QUAL O VALOR DA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL..??

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CERTIFICADO ISO 27002 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - EXIN - 2013 - CERTIFICADO ITIL 2011 FOUNDATION

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sexta-feira, 16 de março de 2012

““Santo de casa não faz milagre! Será?

Quem nunca ouviu essa frase?
Infelizmente esse é um termo muito usado no nosso cotidiano, mas atualmente com a grande difusão da informação acabamos no deparando com alguns conceitos ainda não muito difundidos no meio corporativo de pequeno a médio porte; o da inovação. Bem, isso fica muito evidente quando falamos de grandes multinacionais que a cada dia inovam seus produtos, causando um grande impacto na concorrência e nos seus consumidores. Mas o que tem a ver a frase com a inovação? Bem, se analisarmos o meio corporativo como um macro ambiente onde cada colaborador fosse uma empresa, e suas ações dentro desse macro ambiente tivessem reações positivas e negativas apresentadas ao seus gestores reais como se fossem seus clientes, podemos concluir que na teoria todos o colaboradores da empresa iriam fazer o maior esforço possível para entregar o melhor produto aos seus clientes(gestores), porém essa realidade aqui no Brasil ainda está distante de ser vista, pois ainda perdura a cultura da hierarquia onde o menor recebe a ordem do maior e o mesmo aguarda o máximo de resultado deste individuo que o serve. Em todo o processo de trabalho de uma empresa surgem contratempos ou falhas em seus processos e com isso vem a necessidade de soluções para esses contratempos. De acordo com detentor do poder maior desse ambiente, é fixado um modelo onde as soluções devem vir pela gerência ou consultoria externa, que analisam o caso e entregam a solução ao nível de diretoria para assim ser aplicado. É nesse ponto em que o santo de casa não faz milagre, pois no meio do chumbo trocado quem recebe a bala é que procura desviar da maioria delas e com isso se adaptar aos problemas decorrentes a processo ou a falta dele. Existe uma breve história verídica ou não em que uma indústria fabricante de pasta de dente estava com um grande problema em sua linha de produção, onde apareciam caixas de pasta de dente vazia , gerando uma grande reclamações pelos seus revendedores. Enfim, contrataram uma equipe de engenheiros altamente gabaritados para construir uma maquina que verificasse cada caixinha de pasta de dente com um sistema de raio-x e retirasse esse produto da fila de empacotamento. Resultado, o projeto ficou caríssimo e ao longo do tempo após ser concretizado sua manutenção ficou inviável de ser mantida. Mas, um operário que trabalhava no empacotamento vendo de perto todo esse caos apresentou uma simples ideia, colocando um ventilador em um trecho da esteira e caso a caixa estivesse vazia o vento a soprava fora da esteira. Podemos concluir que uma solução barata resolveu um problema grande, mas solução que veio do chão de fábrica da empresa, ou seja, um santo de casa fez milagre. Assim como um sistema de Business Intelligence pode ajudar o nível estratégico da empresa a tomar a decisão certa no momento do negócio ouvir sua equipe de colaboradores pode lhe render várias soluções para problemas que surgem nesse campo de batalha que é o seu chão de fábrica. Isso é válido tanto para os gestores em geral como para os peões que compõem esse tabuleiro, ou seja, nós trabalhadores; sabemos que expor as ideias com o objetivo de inovar é afetada pela impessoalidade em que alguns trabalham pensando no beneficio próprio e não levando em consideração os demais colegas. Impessoalidade essa proveniente também devido ao descaso do gestor pela opinião de seus subordinados, onde a cultura de que “lamentar a escuridão é mais fácil do que acender uma vela” é cada vez mais aparente tornando a inovação um passo longe de ser dado. Para os gestores que acompanham o portal e para aqueles que pretendem ser gestores algum dia, fica a dica, de que não é só necessário ter um equipamento de primeira, ou uma tecnologia excepcional mas saber ter ouvidos a aqueles que estão na frente de batalha. Sendo que inovação interna é uma mina de ouro para a melhoria de seu produto.
Fonte: Daniel Oliveira – Técnico em TI Grupo Linkedin – março 2012

quarta-feira, 14 de março de 2012

A Comunicação Interna e as Redes Sociais

Um novo fenômeno na Comunicação Interna começa a nos chamar a atenção tendo em vista o dinamismo e a pluralidade das informações que circulam nos mais variados ambientes corporativos. Diversas organizações, públicas e privadas, começaram a substituir seus projetos obsoletos de intranet pela criação de grupos fechados para discussões de ideias entre seus funcionários nas redes sociais, como o Facebook.
Vivo/Telefônica, Santander, Estácio de Sá e Pão de Açúcar são apenas alguns exemplos de iniciativas vanguardistas cujo principal objetivo é alavancar processos de aprendizagem colaborativa, acompanhando as tendências de democratização do acesso ao conteúdo que muitas dessas organizações desejam semear entre seus públicos de interesse. Reuniões rotineiras de trabalho, brainstorms, debates acerca de novas políticas de RH e processos operacionais já acontecem também nas redes sociais.
Um case muito interessante é o da empresa Aorta, cujos funcionários souberam pelo Facebook que a instituição foi adquirida pelo Grupo.Mobi, holding digital da RBS, em janeiro deste ano. “É onde você baixa a guarda e se coloca no mesmo patamar de todos”, diz Gustavo Ziller, diretor geral da Aorta, em entrevista à Folha de São Paulo.
Regras gerais
Oficialmente, o novo canal de comunicação para os funcionários nas redes é o primeiro passo para aposentar o modelo conservador de intranet que conhecemos, quase sempre fundamentado em layouts pouco atrativos aos usuários, carregados, e com editorias recheadas de temas nada participativos, que fazem uso ainda de uma via de comunicação de mão única. É preciso oficializar essa abertura a todos, criando também regras claras para utilização dos novos espaços. Só assim o projeto começa a fluir, garantem os especialistas.
A Telefônica, para citar outro exemplo, adotou um grupo fechado no Facebook para os 59 funcionários da área de Comunicação, espalhados por nove estados brasileiros. A proposta é acabar de vez com as videoconferências e reuniões não presenciais, otimizando o tempo de todos por intermédio da participação assídua em fóruns de discussões apresentados no Facebook, nos quais os colaboradores são convidados a prestarem suas contribuições, discutindo processos da empresa, sobretudo após a fusão com a Vivo, em dezembro do ano passado. A iniciativa tem rendido excelentes resultados.
Fato é que todo projeto de comunicação interna, baseado ou não em uma intranet ágil e eficiente, precisa ser estrategicamente pensado, de modo a envolver a comunidade de colaboradores e prestadores de serviços no maior grau possível. Em uma época em que todos tornaram-se produtores de conteúdo, não dá mais para imaginar uma intranet fechada, que não está atenta à opinião e às novas ideias dos funcionários, seja quanto ao formato de tudo aquilo que disponibiliza em seus canais, seja quanto à profundidade do que é veiculado. O pior ruído que pode existir, nesse sentido, é a comunidade interna ficar sabendo de algo referente à empresa em que trabalha através da grande mídia, fazendo jus ao ditado popular do “marido traído”, aquele que é sempre o último a saber das coisas. Transparência é fundamental na condução desse processo comunicacional.
Fonte: CorpTV - 2012

segunda-feira, 12 de março de 2012

Quais são os grandes erros das empresas na mídia Social

1. Má gestão das expectativas
Porque as empresas estão acostumadas ao imediatismo dos resultados (bons ou ruins) das ações do marketing tradicional (quero dizer, ações de captação tanto offline como online), temos a crença de que a mídia social está para acontecer o mesmo.
As ações em mídias sociais podem ter um impacto elevado, mas as empresas devem estar cientes de que nos primeiros estágios a evolução é lenta (até chegarmos a construir uma forte comunidade de usuários, encontre o tipo de conteúdo mais apropriado e ações, etc.), e os resultados são lentos.
2. Erros no estabelecimento de metas:
As empresas fazem vários tipos de erros relativos ao estabelecimento de objetivos:
- Não estabelecer metas: parece incrível, mas acontece! Às vezes vemos empresas que estão em redes sociais “ser”. Normalmente eles ficam em redes sociais, sem objetivos claros, porque é relativamente barato de estar presente ou porque seu concorrente está.
- Não definir claramente os objetivos.
- Definir metas irrealistas, com a má gestão das expectativas, será difícil alcançar as metas estabelecidas. Uma boa estratégia de mídia social pode levar a grandes coisas, mas devemos estar conscientes do que é preciso para obter grandes resultados. Por esta razão, estabelecer objetivos realizáveis nas etapas de curto e médio prazo.
- Confundir um grande número de fãs / seguidores com o sucesso nos meios de comunicação social, que nem sempre tem sucesso. Como na vida real, é melhor qualidade do que quantidade. São milhares de fãs que no Facebook, mas sem reação ao meu posts (na forma de comentários, curitr, cliques, etc) ..
3. Usar redes sociais como canal de vendas, e esquecer que a mídia social é baseada no relacionamento
Isso significa apresentar os objetivos comerciais e tentam vender a todo custo.
Nas redes sociais as vendas são o resultado do estabelecimento de relações de confiança. Portanto, estas devem ser o objetivo primário.
4. Má definição do público-alvo:
Como com os objetivos, os erros mais comuns é a de determinar qual o segmento do nosso público-alvo. Se a empresa não sabe qual é o seu publico, não será capaz de escolher corretamente em que mídia social devem estar presente, o tom da mensagem e, como resultado da estratégia falhará.
Fonte: www.brunodesouza.com - 2012

sexta-feira, 9 de março de 2012

Carreira: as 7 áreas de TI com mais oportunidades em 2012

Mais de 213 mil vagas em TI podem ficar abertas até 2013, de acordo com informações do executivo de parcerias educacionais da IBM Brasil, Edson Pereira. As informações foram passadas em maio, durante a palestra “Como deixar de ser um profissional de TI e ser um profissional de serviços de TI”. Apenas em 2010, sobraram 72 mil. Parte desse problema, é é reflexo de faculdades com grades curriculares desatualizadas. Mas com tanta vaga sobrando, não há como não pensar em tentar galgar um lugar ao sol.
Com isso, fica a pergunta: qual setor está mais aquecido? Em que profissão, dentro de TI, apostar em 2012 para começar o ano com um trabalho novo? Para responder às questões, conversamos com Celso Poderoso, coordenador dos cursos de graduação tecnológica da Fiap, e com a gerente da divisão de Tecnologia da Robert Half, Maria Paula Menezes, ambos especialistas em educação e mercado.
“As principais são as voltadas para desenvolvimento de sistemas. Tanto o programador quanto o analista são os que têm a demanda maior no mercado. Mas dentro de TI todas as profissões são bem utilizadas”, adiantou Poderoso.

Confira as sete profissões mais quentes de 2012:


• Administrador de Banco de Dados
Este profissional é voltado para infraestrutura e para banco de dados, cuida da informação da empresa e de sua estruturação dentro de um banco de dados. Ele também manterá a infraestrutura no ar.

• Gerente de Projetos
É cargo generalista que pode ter atribuições diferentes dependendo da sua experiência. É a pessoa que cuida para que os projetos sejam entregues, para que as pessoas envolvidas tenham conhecimento suficiente para colocar a iniciativa em andamento.

• Analista de Sistemas/Desenvolvimento
Esta é a área que mais contrata hoje em TI. O programador é profissional técnico que cria aplicativos. O analista é voltado para negócios, para entender a necessidade do cliente.

• Negócios na Web
Esta profissão tem uma parte técnica de TI muito grande, mas tem foco também em negócios. O profissional que deseja trabalhar neste setor deve ter dois perfis: capacidade de desenvolver páginas e entender do negócio, como forma de localizar as informações para a empresa atuar no mercado.

• Gerente de Sistemas
Este deve ter uma formação específica, já que um gestor deve ter competências que o analista, em geral, não tem. “O Brasil tem um grave problema na área de gestão de TI. Você tem excelentes profissionais técnicos que são levados para cargos de gestão sem ter as habilidades específicas para isso”, diz Poderoso.

• Administrador de Redes
É um profissional bastante focado na infraestrutura. Deve ter conhecimento bastante específico, com alto índice de especialização. Geralmente, o profissional de rede pode se tornar também um gerente de segurança, ou um analista de segurança, que é aquele que vai verificar o potencial que a rede tem de ser invadida.

• Arquiteto da Informação
Também é um profissional de banco de dados, mas que tem uma visão muito mais ampla e está preocupado com o produto. Ele mistura esse conhecimento técnico de banco de dados com a tomada de decisão. É imprescindível visão de negócios.

Embora não apareça na lista, Maria Paula ressalta que profissionais de segurança também serão muito procurados neste ano, já que as ameaças tendem a aumentar. Porém, ela avisa: “Para essas profissões, mais que o curso técnico, é necessário experiência.”
Então, mão na massa que oportunidades não irão faltar.
Fonte IETEC 2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

Pesquisa: mídias sociais se tornam foco de investimentos publicitários em 2012

A empresa de análises AdAge entrevistou cerca de 1,2 mil profissionais, entre publicitários (60%) e anunciantes (40%), para saber onde a verba destinada à mídia será investida nos próximos 12 meses. E, pelo jeito, o maior foco deles são as mídias sociais.
Na pesquisa, 59% dos entrevistados disseram que vão gastar com publicidade em redes sociais. É um número enorme, se comparado com os 4% que responderam o contrário: irão diminuir os gastos nesse tipo de veículo.
Segundo o site da empresa, a pesquisa também descobriu que 27% dos orçamentos digitais serão voltados para anúncios nas redes sociais durante os próximos 12 meses, comparado com 22% nos 12 meses que se passaram.
Para Randy Cohen, co-fundador e presidente da Advertiser Perceptions, "a única área que os vendedores estavam mais otimistas que as agências é a social".

Fonte: Olhar Digital 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

Dez habilidades de negócios que todo líder de TI deve dominar

É como um disco quebrado: profissionais de TI devem "desenvolver habilidades de negócios" para ter sucesso. Mas quais?
O fato é que nem todas as habilidades de negócios são importantes para a TI. Se precisássemos de todos elas, não seríamos mais profissionais de TI. Seríamos aprendizes de contadores, redatores, representantes de vendas, recrutadores, e agentes de compra.
Aqui estão as 10 habilidades de negócios que realmente importam para a sua carreira em TI.
No. 1: Saber ouvir
Se você tiver que escolher apenas uma habilidade para adquirir ou melhorar, escolha essa. Mais do que qualquer outra habilidade única, a capacidade não apenas de ouvir o que outra pessoa está dizendo, mas de se certificar de que você entende o que essa pessoa está tentando dizer - independentemente se ela está explicando bem, ou se você concorda com o que está sendo dito - é uma habilidade rara e difícil de adquirir.
Bons ouvintes têm uma vantagem sobre todos os outros: estão constantemente aprendendo o que todos ao seu redor sabem, o que os tornam mais inteligentes do que aqueles que estão ocupados demais mostrando qão espertos são.
No. 2: Colaborar
Mesmo antes do Método Agile ter tornado a colaboração importante, a capacidade de trabalhar com outras pessoas para alcançar resultados que uma pessoa não pode entregar de forma independente já importava muito. O Agile só torna essa tarefa mais essencial, já que a colaboração entre desenvolvedores e usuários de negócios passa a ser fundamental.
Pense em como valorizar e reter seus colaboradores. Em como melhorar a comunicação. Em como levar as pessoas que estão ao seu lado a encontrar soluções para problemas comuns e em formas de buscar oportunidades compartilhadas. Como descobrir quem estará ao seu lado é uma outra questão.
No. 3: Negociar
Considerando que a colaboração é a base de uma parceria sólida e produtiva que requer fazer uso das diferentes habilidades de cada colaborador para a elaboração de propostas e resolução de problemas, compartilhar determinadas informações passa a ser imprescindível. Todas as tarefas são compartilhadas entre os membros e estes passam a comunicar, negociar e tomar decisões referentes as tarefas impostas.
Pessoas que não sabem como negociar de forma construtiva, com frequência se veem presas a situações limites, sem saída. Quando o fazem, elas quase sempre se tornam o problema - pior, nem sequer sabem disso.
No. 4: Entender o quadro financeiro da empresa
Profissionais de TI não precisam entender balanços, declarações de fluxo de caixa, ou outros detalhes financeiros. Mas precisam saber interpretar declarações de lucros e perdas. Elas dizem-lhe como o negócio está fluindo, e como o departamento de TI está se saindo em relação ao seu orçamento.
Os profissionais de TI também deve mser versados em retorno sobre o investimento (ROI) - entender por que um dólar no próximo ano vale menos que um dólar hoje, como depreciação funciona, e a diferença entre capital e despesas operacionais. ROI informa se você está trabalhando em algo que vale a trabalhar.
No. 5: Compreender o modelo de negócios da empresa
O "modelo de negócio" é a versão chavão de "como o negócio funciona." É como a empresa realiza ações para que os clientes decidam comprar o que a empresa tem a vender a preços que gerem lucro.
Os profissionais de TI que compreendem o modelo de negócio estão em posição de sugerir maneiras de a TI ajudar a empresa a se tornar mais eficaz.
No. 6: Entender o modelo operacional da empresa
O modelo de negócio mostra claramente como a empresa compete. O modelo operacional, explica como ela faz isso. Como as peças se encaixam para transformar matérias-primas em produtos acabados.
Compreender o modelo operacional dá ao profissional de TI o mesmo benefício que a compreensão do modelo de negócios: o contexto que ele precisa para detectar a diferença entre a melhora hipotética e a real. E como a tecnologia pode ajudar a promover a melhora real.
No. 7: Saber como usar os pronomes
Ao falar com alguém: (1) Use o eu só para dar exemplos de quando você costumava fazer coisas erradas. (2) O você pertence a frases positivas, como: "Você está muito à frente de mim sobre o uso de pronomes." (3) Nós assumimos as tarefas difíceis e as realizamos. Use o nós para estabelecer o buy-in. (4) Use o eles a cada opinião errada, atitude, conceito, e forma de trabalhar.
Estas quatro regras são fundamentais para apresentar ideias de forma a maximizar a aceitação e minimizar a resistência.
No. 8: Saber mapear o poder político
Você é responsável por sua própria carreira, mas o crescimento na empresa onde você trabalha depende de outras pessoas, que decidem se você merece uma oportunidade.
Você precisa saber quem são essas pessoas - que na empresa tem o poder real - e quem são seus aliados e confidentes de confiança.
N º 9: Gerenciar
É uma espécie de clichê: funcionários precisam ser bons em administrar seu chefe. Clichê ou não, é uma habilidade essencial.
Sem essa habilidade, suas chances de ser designado para fazer um trabalho operacional pesado são muito mais elevadas. Com ela você está em condições de convencer seu chefe sobre o que são e não são boas ideias. Ainda mais importante, com ela o seu chefe irá consultá-lo antes de formar uma opinião.
No. 10: Fazer o seu trabalho
Não importa o quão técnica são as suas responsabilidades, e quantas habilidade de negócios você possui, por uma razão muito simples: se você não pode fazer o trabalho que você foi pago para fazer e bem, ninguém vai ouvi-lo sobre qualquer outro assunto, não importa o quão brilhante as suas ideias possam ser.
Ah,. E fazer bem o seu trabalho inclui a compreensão de como ele se encaixa no quadro geral (habilidades de negócios de 1 a 9), de modo que você pode adaptar o que você faz para ter o máximo impacto possível.
Fonte: CIO DIGITAL = Lewis - 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

O que é melhor: fazer o que se gosta ou o que paga mais

Em busca de um emprego que pague bem, profissionais buscam uma oportunidade que satisfaça suas necessidades e seus sonhos
Ao procurar uma oportunidade no mercado de trabalho, a maioria dos candidatos parte em busca de um sonho: o de conseguir um emprego que não apenas satisfaça profissionalmente, mas que também atenda às suas necessidades financeiras. Contudo, nem sempre atender a ambos o requisitos é possível, o que torna a procura ainda mais complicada.
E, se realizar esse desejo já é complicado demais, o que seria mais aconselhável, então? Fazer aquilo que se gosta ou escolher um emprego que pague um salário melhor?
De acordo com a consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira, a resposta é nem um nem o outro.
“O profissional deve ser orientado a fazer o que gosta, buscando uma área que tenha uma remuneração mais adequada para suprir suas necessidades. Contudo, se isso não for possível e ele ganhar uma boa remuneração pelo que faz, o ideal é que o trabalhador procure enxergar suas atividades de uma maneira mais positiva”, diz Karla.
Consequências
E tanto esforço certamente tem uma razão de ser, afinal, trabalhar no que não se gosta pode trazer sérios riscos à saúde.
“Ao se fazer o que não se gosta, o trabalhador pode se tornar uma pessoa opressiva e infeliz”, esclarece Karla.
Além disso, não é apenas desse mal que um profissional pode sofrer. Segundo o consultor da De Bernt Entschev Human Capital, Julio Bonrruquer, por exemplo, ao optar exclusivamente pelo retorno financeiro e não pela satisfação profissional, o trabalhador pode se sujeitar a inúmeras doenças. “São muitas as pessoas que adoecem e que têm dinheiro, por exemplo”, diz Bonrruquer.
E é por essa razão que o especialista defende tanto que é preciso trabalhar no que se gosta. "Isto é importante, mas não se pode apenas viver de um sonho, pois, sem dinheiro, não se pode viver”, diz.
Como fazer
Para encontrar um meio termo, o profissional deve primeiramente se conhecer. Ou seja, saber exatamente do que gosta e em quais áreas ele possui mais competência.
“Ele precisa saber onde possui habilidade para se desenvolver mais e mais. Além disso, é importante que ele saiba também onde e como buscar um trabalho adequado ao seu perfil, tendo paciência para esperar o retorno mais apropriado, item este fundamental no processo”, esclarece Karla.
Bonrruquer dá outra recomendação. “Ao adquirir estabilidade financeira, é possível trabalhar com mais paixão naquilo que se gosta. Aquilo que fazemos com paixão sempre traz bons resultados, inclusive financeiros”, lembra.
Fonte: Administradores.com - 2012