QUAL O VALOR DA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL..??

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CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

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ISO 27002 - Segurança da Informação - 2013;
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Consultorias de Apoio a Criação de Políticas e Procedimentos Referentes ao Uso das Redes Sociais ;

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio?

A Tecnologia da Informação vem evoluindo constantemente, e as empresas, seja qual for seu porte, estão cada dia mais dependentes destes recursos para operar seus negócios de forma eficiente e eficaz.
As organizações estão se conscientizando que a estrutura de TI não pode ser tratada como item de baixa importância. É por ela; pelo ERP, pela Internet, pelos e-mails, que passam todas as informações e processos do negócio. Através dela é possível atingir um maior nível de competitividade no mercado, seja pela automatização de processos ou redução de tempo em sua operação.
Por este motivo, a TI desempenha, cada vez mais, um papel vital e determinante na evolução e sucesso dos negócios. Perde seu papel meramente técnico e, ganha um rol ativo em uma visão mais ampla e estratégica das empresas. Além disso, a dinâmica do mercado e a proliferação de oportunidades pressionam constantemente os empresários a criarem estratégias que resultem na modernização tecnológica, no foco em core business, aperfeiçoamento dos processos e incremento nos resultados financeiros. Assistimos, então, à eminente necessidade das empresas em garantir uma gestão e governança plena em TI, que seja capaz de suportar as operações com segurança e continuidade, assegurar a eficiência dessa área e assim promover resultados concretos para o negócio.
Paralelo ao grande avanço e reconhecimento da Tecnologia, observamos, também, um maior crescimento nos riscos de fluxo de informações. Isso acaba por exigir processos e estruturas mais complexos e mais seguros que controlem e minimizem tais riscos, tal como os custos despendidos nessa dinâmica. Para isto, algumas normas e metodologias apoiam esse controle, como por exemplo o ITIL (Information Technology Infrastructure Library) e o Cobit (Control Objectives for Information and Related Technology). Além disso, outras normas como o ISO 20.000, ISO 27 002, SAS 70, certificam empresas que querem seguir padrões de mercado, que prezam pela garantia dos atendimentos, procedimentos, controles e processos definidos. A grande questão é: será que as empresas realmente colocam esses padrões e normas em prática atingindo os resultados esperados?

Responda então rapidamente estas questões :

Você sabe exatamente quanto gasta com sua área de TI?
Consegue mensurar sua real eficiência?
Consegue apurar exatamente qual o retorno sobre o investimento realizado em TI ou quais benefícios, diretos ou indiretos, as ações desta área geram em seu negócio?

Se você respondeu não a qualquer uma das perguntas acima, não se preocupe!
Você não está sozinho no mundo!

Ao mesmo tempo em que enxergamos a evolução da tecnologia da informação, a criação de vários padrões, metodologias de gestão e controles, existe um bom número de empresas de diversos tamanhos e complexidades que não conseguiram ter uma TI de resultados.
Falemos,então, especificamente do ITIL e Cobit, soluções que permitem aplicar as melhores práticas de mercado na gestão de riscos e gerenciamento de serviços de TI.
Cobit - Control Objectives for Information and Related Technology
Trata-se de um guia de boas práticas apresentado como framework, dirigido para a gestão de Tecnologia de Informação (TI). Criado e mantido pelo Information Systems Audit and Control Association (ISACA), possui uma série de recursos que podem servir como um modelo de referência para gestão da TI. Inclui um sumário executivo, um framework, controle de objetivos, mapas de auditoria, ferramentas para a sua implementação e, destacamos aqui, um guia com técnicas de gerenciamento, que independe das plataformas de TI adotado nas empresas. Orientado ao negócio, o Cobit fornece informações detalhadas para gerenciar processos baseados em objetivos de negócios. É projetado para auxiliar desde gerentes de empresas em avaliação de riscos e controle de investimentos de TI, a usuários na garantia dos serviços de TI dos quais dependem os produtos e serviços que consomem. A solução está dividida em quatro domínios:

Planejamento e organização
Aquisição e implementação
Entrega e suporte
Monitoração

ITIL - Information Technology Infrastructure Library
Devido à importância da TI, principalmente relacionado ao atendimento, vários frameworks de processos e melhores práticas foram desenvolvidos, entre eles o ITIL. O foco era o desenvolvimento de uma estrutura independente de qualquer fabricante, resultando em uma biblioteca de Infraestrutura de Tecnologia da Informação (ITIL). A solução não é uma metodologia e nem orienta o uso de ferramentas especificas, mas é um modelo que traz um conjunto de melhores práticas para o Gerenciamento de Serviços de TI.
A estrutura do ITIL garante uma gestão com foco no cliente e na qualidade dos serviços de TI. Cria processos de atendimentos, SLA (Service Level Agreement), escalonamentos de chamados, base de conhecimentos para agilidade nas respostas, entre outros.
Service Delivery
Dentro do ITIL, temos os objetivos dos processos que abrangem em uma visão macro os seguintes gerenciamentos:
Incident Management (Gerenciamento de incidentes) – reduzir o tempo de indisponibilidade (downtime) dos serviços
Problem Management (Gerenciamento de problemas) – minimizar, no negócio, o impacto dos incidentes e problemas causados por erros na infraestrutura de TI e prevenir incidentes recorrentes desses mesmos erros
Configuration Management (Gerenciamento de configuração) – identificar e controlar os ativos de TI e itens de configuração (CIs) existentes na organização, estabelecendo o relacionamento dos mesmos aos serviços prestados


Change Management (Gerenciamento de mudanças) – minimizar o impacto da mudança requerida para resolução do incidente ou problema, mantendo a qualidade dos serviços, bem como melhorar a operacionalização da infraestrutura
Release Management (Gerenciamento de liberações) – prevenir a indisponibilidade do serviço, garantindo que as instalações de versões de hardware e software estejam seguras, autorizadas e devidamente testadas

Como alcançar estes objetivos e bons resultados?
É importante salientar que tais framewoks de controles apresentam relatórios de indicadores que nos orientam para tomadas de decisões mais direcionadas e objetivam minimizar riscos. Tendo evidências claras de onde estão e quais são os nossos reais problemas sabemos o que realmente devemos fazer e/ou investir, para, então, conseguirmos atuar com maior visibilidade na causa raiz, propiciando a efetividade da TI nas organizações.
Com todos os controles implementados, somos capazes de otimizar a estrutura e qualificar as respostas.


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GOVERNANÇA EFETIVA DE TI
Acima temos um exemplo de estrutura de TI proposta que suporta uma operação com uma visão mais sistêmica, reforçando o Pilar da Tecnologia da Informação através de controles, segurança da informação, Business Continuity Plan ( BCP ) e uma governança efetiva de TI focada não só em tecnologia, com uso de melhores práticas, mas completada com olhar de projetos, processos e pessoas.
Mesmo assim, tais frameworks não garantem tais resultados por si só. Dependem diretamente de uma boa gestão, alcançada através de um olhar totalmente direcionado a resultados globais, que devem estar essencialmente conectados às necessidades dos negócios. É neste aspecto que se enxergam as deficiências nas empresas, pois as áreas de TI são normalmente administradas com a tecnologia sendo levada ao extremo, ou seja, a preocupação maior está em adotar metodologias, linguagens, últimos recursos tecnológicos ou tendências (até mesmo vindos por modismos) e etc., do que avaliar a sua aplicabilidade em seu core business. Esquece-se, muitas vezes, que a tecnologia é somente o meio para obtenção de resultados para o negócio, e não o seu fim por si só.
Portanto, a diferença está na visão que orienta a área de TI de uma organização. Esta visão irá direcionar ações, padrões, comportamentos e decisões, que poderão ser puramente técnicas, ou então todas conectadas às necessidades do negócio. Neste último caso podemos então considerar temos uma TI estratégica!
Além disso, não podemos deixar de lado a necessidade de constante inovação, pois sem ela a organização corre o risco de perder diferenciais de competitividade por falta de atualização tecnológica. Neste aspecto, reforça-se então a necessidade de uma gestão estratégica de TI focada no negócio, mas que consiga buscar resultados através da inovação.

A combinação ideal para o seu negócio: Governança efetiva com visão estratégica e Inovação
Inovação
Em um mundo tão mutante quanto imprevisível, só ganha o jogo quem estiver disposto a reescrever periodicamente as regras de sua empresa e de seu setor. (Gary Hamel)

Considerando que as inovações são capazes de gerar vantagens competitivas a médio e longo prazo, inovar torna-se, cada vez mais, essencial para a sustentabilidade das empresas e dos países no futuro. A inovação tem a capacidade de agregar valor aos produtos de uma empresa, diferenciando-a, ainda que momentaneamente no ambiente competitivo. Ela se faz ainda mais importante em mercados com alto nível de competição e no qual a oferta tem pouca diferenciação. Aqueles que inovam, seja de forma incremental ou radical, em produtos, processos ou modelos de negócio, ficam, sem dúvida, em posição de vantagem em relação aos demais.
Fonte: DISOFT, Fábio Varrichio.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

4º FÓRUM INTERNACIONAL DE TI - PORTO ALEGRE - 2011 - RESUMO

4 º FORUM INTERNACIONAL DE TI – PORTO ALEGRE - RS 31/05/2011 E 01/06/2011
RESUMO DO QUE OBSERVEI DE MAIS IMPORTANTE DURANTE A MINHA PARTICIPAÇÃO REFERENTE A ALGUNS DOS PAÍNEIS APRESENTADOS.

Em primeiro lugar, gostaria de dividir a minha satisfação junto aos senhores (as) referente ao que considero como “magnífico” o Fórum Internacional de TI, promovido pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul e apoiado pelas entidades de TI, governo, comunidade de um modo geral e principalmente seus players, é sem dúvidas, o principal evento de TI apresentado anualmente, tendo como o ano de 2011 a sua quarta edição.
Parabéns a todos os envolvidos.

O dia 31 de maio data de início do Fórum, abriu com nada mais nada menos do que este jovem empreendedor chamado Alex Ferraz Tabor, CEO do Peixe Urbano.
Na seqüência, tivemos as palestras dos seguintes painelistas:
Manuel Mattos – Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico
Silvia Bassi – Now Digital Business
Em resumo:
Alex comentou como ele iniciou a sua carreira, sua ascensão, sua vivência em diversas ações empreendedoras desde muito novo.
Ele comentou que fica em média, 1/3 do dia conectado nas redes sociais (dados de 2010)
Durante a sua palestra ele disse que 46% das pessoas que usam a internet pertencem a 5 países e o Brasil está dentro deste contexto. (fonte: IDG Brasil)
“os negócios hoje estão no meio das redes sociais”
“se você não permite que seus funcionários ou usuários utilizem a rede social e suas ferramentas como, Linkedin, Facebook, Orkut, Twitter, entre outras, estará brevemente fechando as suas portas”.
“O email pertence a uma geração passada. Atualmente os mais jovens, não mais utilizam o email como uma ferramenta de comunicação, alguns possuem contas, mas nem lembram das suas senhas de acesso”.
“Ele também citou que provavelmente a ferramenta Orkut, não dure muito tempo. Hoje já ocorre uma migração em massa para uma ferramenta de maior interatividade que é o Facebook”.
“as pessoas hoje querem encontrar seus parceiros, amigos, colegas, em tempo real”.
Manoel Mattos e Silvia Bassi a seguir falaram sobre segurança da informação, tendências de mercado, postura, ética.
“Hoje existe uma ação diária jurídica envolvendo, por exemplo, o facebook”.
“No Brasil, sofremos ainda com a falta de leis referentes ao direito a proteção de dados. (mesmo sabendo que estejam tramitando tais leis)”.
“Um dos maiores problemas referente ao twitter é o vazamento de informações”
“A rede social já não está sob o domínio da empresa permitir ou não, a missão atual das empresas é a de educar para a prática do bom uso das ferramentas sociais”.
“necessário a construção de políticas sobre o uso das ferramentas sociais nas empresas e não a proibição do uso das mesmas”.
“atualmente é necessário implementar a cultura do digital na vida cotidiana”
“no final de 2011, a venda de equipamentos móveis estará à frente da venda de equipamentos fixos”.
“é preciso mobilidade”.
“muito cuidado com as informações sobre o seu perfil nas ferramentas sociais, as informações de perfil não devem expor a sua vida privada”.
Exemplo: endereços, telefones, dicas de onde você freqüenta, para onde viaja etc.
FORUM INTERNACIONAL DE TI – SEGUNDO DIA.
Dia 01 de junho de 2011.
“COMO FALAR COM O SEU CLIENTE ATRAVÉS DAS REDES SOCIAIS”
Painelistas:
Gustavo Roxo Fonseca – FEBRABAN
Francimara Viotti – Banco do Brasil
Adriano Alonso – Itaú/ Unibanco
De acordo com os convidados a falar sobre este tema, as empresas devem criar produtos ou serviços através do aproveitamento dos canais de relacionamento.
“mudança de comportamento, este é o grande desafio”
“as pessoas estão buscando informação via redes sociais”
Desafio da segurança da informação: O que é trabalho X o que é particular
Ameaças: venda da informação, fuga das informações.
Valores:
Construção de valores que possibilitem aos colaboradores e a direção, terem orgulho pela sua organização. A valorização evita atos antiéticos.
No painel seguinte, tivemos a participação dos seguintes convidados:
Milan Markovic – Banca Intesa – Sérvia
Jurgen Petri – Lufthansa Systems – Alemanha
Frank Leyman – Fedict – Bélgica
Kevin Donovan – Vasco Data – EUA
A abordagem foi referente a plataformas Java e suas integrações. Integrações e assinaturas, cartões de crédito, cartão PKI5 (tecnologia, cartões inteligentes PK).
Em breve, praticamente será viável realizar quase que a totalidade das operações, consultas, obterem informações, fechar negócios via tecnologia móvel. O Móvel já é a realidade.
Segundo o Sr. Juergen Petrin da empresa Alemã Lufthansa, devemos incentivar:
Mídia social interna – colaboradores
Mídia social externa – clientes ou negócios
Juergen comentou sobre a crise que envolveu a companhia referente ao vulcão na Islândia e a rápida repercussão no twitter. Em minutos, tivemos “as mais variadas informações e repercussões”.
A Lufthansa permite que seus colaboradores utilizem as redes sociais, mas existe a cultura de que as ferramentas sociais devem ser utilizadas em uma linguagem de comunicação profissional. Não é permitido o uso de gírias, apelidos. Existe uma forte cultura neste sentido desde o alto da pirâmide até a sua base.
Os jovens não utilizam mais email. O jovem está conectado na rede social seja facebook, twitter, linkedin, é ali que ele obtém informações, faz contatos, agenda encontros, estuda, obtém conhecimentos. PENSE RÁPIDO SOBRE ISTO, ENFATIZOU Frank Leyman.
Para finalizar este Fórum, tivemos as palestras do Professor e Doutor Dado Schneider e do Rafaél Bastos, o “Rafinha do programa CQC”.
Frases importantes que selecionei das palestras de ambos:
“ A geração Z não vai sair da casa dos pais antes dos 40 anos” – Dado Schneider
“Rede social tem que vir de cima para baixo. Primeiro a alta cúpula tem que entender tal realidade e necessidade”.
“ não adianta entrar para a internet por entrar. Não adianta colocar um produto na rede social só porque a mesma existe”. Você tem que saber se isto é importante e deve saber fazê-lo da melhor forma possível”.
“ eu comecei brincando na rede e me divertindo, e hoje tenho 2 milhões e meio de seguidores”.
“ eu estou ganhando muita grana com isto que gosto de fazer e vou continuar. Vou continuar a falar o que penso, mesmo com os inúmeros processos que tenho nas costas, por isto prefiro a internet ao invés da televisão, só que estou ainda aprendendo a lidar com isto, pois a televisão da muita grana”.
“ não sei o que estou fazendo aqui neste evento de TI, mas sei que estou ganhando uma puta de uma grana”.
Um abraço a todos e até o Fórum de 2012.
CARLOS RENATO MAIA – FONE: 51-92022717

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Quatro tecnologias que sua empresa ainda vai procurar

Se uma empresa quer saber quais ferramentas de TI e tecnologias usará em alguns anos, vale a pena prestar atenção a algumas das startups que se destacam no mercado e que têm foco em tecnologia corporativa.
Capitalistas de risco e empreendedores concordam que as startups de TI que recebem financiamento nos dias de hoje são as que oferecem mais oportunidades de cortar custos, aliviar dores de cabeça e capazes de tornar a vida dos departamentos de tecnologia mais fácil, sem investimentos de capital em software e infraestrutura. Os investidores estão apostando em companhias novatas com o objetivo de desenvolver sistemas de gerenciamento de recursos de TI, armazenamento na nuvem, virtualização e gestão de dispositivos móveis.
Quatro startups, em especial, estão-se destacando por esse potencial de economia. Mesmo que por enquanto não haja disposição para usar seus produtos específicos, provavelmente algo similar será considerado em um ano ou mais.
1 – Software de monitoramento de recursos de TI baseado na nuvem – Apptio
Nos últimos anos, a área de TI se viu sob pressões para evoluir e se tornar melhores prestadores de serviços para a corporação em vez de centro de custos. Para isso, é necessário monitorar o uso dos recursos de TI, incluindo horas de profissionais, hardware, software, energia e refrigeração.
O sistema da Apptio, com preço que se inicia a partir dos 100 mil dólares anuais, variando de acordo com número de usuários ou módulos implantados, é uma suíte na modalidade de software como serviço (SaaS) que promete dar aos times e executivos de TI um olhar consolidado sobre todos os investimentos da área e custos associados, mostrando o impacto financeiro de cada cliente. Usuários autorizados podem inserir dados, rodar relatórios, visualizar informações por meio de um painel específico ou disparar alertas baseados em limites predefinidos, como um nível de uso de armazenamento de uma unidade de negócios.
A ferramenta cria também uma “conta de TI” para cada unidade de negócios para mostrar exatamente qual é o consumo de cada uma. Um recurso como esse permitira alinhar orçamentos com mais precisão e desenvolver programas relacionados na companhia.
2 – Backup na nuvem para aplicativos web - Backupify
Sob pressão constante de tornar todos os dados seguros e recuperáveis, a área de TI é desafiada com um desafio crescente: controlar os dados gerados pelos usuários em aplicativos web, como e-mail, sites de mídia social, ferramentas de colaboração e compartilhamento de documentos.
A empresa Backupify, com seu produto Backupify Pro 500 (custando a partir de 19,99 dólares por dez usuários por mês e mais 3 dólares por usuários adicionais), oferece uma maneira de realizar backup de todos os principais sites de e-mail na nuvem e mídia social, além de aplicações hospedadas na nuvem de armazenamento da Amazon.
“O departamento de TI tem de lidar com a criação de dados em nichos pela web, expondo-os a hackers e vírus. Eles também podem ser perdidos por erros humanos”, descreve o CEO da Backupify, Rob May. Ele completa dizendo que ao centralizar dados de usuários no ambiente da Amazon, a TI pode aplicar segurança e políticas de desduplicação de dados em compliance sem construir sua própria infraestrutura de armazenamento.
Um exemplo: para realizar o backup do Google Apps, a companhia registra as contas no software e recebe e-mail confirmando cada backup completo, assim como o acesso a arquivos e downloads. O módulo de mídia social funciona de forma similar: a área de TI pode registrar cada serviço do qual quer fazer backup.
O apelo da ferramenta é mais óbvio para companhias com regras de retenção de dados rígidas, como as existentes em empresas da área financeira e de saúde, porque permite que elas se beneficiem da mídia social e da web eliminando os riscos típicos.
3 – Gestão de dispositivos móveis - Klomptek
Uma das questões mais urgentes para a área de TI resolver no dia de hoje é o controle sobre dispositivos móveis da empresa. Monitorar e dar segurança a dispositivos perdidos e roubados ´são tarefas difíceis, mas posto que smartphones e tablets têm acesso a dados corporativos, é crítico ganhar a habilidade de localizar, bloquear e apagar o conteúdo dos aparelhos.
A ferramenta Track and Protect, da Klomptek, cobra por comandos utilizados. Um pacote de dez comandos, por exemplo, custa 5,99 dólares. 45 comandos podem ser comprados por valores a partir de 19,99 dólares. Mas os valores dependem da região geográfica.
Podendo ser gerenciado centralmente pela TI ou individualmente pelos usuários, o aplicativo oferece uma página web que permite controlar e localizar o equipamento. Da mesma página, que pode ser acessada por browers em telefones móveis, um usuário pode enviar um comando SMS que cria uma série de ações: localiza com o GPS, silencia o aparelho para que ele não chame atenção, amplifica o microfone para que o usuário saiba o que está acontecendo em torno do aparelho, por meio de uma chamada realizada discretamente. Com isso, o usuário pode saber se deixou o aparelho em uma estação de trem ou em um parque de diversões, por exemplo.
Entre outras opções, o usuário pode usar a câmera para tirar uma foto do ladrão, acessar o histórico, como números discados, bloquear ligações e fazer backup das informações dentro dele antes da limpeza completa. Disponível para Android, BlackBerry e Symbian.
4 – Virtualização de banco de dados - Delphix
Um elemento que consome muito do tempo da área de TI, sem falar da infraestrutura de data center, é a clonagem de banco de dados. Eles são clonados para testes, desenvolvimento, data warehousing e se multiplicam, consumindo recursos preciosos.
A ferramenta Delphix Server, da empresa Delphix, custa a partir de 2 mil dólares por mês em um contrato anual e permite que um único banco de dados seja virtualizado para ser aplicado para todas as aplicações.
O banco de dados virtual se sincroniza em tempo real com o banco de dados em produção, de forma inteligente: somente os dados alterados são trocados de fato, reduzindo também a carga de trabalho na infraestrutura.
O objetivo da ferramenta é consolidar recursos de data center e acelerar o processo de testes, desenvolvimento, implantação, gerenciamento e ciclos de atualização. Além disso, o portal que a Delphix oferece permite que a área de TI programe políticas e aloque armazenamento de forma que usuários possam atender seus próprios pedidos.
Fonte: Computerworld

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Nuvem é oportunidade para o Brasil, mas riscos precisam ser mitigados

O Brasil tem grandes oportunidades para sediar serviços de computação em nuvem para a América Latina, mas há muito trabalho para superar questões de custo e os riscos que ainda envolvem essa tecnologia. Com esse objetivo, o governo, através do Ministério de Ciência e Tecnologia, vai investir em pesquisas e em “protótipos” nos próximos anos.

“O Brasil pode se tornar importante na oferta de serviços em nuvem para toda a América Latina. Já temos grandes datacenters de empresas, bancos e estatais e a tecnologia também pode ser uma forma de otimizarmos os recursos computacionais dos órgãos públicos. Mas ainda há riscos que não entendemos e considerações de ordem legal que precisam ser tratadas”, avalia o secretário de Políticas de Informática do MCT, Virgílio Almeida.

Segundo ele, o MCT vai apoiar grupos de pesquisas nos próximos anos, especialmente em universidades federais, com foco na construção de sistemas em nuvem confiáveis. “Temos casos recentes como o que aconteceu com a Sony ou com a Amazon, que deixou usuários sem acesso. São fontes de preocupação, assim como a estrutura legal, a proteção aos dados, privacidade e o que poderemos armazenar fora do país”, lembra.

Justamente por conta dos riscos de indisponibilidade do serviço, Almeida acredita que ainda é cedo para o Estado apostar em peso na computação em nuvem. Mas como ficou evidenciado em debate sobre o tema durante o 4º Consegi, realizado esta semana em Brasília, trata-se de uma tendência inevitável.

“Ainda há riscos. Basta lembrarmos que após os ataques terroristas, os Estados Unidos fecharam seu espaço aéreo por três dias. Se houver um ciberataque e eles fecharem o acesso à internet por três dias, o que acontecerá com os negócios? A nuvem é um fato, mas acredito que a criação de uma ‘nuvem nacional’ seja o segundo passo do Plano Nacional de Banda Larga”, diz o coordenador do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação da Coppe, Geraldo Xexeo.

Até aqui, os custos de serviços de nuvem no Brasil ainda são superiores aos de outros países, mas há qualidades que podem ajudar na mudança desse cenário. Como lembrou o presidente da Telebrás, Rogério Santanna, “a nuvem é uma oportunidade de negócios para o Brasil”. “Temos energia mais barata do que em outros países, mas ainda precisamos de banda”, ressaltou.
By Convergência Digital

quinta-feira, 12 de maio de 2011

BI: Falta maturidade ao mercado brasileiro, apura IDC

O mercado brasileiro de Business Inteligence movimentou, em 2010, US$ 300 milhões, e superou em quase 20% o índice de 2009, revela pesquisa da IDC. O estudo aponta ainda que a indústria de BI, que envolve software, hardware e serviços, movimentou aproximadamente R$ 2,5 bilhões no Brasil ao longo do ano passado.

De acordo com a IDC, o BI está mais próximo das pequenas e médias empresas. Hoje, 56% dos gastos com no Brasil são feitos por grandes companhias e 44% são daquelas de médio e pequeno porte.

“A previsão é que este mercado mude a curto prazo e que as PMEs invistam mais”, declara Samuel Carvalho, analista do mercado de softwares da IDC, em comunicado oficial enviado à imprensa. Segundo Carvalho, muitas empresas já entenderam os benefícios do BI, bem como o “caminho das pedras” e, agora, começam a realizar investimentos mais consistentes em tecnologia.

Quando comparado aos Estados Unidos, o Brasil cresceu num ritmo mais forte, mas em nível de maturidade ainda fica um pouco atrás. Segundo Carvalho, 70% das aplicações de BI no país ainda referem-se à geração de relatórios. Já na comparação com a América Latina, o Brasil representa mais 50% do mercado total de BI, puxando o desempenho da região.
fonte: convergência Digital

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Brasscom: Má qualidade da banda larga afeta evolução do mercado de TIC

A Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) divulgou nesta quarta-feira, 4/5, os resultados da 5ª edição do Índice Brasscom de Convergência Digital (IBCD). O estudo, cuja última edição foi realizada em 2008, analisa a evolução do mercado brasileiro de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), além e aspectos de inovação e convergência digital.

Nesta edição, que avaliou a evolução do mercado ao longo de 2009 e 2010, o País obteve índice de 6,75 (numa escala que vai a 10). O número representa um crescimento de 15,4% em relação à edição de 2008, quando o índice foi de 5,85. “Estamos muito bem obrigado, mas não tanto quanto precisaríamos”, avalia Nelson Wortsman, diretor de infraestrutura e convergência digital da Brasscom.

Para formar o índice, a Brasscom avalia dez dimensões e, em algumas delas, como conectividade e educação, o desempenho ficou bem abaixo do necessário em relação aos níveis globais de competitividade. Na área de conectividade, por exemplo, o alto preço e a baixa qualidade da banda larga são itens que puxam o índice para baixo.

De acordo com o IBCD, o custo médio dos pacotes de 1GB no País é de R$ 84,90 – um dos mais altos do mundo – para uma velocidade média de 1,3 Mbps. Como comparação, a velocidade média na Rússia é de 18,2 Mbps.

Se a conectividade já é ruim hoje, com a popularização de novas tecnologias ela tende a tornar-se ainda pior. Um estudo da AT Kearney encomendado pela Brasscom mostra que a demanda por banda larga deve crescer 35 vezes até 2019. O uso cada vez maior de smartphones e tablets deve aumentar o tráfego de dados, em relação ao celular comum, em 24 e 122 vezes, respectivamente.

Outro ponto crítico apontado pelo IBCD é a falta de mão de obra qualificada. O estudo aponta que a alta evasão escolar e o baixo rendimento dos estudantes brasileiros em ciências e matemática devem contribuir ainda mais para isso. Outro exemplo: hoje apenas 11% dos formandos em nível superior são das áreas de ciências e engenharia, contra 39% na China. Pior que isso, só 15% dos inscritos em cursos superiores de TI conclui seus cursos.

Por outro lado, cresceu no Brasil o acesso a internet (45% da população) e a computadores (53% da população). Pela primeira vez, o acesso a internet oriundo de domicílios (48%), superou o realizado em centros públicos de acesso pago, ou Lan Houses, que ficou em 45%. “Apresentamos ao Congresso uma proposta que transformam as Lan Houses em centros de inclusão, que poderiam ser utilizados para centros de ensino a distância, por exemplo, mas elas precisam ser formalizadas e autossustentáveis”, afirma Wortsman.

Desafios para TIC

Antonio Gil, presidente da Brasscom, lembra que o Brasil é hoje o 7º maior mercado de TI do mundo, movimentando cerca de US$ 67 bilhões. “Nossa previsão é que, em 2020, seremos o 4º ou 5º mercado, movimentando entre US$ 150 bilhões e US$ 200 bilhões. No mesmo período, o mercado global vai saltar de US$ 1,5 trilhões para US$ 3 trilhões”, diz.

O momento é bom, mas para aproveitá-lo o setor de TI terá que acompanhar o crescimento econômico do País, que também neste período deverá ser a 5ª economia do mundo, atrás dos EUA, China, Alemanha e Japão. “Mas para isso precisamos reduzir o custo da mão de obra. Um analista aqui no Brasil hoje custa mais que em Nova York”, compara.

Além da redução de custo, Gil reforçou a necessidade de formar novos recursos. A previsão da Brasscom é que, até 2020, o País precisará de cerca de 750 mil profissionais de TI e, só em 2011, o déficit deverá chegar a 92 mil (eram 75 mil em 2010).

O executivo citou ainda a infraestrutura do País, precária e cara, como obstáculo ao desenvolvimento do setor. “Há ainda outros dois pontos que precisam ser melhorados: a economia brasileira nunca foi voltada para a inovação e o País hoje se vende muito mal”, afirma.

De acordo com Wortsman, todas estas questões serão levadas ao conhecimento do governo federal, com quem a Brasscom pretende estabelecer um plano de desenvolvimento do setor de TIC para os próximos anos. O objetivo é levar o setor, que hoje representa 3% do PIB, ao mesmo patamar dos países desenvolvidos, que investem cerca de 5% em tecnologia. “Nosso planos prevê um crescimento gradual, que levará o setor a representar 5,8% do PIB em 2020”, diz.
By convergência Digital

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Gestores de TI temem efeito das Redes Sociais e da Web 2.0

Levantamento apura que até 82% dos administradores de segurança de TI pesquisados acreditam que as redes sociais, aplicativos de internet e widgets baixaram significativamente a postura de segurança de suas organizações.

Os entrevistados citaram vírus, malware e perda de dados como as principais preocupações da Web 2.0, com até 77% das empresas planejando implementar uma solução que trate de tais vulnerabilidades dentro dos próximos cinco anos. O estudo foi conduzido pela Check Point e pelo Ponemon Institute.

Na pesquisa, que ouviu mais de 2.100 administradores de segurança de TI em vários países ao redor do mundo, a maioria dos entrevistados acredita que os funcionários são essenciais para ajudar as empresas na mitigação dos riscos de segurança associados a aplicativos emergentes de internet nas empresas.

Todavia, os administradores de TI acreditam que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as ameaças de segurança corporativa em suas comunicações comerciais diárias — ao baixarem aplicativos de internet, navegarem na Web, abrirem links, assistirem a streaming de vídeos, utilizarem sites de compartilhamento de arquivos peer-to-peer (P2P) e participarem de redes sociais.

Como resultado, educação e conscientização são necessárias para ajudar os usuários finais a perceberem seu importante papel em manter o perfil de segurança da organização.

“Nossa pesquisa revelou que a segurança pode ser vista como uma consideração tardia para os usuários corporativos de aplicativos Web 2.0. O número crescente e a sofisticação das ameaças de segurança, associados à proliferação de ferramentas online que são facilmente baixadas da internet, estão exacerbando os desafios da proteção de informações privilegiadas”, disse Dr. Larry Ponemon, presidente do conselho e fundador do Ponemon Institute.

“Está claro que os administradores de segurança de TI estão preocupados com o impacto dos aplicativos de Web 2.0 em suas empresas, mas também precisam de melhores ferramentas para entender quais aplicativos os funcionários estão usando para fins comerciais”, disse Juliette Sultan, chefe de marketing global da Check Point Software Technologies. O estudo também detectou que:

Senso de Urgência – Quase 50% dos entrevistados colocam um alto senso de urgência em minimizar os riscos de segurança associados a aplicativos de internet e widgets.

ecessidade de Maior Prestação de Contas dos Usuários – A maioria dos entrevistados acredita que os funcionários devem ser mais responsabilizados por mitigar os riscos de segurança de Web 2.0 nas empresas.

Falta de Educação em Segurança Corporativa – Uma média de 20% dos entrevistados acredita que os funcionários raramente (ou nunca) consideram as questões de segurança ao usarem redes sociais e aplicativos de internet em suas comunicações comerciais diárias.

A Maioria dos Problemas Comuns – Produtividade no local de trabalho, malware e perda de dados são os problemas mais preocupantes no uso de novos aplicativos de internet no local de trabalho.

A pesquisa Web 2.0 Security in the Workplace foi realizada independentemente pelo Ponemon Institute em junho de 2010, pesquisando administradores de segurança de IT nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão e Austrália.

A amostragem da pesquisa representa uma grande gama de organizações com variação de porte — de pequenos e médios negócios a grandes corporações — e em doze diferentes setores, incluindo o financeiro, industrial governamental, varejo, assistência médica e educação.
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