo, assistência médica e educação.
Fonte: Convergência Digital
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

O Desafio do Gestor de TI na Atualidade - Versão III

Olá pessoal, estou eu aqui de novo com o mesmo tema, incrivel como este tema vem gerando expectativas por parte dos CIO´s com quem tenho contato direto e também observo como fator positivo, o interesse crescente por parte dos CEO´s em cada vez mais investirem algumas horas de suas apertadas agendas a este tema.
Como eu já havia dito, aparentemente nos dias de hoje falar de Gestão de TI é chover no molhado como se fala popularmente. Observamos que atualmente existe um "roll" de ferramentas disponíveis para avaliar a gestão de TI amplamente divulgadas como no caso do Cobit4.1 , Itil v.3, sem falar em outras ferramentas como BSC, ou seja, indicadores para Gestão da TI, entre tantas outras ferramentas disponíveis.
Como profissional de TI a 20 e tantos anos...agora também como profissional da área de marketing, venho estudando a importância das relações de TI junto ao seu público alvo, ou seja, seus usuários, fornecedores, parceiros, e principalmente seus investidores (board). Pelas observações que venho fazendo, "a grande sacada", é saber como relacionar-se com todo este universo que cerca a TI.
Atualmente nos trabalhos de auditoria e de consultoria do ambiente de TI que venho desenvolvendo, o gap mais observado é justamente "como desenvolver um bom relacionamento" junto aos públicos de TI.
Tenho observado que muitos CIO´s, desenvolvem ou implantam ferramentas de gestão de altíssima tecnologia mas esquecem de coisas bem simples como por exemplo: elaborar uma comunicação eficiente daquilo que a sua TI está fazendo de bom para a empresa.
Poderíamos citar mais de 10 atividades para um Gerente de Relacionamentos mas só para não chatear tanto vocês eu citaria: Revisão dos processos de TI, Alinhamento entre visão de negócio e visão de TI, relacionamento humano..etc..etc..etc..
é por aí que eu a cada dia mais acredito na GERÊNCIA DE RELACIONAMENTOS PARA TI.
PENSEM NO ASSUNTO...

um abraço, Carlos Renato Maia
Gestão de TI Fone - 51- 92022717.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Os 10 principais erros de comunicação cometidos pelos CIOs

A habilidade dos CIOs para negociar tem ajudado a engajar os principais executivos da organização. Mas, ainda, ocasionalmente, esses gestores de TI cometem erros básicos, como usar uma ‘sopa de letrinhas’ e exagerar nas promessas de resultados.
Acompanhe os dez principais erros de comunicação cometidos pelos gestores de TI e que precisam ser evitados a qualquer custo:
1. Uso de jargões
Utilizar termos técnicos com profissionais que não estão em TI é o mais óbvio e comum erro cometido pelos CIOs e suas equipes. Ao utilizar um jargão, o executivo demonstra conhecimento limitado – inclusive da pessoa com a qual está conversando –, informa a presidente da consultoria em comunicação Lundberg Media, Abbie Lundberg.
2. Queixar-se de problemas técnicos
O CIO da escola de negócios Harvard Business School, Stephen Laster, lembra de uma conversa que ele teve recentemente com os principais líderes da companhia. O executivo entrou na reunião e iniciou uma discussão sobre a dificuldade de lidar com sua equipe, a qual estava enfrentando problemas técnicos no data center.

“Enquanto eu falava, entrei muito a fundo em uma questão específica do meu departamento. E o que os demais absorveram [da reunião] foi que eu tinha um monte de problemas. Assim, o máximo que consegui foi deixar as pessoas nervosas”, analisa.
Laster afirma que, após a reunião, seu chefe se aproximou dele e explicou que trazer para os demais profissionais questões específicas da TI só serviu para deixar todos preocupados e abalar a confiança deles no departamento de tecnologia. “Ele me disse que isso não significa que não posso trazer problemas para os demais, mas deveria fazer isso com uma linguagem que todos pudessem entender e colaborar com ideias", detalha o CIO.

3. Falar como alguém comercial

Peter Kretzman, que também escreve um blog sobre as perspectivas do CIO (http://www.peterkretzman.com/), conta que tem visto muitos executivos das áreas de negócio migrarem para posições de liderança em TI e tratar os profissionais de tecnologia como se fossem pessoas de vendas.
Assim, adotam termos motivadores na hora de delegar tarefas à equipe, o que não surte qualquer efeito, uma vez que as pessoas com formação técnica tendem a não ser estimuladas dessa forma, alerta.
O CIO precisa falar com sua equipe usando a linguagem mais apropriada a ela. Caso contrário, o líder virará um motivo de piadas e perderá o respeito dos profissionais, considera Kretzman.

4. Atenção às palavras
Quando as pessoas estão em um bar com amigos, podem usar qualquer termo. Contudo, algumas palavras, quando levadas para dentro do escritório, podem resultar em demissão. E Kretzman conta que já foi protagonista desse tipo de situação.
Ele lembra que o fato ocorreu durante uma das suas primeiras reuniões como CTO de uma companhia. Antes, a pessoa responsável pela TI da empresa era um jovem técnico, que tinha crescido dentro da organização. Durante um encontro com Kretzman e com outros seis gerentes de projeto, esse jovem profissional usou a seguinte frase: “Você precisa subir essas escadas e dizer aos executivos de negócios que eles se f*&$”, lembra o executivo que, alguns dias depois, foi dispensado por problemas de comportamento.

5. Falhar nas perguntas

“Grandes CIOs fazem perguntas interessantes e realmente escutam as respostas”, diz Abbie Lundberg. Ela defende que a capacidade de questionar os demais de forma adequada é uma competência crítica para um gestor de TI por três razões: provocar informações e ideias importantes; engajar os interlocutores; e ajudar a construir relações com as demais pessoas.
6. Impor ideias brilhantes sem convencer as pessoas

Os CIOs tendem a ser muito confiantes em suas idéias de como implementar as melhores tecnologias. Mas, muitas vezes, esquecem de olhar para as pessoas ao redor – suas equipes e o resto da empresa – com o intuito de buscar um consenso. Nessas horas, vem à tona o pensamento: “ninguém pode saber melhor do que eu sobre esse assunto”.
7. Usar técnicas assustadoras para convencer os demais

Quando tentam explicar por que certos investimentos em tecnologias precisam ser realizados, alguns CIOs erram ao exagerar ou simplificar demais os pontos para deixar claro que os executivos de negócio não entendem de TI, afirma Kretzman. Por exemplo, para conseguir investimentos em um novo hardware, alguns profissionais usam frases como: “precisamos comprar dez novos servidores amanhã, se não quisermos parar as
O problema com esse exagero é que ele faz crescer nas pessoas de negócio a sensação de que elas viraram reféns da TI. Para evitar isso, o CIO deve, sempre que for buscar recursos para solucionar uma questão técnica, apresentar algumas alternativas, com prós e contras, para que essa seja uma decisão tomada em conjunto. E o mais importante é focar no que realmente interessa para a corporação: o impacto financeiro, para os negócios e para os clientes.

8. Excesso de confiança
Mesmo que os fatos sejam críticos em qualquer apresentação de investimentos em TI, os CIOs não deveriam confiar demais neles, diz Abbie Lundberg. Os gestores que não têm muita credibilidade perante os demais executivos da organização sempre buscam apresentação de números e análises quando estão apresentando um business case (caso de negócios) de tecnologia. O que é um equívoco, aponta a especialista, ao justificar que as pessoas demandam de alguma conexão emocional para aprovar as iniciativas.
“O que eles precisam realmente fazer é contar uma história e estimular a imaginação das pessoas que estão tentando convencer. Basicamente, a todo momento estamos buscando mudar a opinião de alguém”, pontua Abbie. “Mas isso é algo que o CIO, que tem formação em tecnologia, enfrenta muita dificuldade”, acrescenta.
9. Não explicam adequadamente o valor da TI
Todo CIO sabe que é seu dever explicar o valor da TI em termos de negócios, mas, algumas vezes, isso não representa algo simples. “Em várias ocasiões, quando o gestor de TI fala sobre tecnologia para as áreas de negócio, ele só está pulando uma etapa do que realmente isso vai trazer de valor," afirma Abbie Lundberg.

Como exemplo, ela cita que os CIOs podem dizer ‘vamos conseguir ter essa informação em particular por que temos essas ferramentas de business intelligence’. Quando eles deveriam dar um passo atrás e explicar como a informação obtida pelo BI pode fazer diferença para o negócio, por meio de aumento das vendas ou melhor atendimento ao cliente.

10. Fazer apresentações cansativas

“As pessoas usam o Power Point de forma muito ruim”, lamenta Abbie Lundberg. As apresentações exageram no número de slides, no excesso de tópicos e apresentam muitas informações.
Abbie aconselha que, para ser eficiente, a apresentação em Power Point deve focar na audiência e no que ela deve considerar ou aprender.
A especialista aconselha que os CIO pensem em alternativas às apresentações tradicionais por meio de demonstrações práticas, por exemplo, e que permitam à audiência entender e interagir com o que está sendo falado.
Fonte: CIO – UOL By Blog do Maia

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Fusões e aquisições colocam em jogo o desempenho da TI

Com o reaquecimento da economia, aumentou o volume de fusões e aquisições no mercado. E se o tema causa preocupação para os CEOs e presidentes, por outro lado, coloca em jogo a capacidade dos CIOs. Isso porque, de forma geral, esses processos envolvem uma complexa negociação sobre a integração da TI.

De acordo com a consultoria Gartner, nos casos de processos de fusão e aquisição, os CIOs precisam usar muito mais do que as técnicas convencionais de liderança e gestão. "É um processo complicado, pois em uma situação como essa já não há uma política uniforme de governança, apesar de normalmente já existirem metas e prazos agressivos, além de muitas surpresas no processo de integração", descreve a consultoria em um relatório sobre o tema.

A seguir, o Gartner elenca a participação da TI em cinco etapas fundamentais no processo de integração de empresas diferentes:

1 - Na fase de planejamento, no qual um plano básico de ação é descrito. Nas integrações mais bem-sucedidas, o planejamento da integração ocorre com muito cuidado e com a maior quantidade de informações possível e os envolvidos trabalham com o pressuposto de que a qualidade depende de informação disponível. O Gartner diz que a ideia de que as integrações devem ser conduzidas com rapidez é um mito. O planejamento e a comunicação precisam ocorrer o mais rápido possível, mas a velocidade da integração dependerá do contextos e dos objetivos da empresa formada.

2 - Na fase inicial de integração, na qual uma quantidade limitada de mudanças visíveis são instituídas para sinalizar a nova realidade das organizações. Nesta fase, costuma-se uniformizar endereços de e-mail, telefones, credenciais de segurança e mudança de pessoas-chave. O retorno dessa fase é a determinação de expectativas, redução de incertezas e motivação das partes mais importantes da equipe.

3 - Na fase inicial, na qual as mudanças de práticas mais urgentes são instituídas. A emergência vai depender da natureza e dos objetivos da integração, mas dentre as atividades mais comuns pode-se citar a adequação a questões legais e regulatórias e o alcance da transparência por meio da integração de informações financeiras e de gestão. Mostrar ao cliente interno a nova identidade e resolver as disparidade de gestão do capital humano são outros desafios. Segundo a consultoria, os riscos de execução são mais altos nessa fase, que envolve um alto nível de incertezas relacionadas a recursos humanos, governança transitória e gerenciamento de projetos.

4 - Na principal fase de integração, na qual a maioria das grandes mudanças de processos e sistemas são executadas. Detalhes do cenário pós-integração são colocados em seu lugar ao longo do tempo. Nas integrações onde se absorve um dos estilos, significa conseguir levar tudo à plataforma da organização que determina o modelo. Nas integrações onde se decide adotar pelo melhor do mercado, significa colocar a arquitetura de integração em forma.

5 - Na fase onde se tiram os benefícios da integração, tais como sinergias de custo e participação de mercado. Esta etapa também pode ser utilizada para tirar lições que vão orientar atividades de fusões e aquisições subsequentes e outras grandes transformações.

Conclusões

A diretora de pesquisas do Gartner Mary Mesaglio, explica que 25% dos esforços de integração de uma fusão ou aquisição típica vêm de tecnologia da informação, mas o que é exigido do departamento em cada fase de integração varia significativamente. "TI é muito solicitada nas fases iniciais, mas os esforços do departamento são menores, apesar de ainda substanciais, no longo período de tomada de benefícios", diz.

Mary ressalta que todo esse caminho a ser percorrido apresenta uma série de riscos. "Apesar disso, ele também representa uma oportunidade de demonstrar as capacidades e o valor para os negócios de TI, além de melhorar o desempenho dos membros da equipe. A integração bem-sucedida não depende somente do CIO e de TI, mas o papel dessas pessoas é fundamental, pois a integração de pessoas, operações, informações e processos requerem investimentos de tecnologia significativos".


Fonte: http://computerworld.uol.com.br
By Blog do Maia

segunda-feira, 28 de junho de 2010

55% dos gestores TI preferem nuvem privada

55% dos gestores TI consideram mais apelativa uma nuvem privada do que uma nuvem pública. Apenas 22 por cento dos inquiridos na pesquisa sobre o Cloud Computing não vê grandes diferenças entre uma e outra opção.

Contudo, a IDC defende que a maior parte das empresas irão no futuro usar nuvens públicas e privadas, embora com alguma preferência pela segunda opção, que mantém dentro da empresa a estrutura de prestação de serviços, embora esta funcione no modelo cloud.

No que se refere a aplicações específicas a pesquisa, citada por vários meios internacionais, adianta que 75 por cento dos inquiridos usaria uma nuvem privada para correr aplicações colaborativas. 53 por cento dos inquiridos também escolheria esta opção para correr aplicações de email.

A IDC apurou para 2009 uma receita relacionada com serviços cloud de 16 mil milhões de dólares. Em 2014 a consultora prevê que a receita aumente para 55,5 mil milhões de dólares.

O Cloud Computing é apontado pela generalidade das consultoras como uma grande tendência de futuro, em termos de investimento em Tecnologias de Informação. Em termos genéricos designa uma filosofia de entrega de serviços, em que o fornecedor das soluções dispõem da infra-estrutura necessária para guardar e proporcionar um serviço, que entrega ao cliente por um determinado fee em função dos níveis de utilização do mesmo.

A generalidade das empresas têm desenvolvido ofertas nesta área, a vários níveis. A maioria dos ERP (software de gestão) começam a migrar para este formato. A Microsoft fez o mesmo com o lançamento do Windows Azure e outros produtos mais recentes.

A questão da segurança da informação é um dos grande tópicos em torno do Cloud Computing. Sobretudo as grandes empresas, com maior capacidade de investimento, respondem-lhe, quando investem neste área, num modelo que deixa atrás da firewall da empresa a central de serviços cloud ou entregue a um prestador de serviços que responde a um número limitado de solicitações.
By post BLOG do Maia, Fonte: TEK Web